Jul 29 2021

Bronze

Publicado por João Espinho

Judoca Jorge Fonseca conquista medalha de bronze nos Jogos Olímpicos.
Judoca português juntou a medalha de bronze aos dois títulos de campeão mundial, o segundo dos quais conquistado já este ano, e deu a Portugal a primeira medalha em Tóquio2020.

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Jul 29 2021

Importa-se de repetir?

Publicado por João Espinho

Disse Paulo Arsénio: “Está pronto o orçamento participativo de Beja.
Beja será o 6.º concelho do distrito de a ter uma versão do Orçamento Participativo e o primeiro das 3 capitais alentejanas.
Era nossa intenção conseguir tê-lo colocado em prática ainda em 2021 para poder ter as primeiras concretizações em 2022. Porém, questões de natureza informática a que o Município é alheio, adiaram o processo um ano e só agora, já em julho deste ano, ficaram resolvidas por inteiro.
Neste momento, e solucionados o impasse técnico, a página que servirá de base ao OP de Beja está em carregamento para ser colocada online.” (aqui)

Só gostaria que ele repetisse o que disse, mas sem se rir. Assim, ninguém o leva a sério. O que já vai sendo hábito.

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Jul 27 2021

Do blog

Publicado por João Espinho

Tal como as ruas do centro histórico de Beja, também este blog ficou inacessível.
Só falta arranjar uma iluminação digna da campanha eleitoral autárquica e uns “moloks” encomendados.
Siga!

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Jul 25 2021

Teste

Publicado por João Espinho
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Jul 23 2021

Bom fim de semana

Publicado por João Espinho

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Jul 22 2021

Não havia necessidade…

Publicado por João Espinho

Depois da humilhante derrota de 2017, Pinela Fernandes regressa, agora a encabeçar lista à Assembleia Municipal. Vai ter de se esforçar muito para captar votos.
Só espero que não estrague a candidatura de Palma Ferro.

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Jul 22 2021

Desaparecido

Publicado por João Espinho

Dizem que é candidato à CMBeja.
Nunca mais se ouviu falar de Vítor Picado.
Das duas, uma: ou anda a visitar os centros de trabalho do PCP nas freguesias rurais ou combinou com o Paulo Arsénio um pacto de colaboração silenciosa.
Depois não se admirem.

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Jul 20 2021

Parlamento amordaçado

Publicado por João Espinho

Parlamento rejeita audição de Eduardo Cabrita sobre festejos do Sporting

Os requerimentos apresentados por PSD e CDS-PP que solicitavam a audição no parlamento, com caráter de urgência, do ministro da Administração Interna na sequência do relatório sobre os festejos do Sporting foram esta terça-feira rejeitados.

A Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias votou conjuntamente os dois pedidos, numa reunião que decorreu esta manhã, tendo sido rejeitados com voto contra do PS, abstenção do PCP e voto favorável de PSD, CDS-PP, BE e PAN.

O PS a tentar que Cabrita esteja calado. Percebe-se.
E assim caminhamos nesta democracia dominada por um polvo.

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Jul 20 2021

Beja e os comboios

Publicado por João Espinho

O artigo já tem um mês, mas partilho-o convosco.

“Só neste país.” De Beja para Faro há uma ida quase a Lisboa, cinco horas de viagem e duas escalas

Mochila às costas, bilhetes na mão, sentidos apurados, gravador preparado e embarcamos uma semana para uma viagem (inesquecível) de comboio. À janela, observamos o melhor e o pior das linhas de comboio portuguesas. Acertamos agulhas e tentamos perceber qual a “Próxima Estação” para a ferrovia nacional: o que vai evoluir o país com o plano ferroviário para 2030 e o que deixou para trás.

Hoje é o dia reservado às escalas e do inóspito. Estou em Beja. Cheguei no dia anterior (com frio, em Beja e em junho… a sério?). Quero ir para Faro que, pelo mapa e a direito, distam a pouco mais de cem quilómetros uma da outra e que estiveram, durante largos anos, unidas por ferrovia, através da Funcheira (por aqui, pelos caminhos que tenho feito tenho ouvido muito chamar-lhe ramal da Funcheira, mas na verdade, desde 1992, o troço entre o Barreiro, Beja e a Funcheira foi designado de linha do Alentejo). Em 2021 já não estão e é assim desde o encerramento ao serviço de passageiros da via entre a Funcheira e Beja em 2012. O encerramento deste pequeno troço causa o inóspito da viagem, pois para ir de Beja a Faro é preciso subir quase a Lisboa para voltar para baixo, apanhar três comboios e viver duas escalas. Havia um programa na rádio pública que se chamava “Só neste país”. Ora, foi esta a frase que mais vezes me ocorreu ao longo das cinco horas de viagem. Parou o comboio em Casa Branca, saí, respirei fundo e ouvi a voz da querida camarada Maria de São José e do grande José Guerreiro a ecoar-me no cérebro “só neste país”. Entrei no IC que vinha de Évora em direção a Lisboa, para depois sair no Pinhal Novo e quando coloquei de novo os pés na plataforma foi inevitável: “só neste país”. Volto a entrar no IC, desta feita, com direção ao destino. Pensava eu que a frase estava arrumada, mas quando o comboio para, com vista para a ria Formosa (esta estação deve ter as vistas mais bonitas de todas), lá estava de novo: “só neste país”.

