Abr
12
2022
Publicado por João Espinho

Li na RPax:
“A autarquia de Beja lançou o concurso para a 2.ª fase dos Percursos Acessíveis de Beja, no troço entre a Avenida Miguel Fernandes e a Praça Diogo Fernandes. A obra prevê a ampliação de passeios e passadeiras desniveladas, pelo valor de 300 mil euros e um prazo de execução em 180 dias.
Paulo Arsénio, presidente da Câmara de Beja, sublinha que são intervenções importantes para as atividades económicas e comerciais e para quem mora na cidade.”
Agora é que Beja se vai transformar no “centro do sul”.
Entretanto, o edificado do centro histórico vai transformando as ruas em locais degradados. Mas acessíveis.
Temos o que merecemos!
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Abr
08
2022
Publicado por João Espinho

Na secção “Cartas ao Diretor”, do Diário do Alentejo, escreve Domingas Velez:
“Ao ler o artigo da autoria de Paulo Barriga, na revista Sábado nº 933, da semana de 17 a 23/03/2022, sobre o tema “Os Concursos” (aconselho que leiam, diz respeito à cidade de Beja), surgiu em mim uma agitação que espicaçou a minha capacidade de aceitação e resiliência que tenho tido há mais de dois anos, altura em que me candidatei ao procedimento concursal para dirigente intermédio de 2º grau Chefe de Divisão de Educação, Desporto e Juventude. O que leio no artigo, ainda me conseguiu surpreender, pois são apontados factos que desconhecia, como a atribuição de 22 valores numa escala de 0 a 20, assim como o referido concurso ser de “carácter urgente” e passados mais de dois anos, o procedimento concursal continuar a decorrer.
“O presidente da autarquia descarta para o júri “a inteira responsabilidade” pela estruturação e elaboração das atas” – é óbvio! Já a presidente de um dos júris, diz que “tudo foi feito com honestidade e sem a intenção de beneficiar ou de prejudicar ninguém” e que, “quem define as questões processuais é a autarquia.” Então, em que ficamos? A quem cabe a responsabilidade? Isto não é “brincar com quem trabalha”, mas é desrespeitar os concursos e os concorrentes.
Lê-se ainda no artigo, relativamente ao concurso para chefiar a Divisão de Educação, Desporto e Juventude: “Para o presidente da autarquia, o vencedor “não foi designado por motivos de carácter superveniente relacionados com o funcionamento dos serviços que integram a respetiva unidade orgânica” e que apesar deste tipo de procedimento ter um “caráter urgente”, a nomeação “depende da entidade promotora.”” Estas duas justificações são de um obscurecimento notável! Então, o funcionamento dos serviços da divisão supracitada, funcionam melhor sem chefe de divisão? E o que era urgente, deixou de ser! E ainda a nomeação depende da entidade promotora – o presidente da autarquia!
A autarquia, durante este período de mais de 2 anos, não deu qualquer explicação aos candidatos, somos mesmo compassivos! E ainda acresce à tentativa de explicação, a citação da Lei 2/2004, de 15 de janeiro, para explicar que a mesma foi aplicada e “atendeu a critérios de transparência, eficiência, economia de custos e celeridade que devem presidir à atividade administrativa.” Pelo exposto, verifica-se a inaplicabilidade da legislação focada.
Como se pode constatar, pelas datas referidas, este foi um assunto que passou do mandato anterior da autarquia para o atual, mantendo-se o presidente da mesma; podemos assim avaliar o peso que foi e é dado ao assunto e consequentemente à Educação, ao Desporto e à Juventude do concelho de Beja.
Tendo a situação chegado a este ponto, esperemos que a sua resolução seja mais precisa e que o futuro traga melhores práticas.
No presente artigo, só me debrucei pelo procedimento concursal para chefe de divisão de Educação, Desporto e Juventude da CMB, mas reforço o conselho de lerem o artigo completo sobre os 3 concursos” – https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/tres-concursos-a-mesma-vencedora
Domingas Velez
Beja
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Abr
06
2022
Publicado por João Espinho

PCP diz que sessão com Zelensky contraria papel do Parlamento de “defesa da paz”
A líder parlamentar do partido refere que “realização de sessões com intervenção de chefes de Estado na Assembleia da República, ao longo dos últimos anos, têm sido muito limitadas”.
Publicado em Guerra 2022 | 2 Comentários »
Abr
05
2022
Publicado por João Espinho

De 21 a 25 de abril, Beja vai ser palco da 38ª edição da OVIBEJA.
Pode consultar aqui o programa da grande feira do Sul.
O blog Praça da República, mantendo a tradição, irá fazer alguns passatempos relativos à OVIBEJA. Mantenham-se atentos.
Publicado em A minha cidade, Ovibeja2022 | Nenhum Comentário »
Abr
02
2022
Publicado por João Espinho

António Costa Silva chegou a Ministro da Economia e do Mar.
Será que Barnabé está à espera de um telefonema/convite?
Aguardemos.
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Mar
31
2022
Publicado por João Espinho

Orçamento Participativo de Beja recebe últimas propostas.
Aqui deixo uma proposta: deslocar a estátua da Raínha D. Leonor para o centro do Largo da Conceição, delimitando o espaço com plantas e arvoredo de pequeno porte, não permitindo, assim, que ali se volte a realizar comício onde se ouviria dizer “fazer o que ainda não foi feito”. Beja agradece!
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Mar
27
2022
Publicado por João Espinho

Dizem que foi convidado para assumir diversos cargos no governo.
Dizem que rejeitou todos. Razão: nenhum se encaixa no seu perfil.
Pronto. Aguardemos pela próxima nomeação
Vivó Pedro. Do Carmo.
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Mar
27
2022
Publicado por João Espinho

foto: Ivan Gallini
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Mar
25
2022
Publicado por João Espinho
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Mar
23
2022
Publicado por João Espinho

Convidados: Ana Paula Amendoeira, Florival Baiôa Ana Maria Ramoa,Ágata Navarro e Manuel Faião.
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Mar
20
2022
Publicado por João Espinho

Coloco à discussão comentário escrito por leitor/a:
“Parece que nestes concursos:
. as atas de definição dos critérios de seleção dos candidatos foram feitas depois de terminar o prazo para a apresentação de candidaturas;
. os critérios foram definidos depois de serem conhecidos os candidatos;
. as notas das avaliações foram atribuídas antes dos candidatos fazerem as provas;
. as propostas de nomeação para a ocupação dos cargos foram feitas antes de estarem concluídos todos os métodos de seleção;
. os candidatos nomeados nem sequer foram os propostos.
Face a tudo isto, poderá alguém defender estes procedimentos e será possível que os concursos sejam válidos?
A serem válidos, este exemplo deve ser replicado por todo o país.
Assim, numa única ata são definidos os critérios, admitidos os candidatos que interessam, avaliados os candidatos mesmo sem prestação de provas e feita logo a proposta de nomeação do candidato que se quer colocar no cargo.
Desta forma, os concursos ficam concluídos dentro do prazo, as câmaras têm a certeza que quem irá ser nomeado e não gastam quase nada com o júri porque este só se desloca para uma reunião, o júri não perde o seu tempo pois só precisa de assinar a ata uma vez que o resto já está tudo feito e os candidatos também não gastam nada porque nem precisam deslocar-se para fazer as provas.
Parece só ter vantagens.”
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Mar
18
2022
Publicado por João Espinho
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