Saí, portanto, de Beja às 8h22 e cheguei a Faro às 13h30. Aqui, confesso, com isto, para quem está numa destas capitais de distrito e quer ir para a outra, a realidade é um convite ao autocarro ou ao carro próprio.

E volto a confessar-vos que também não encontro grande resposta para que Beja se tenha tornado tão periférica. Dirão os desconhecedores da realidade que é da falta de gente. Aliás, o preconceito com o Alentejo é tanto que grande parte dos portugueses acha que entre chaparros imensos e vaquinhas muitas, por lá anda um ou outro ser humano. Contudo, e a bem da verdade, no dia do caminho Lisboa > Beja, o IC que vai para Évora ficou a meio gás na Casa Branca. Metade daquela gente saiu para a ligação à linha do Alentejo e às estações de Cuba, Alvito, Vila Nova de Baronia e Beja. Também no dia seguinte foi considerável o número de passageiros que apanhou o IC das 8h22, tal como eu. Eu digo metade, mas Paulo Tito Silva, utilizador do comboio, conta-me que “não diria metade”, ele “diria dois terços”. E não é pontual, “é uma realidade de todos os dias”. “Atualmente a CP, acho, tem consciência disso e até já criou ligações diretas entre Évora e Beja”, já lá iremos mais abaixo.

Foi um encontro inesperado. Tropecei assim em parte da resposta para este afastar de Beja da centralidade ferroviária do país. E até vínhamos sentados um atrás do outro, sem nos conhecermos, mas foi em Casa Branca que o Paulo Tito Silva me abordou na plataforma, chamando-me pelo nome (o que é estranho para uma pessoa como eu que tenta passar despercebida) e confirmando se eu era o “rapaz das crónicas da TSF”. Sentámo-nos juntos. Sabem aquelas situações em que dois estranhos se acabam de conhecer e parece que toda a vida viajaram juntos. Foi assim.

O Paulo é enfermeiro, mas os olhos brilham-lhe quando fala de comboios (por isso tem lido as crónicas e seguido a viagem nos grupos do Facebook). Vinha de Vigo (de comboio, claro), de visitar uns amigos. Conta-me que “a linha ligava Casa Branca à Funcheira e, de seguida ao Algarve, e o que aconteceu foi que eles eletrificaram a linha até Évora e Beja passou a ter um papel secundário“.
Um pequeno erro com consequências grandes. “Como se vê os comboios têm uso. Este comboio passa aqui no interior, em concelhos que não têm autocarros de longo curso e o comboio é uma mais-valia para as pessoas”, ou seja, é simples de ver: não havendo concorrência dos autocarros, a sua utilização é garantida. “Estão a fazer estudos preliminares e esperamos que em dois ou três anos, tenhamos Beja a 1h30 de Lisboa e com um aeroporto low cost”. A ver vamos, mas não lhe quero matar a esperança…

Falta qualquer coisa à estação de Beja, mas não é beleza…

É cedo e a bilheteira da estação de Beja está fechada. Afinal está fechada porque é sábado e não porque é cedo, constato no papel colado na parede ao lado do guichet. Assim que reparo nisto, sou questionado por um turista como faz para tirar o bilhete. Lá lhe explico do “nosso” sistema de tirar bilhetes dentro do comboio (também aplicável em outros países da Europa em linhas secundárias). Fica mais calmo. Ele e eu somos dois dos 18 passageiros que entram em Beja naquela manhã de sábado e que não sabemos qual será a automotora azul que nos levará até Beja: já vos disse (mas volto a repetir), a bilheteira estava fechada, não há televisões com informação dos horários e linhas dos comboios, não há painéis digitais juntos às linhas. Aliás, como poderão ver na fotografia, as indicações de linha são até bem “vintage” e bonitinhas. É tudo bonitinho nesta gare, mas há a sensação de que falta qualquer coisa. Outro exemplo: há o sítio do bar-restaurante, mas não há bar. Há… a uns metros… no largo da estação, uma taverna e até estava aberta, mas um “chiripiti” às 8h da manhã como pequeno-almoço levar-me-ia, com certeza, a perder a primeira escala e a voltar para trás adormecido no banco.

Ligações diretas a Évora, eletrificação e demolições

“Se for atento vai passar pela estação de Alcaçovas e do Alvito, são aquelas que a IP quer deitar abaixo”, alertava-me o Paulo. A bem da verdade é que, para o passageiro, aquilo ou nada, é mais ou menos a mesma coisa. Quando se pensa e se argumenta com o património e com a história, isso já é outra coisa. Mas se lá vamos por este argumento, então é melhor fazer alguma coisa, porque o que está, neste momento, é feio e dá uma má imagem ao país. E se estas fossem casos únicos, até que nem estávamos nada mal. Mas se há coisa que tenho reparado é que património como este ao abandono, à beira das nossas linhas de comboio é como ervas daninhas num jardim, aparecem por todo o lado.

Mochila às costas, bilhetes na mão, sentidos apurados, gravador preparado e embarcamos uma semana para uma viagem (inesquecível) de comboio. À janela, observamos o melhor e o pior das linhas de comboio portuguesas. Acertamos agulhas e tentamos perceber qual a “Próxima Estação” para a ferrovia nacional: o que vai evoluir o país com o plano ferroviário para 2030 e o que deixou para trás.

Falemos agora de “coisas” boas: Beja e Évora estão, desde meados de junho, ligadas por comboio direto, três vezes ao dia em cada sentido. A viagem tem é de ser feita pelas automotoras a diesel UDD450, que têm sido remodeladas e atingem por volta dos 110 a 120km/h, porque, da Casa Branca a Beja, a via continua por eletrificar.

O PNI, apresentado em outubro do ano passado, bem que prometeu e a comunicação social noticiou “as ligações ferroviárias de Beja a Faro vão ser alvo de modernização, num projeto de 230 milhões de euros”, mas até agora… nada. Calma, o investimento é para os próximos dez anos, tenhamos, por isso, paciência de alentejano. A coisa vai devagarinho, mas lá se há de fazer.

Partamos o bolo do investimento às fatias: 68 milhões para a eletrificação CB-Beja, para ter comboios a 140km/h, mais 77 milhões de euros para a modernização e eletrificação do traçado atual Funcheira-Beja (onde a linha é bastante plana e retilínea… pelo que fui ouvindo por aqui). Se quiséssemos colocar o comboio a circular a 200km/h, então precisaríamos de abrir ainda mais um bocadinho os cordões à bolsa e gastar cerca de mais 9 milhões de euros.

E isto levanta voo de vez ou não?

Falar de Beja e não falar daquela estrutura que aterrou ali algures no meio das searas nos arredores da cidade, é o mesmo que ir à minha terra natal e não beber água. A pergunta que se me impõe sempre que penso no assunto é: quanto é que aquilo custou? Pelas pesquisas que fiz, o número ronda os 33 milhões de euros. É conhecido que população, empresários e autarcas acusam o(s) governo(s) de “falta de vontade política” para dar uma vida melhor àquela estrutura: ou isso, ou inércia. Até porque, com ligação de ferrovia ao aeroporto, eletrificando (como se espera a linha de Beja), em cerca de 1h30 o turista (e nós) está em Lisboa. E pensam eles, e pensamos nós: “eh… mas isso fica muito longe… txi… 1h30 de comboio depois de duas ou três de avião?”. Pois bem, é o que temos em Paris (com Beauvais), é o que temos em Londres (com Stansted), e até mesmo com a alternativa de Bruxelas (o segundo aeroporto – Charleroi) que fica a 1h do centro da cidade. Calma aí… funciona para os outros, para nós é que nem. E na única vez que voei para Charleroi nem comboio tinha, a viagem fi-la de autocarro em trânsito, por isso foram quase 2h.

Uma variante ao aeroporto de Beja, em ferrovia, custaria entre 20 a 26 milhões de euros.

Muito dinheiro, mas que daria toda uma nova centralidade a Beja e ao interior alentejano. Espera, falei aqui numa palavra que está na moda dos discursos políticos da última temporada: interior. Não é só falar. Há que fazer alguma coisa.

Até porque a paisagem das linhas do Alentejo são qualquer coisa “para inglês ver”, ou para francês, italiano, russo… e português. Fazem lembrar aqueles desenhos monocromáticos que as crianças fazem quando começam a desenhar/pintar, mas que quando mostram aos pais tem um valor enorme: muito amarela, com uns riscos de verde e, aqui e ali, uma pincelada de branco. Tal como os desenhos dos nossos filhos: encantador. Se bem que na zona de Alvito, a ideia com que fico é que o pintor se prendeu ao verde, pela mancha de olival intensivo e de vinhas que vemos para além da janela da automotora. Diria que é uma paisagem que tem pouco de alentejano e de searas… mas é a economia a mexer, dirão alguns. A que preço? (aqui)

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Jul 19 2021

Já há novidades?

Publicado por João Espinho

Isto resolve-se antes das eleições autárquicas?

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Jul 14 2021

É só demagogia

Publicado por João Espinho

Sobre o Centro de Apoio a Imigrantes, em Beja, destaco:
“A extensão do Centro Nacional de Apoio à Integração de Migrantes prevista abrir em Beja vai permitir “aumentar a informação” aos imigrantes sobre as condições “dignas” de trabalho e habitação na região”.
O presidente da Câmara de Beja, Paulo Arsénio, destacou que se trata de “um serviço integrado” para a “solução dos problemas da comunidade imigrante no território, não de forma pontual e esporádica, mas de forma permanente”.
O autarca disse que o serviço vai ser instalado num edifício, situada na rua Luís de Camões, que “pertencia ao Ministério da Agricultura” e que ainda “tem de ser disponibilizado” pelo Estado à Câmara de Beja.

“Quando o edifício nos for cedido, vai ter uma pequena intervenção, nomeadamente ao nível do chão, da pintura e da rede elétrica”, referiu, esperando que o imóvel possa chegar à posse do município “no final deste mês”.”

1 – Vamos aguardar pelo final do mês.
2- Recorde-se que foi Paulo Arsénio quem vedou aos imigrantes o acesso gratuito de wi-fi, por causa da pandemia, disse ele.

Já nada nos surpreende em Paulo Arsénio…

(notícia aqui)

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Jul 13 2021

Um umbigo inflamado

Publicado por João Espinho

Dediquei-me, ontem à noite, a ouvir o discurso do recandidato Paulo Arsénio.
A coisa resume-se assim: tal como no seu feed no Facebook, Arsénio gasta imensos parágrafos, neste caso em modo oratório, para anunciar tudo e mais alguma coisa – obras que estão em curso, mas sem fim à vista, obras que poderiam ser feitas, mas ainda não começaram, aguardando-se financiamento, e mais uns percursos e coisas no género. Julgando-se o líder de uma task force, Paulo Arsénio é o dono do que foi feito, do que pensa fazer, do que ainda não foi feito. Ouvi-lo é um exercício angustiante, nada nas suas palavras augura uma visão de progresso para uma região carenciada, empobrecida, moribunda.
Centrando-se em ataques ao PCP – bater em mortos é próprio dos fracos – Paulo Arsénio não conseguiu identificar, em nada, o que é que Beja melhorou com a queda da CDU e a ascenção socialista ao poder. Uma praia? Calculo que só na cabeça dos que cegaram com os holofotes é que um parque fluvial pode significar o desenvolvimento deste concelho.
Percursos acessíveis? Veremos o resultado das obras caóticas e desordenadas cujo fim se prevê para… 2025, ou mais tarde, se a coisa correr pior.
Paulo Arsénio olha para o próprio umbigo e vê a cidade de Beja numa bolha com líquido, com milhares de estrelas, como aqueles souvenirs com a Torre Eiffel nadando em flocos de neve. É um umbigo insuflado pelos acólitos e que oculta a realidade em que Beja se encontra. Lembram-se de vos ter falado, uma vez, na bolha de felicidade? É isso! É um umbigo inflamado.
Depois, Arsénio diz que este foi o executivo mais atacado de sempre. Pois,é capaz de ser verdade, mas Arsénio esquece-se que, só agora, há ferramentas, como as redes sociais, onde cada um diz o que quer e lhe apetece. Antigamente havia dois ou três blogs, e as críticas eram ali que tinham eco. Com o Facebook, de que Arsénio é fervoroso militante, as coisas mudaram de rumo. E Arsénio, neste caso, prova do seu próprio fel. Repito, sem Facebook, Arsénio, o presidente, não existia.

E, posso garantir, este não foi o executivo mais “atacado”.

O discurso de ontem, apadrinhado por uma governante, que deve conhecer tão bem Beja como eu conheço Pequim, foi mais um mau momento deste mandato, augurando tempos tristes (para todas as partes). Poderia ser uma espécie de balanço, mas ficou-se pelas intenções. Deixando de lado (ignorando) a oposição do PSD e a candidatura de Palma Ferro, Paulo Arsénio demonstrou saber de onde lhe chegaram os votos há quatro anos.
Só que… estes quatro anos demonstraram que Paulo Arsénio não serve para presidente. E o eleitorado do centro sabe disso.
Faltam poucos meses para se colocar um ponto final neste inútil mandato. Meses onde vai valer tudo (até a vinda de Costa para sentir Beja).
Cá estaremos.
NOTA: ao ler os nomes de candidatos e candidatas, não vejo o mínimo sinal de abertura à sociedade civil. Ignoram-se os independentes. É o PS no seu melhor!

(leia notícia aqui)

Leia aqui os nomes dos candidatos.

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