Nov 05 2015
Nov 05 2015
Princípio de Peter
Publicado por João EspinhoNov 04 2015
Ditadorzinho
Publicado por João EspinhoNov 04 2015
Carlos César e o PCP
Publicado por João Espinho
Transcrevo Luís Novaes Tito:
“Se Carlos César conhecesse bem o PCP não lhe teria feito hoje ontem o ultimato que fez.
O PCP não é força que tema ultimatos e sabe desde a noite do dia 4 que o PS não votará uma moção de rejeição se não tiver o acordo que pretende. A resposta não se fez esperar, claro.
O PCP fez de novo saber que apresentará uma moção de rejeição. (aqui para nós que ninguém nos ouve, o PCP está-se nas tintas para que o PS apoie ou não a sua moção de rejeição – esse será um problema que o PS terá de resolver posteriormente com os eleitores).
O que o PCP não quer, nem nunca quererá, é perder o seu poder reivindicativo (tanto nos sindicatos, como no poder autárquico) e nunca cederá a perder nas ruas o que nunca consegue nas urnas.
Isto de ter a mesma pessoa como Presidente do PS e como líder do Grupo Parlamentar do PS nunca poderia dar bom resultado.”
Luis Novaes Tito
Nov 04 2015
Foi há 1 mês
Publicado por João EspinhoNov 02 2015
Prova de vida
Publicado por João Espinho
Quase um mês após as eleições, a Distrital de Beja do PSD vai, esta noite, dar prova pública da sua existência. E por que razão?
Para se pronunciar sobre um hipotético acordo entre PSD e PS levado a cabo em … Outubro de 2013. Dois anos depois.
Não se percebe o que é que, na verdade, anda a Distrital a fazer. E ocorre-me perguntar: a aliança PSD/PCP nas juntas de freguesia da cidade de Beja foi alvo de acordo? Não foi? E a Distrital, neste caso, não se pronuncia?
Enfim, coisas da minha cidade.
Nov 01 2015
Sócrates e a liberdade de expressão
Publicado por João Espinho
“José Sócrates sempre conviveu mal com a liberdade de expressão e de informação. Enquanto foi governante, recorreu inúmeras vezes aos tribunais com processos-crime e cíveis para silenciar a informação que não lhe agradava. Apresentava pedidos de indemnização de elevado valor para intimidar os jornalistas e as empresas de comunicação social, uma vez que estas são obrigadas a contabilisticamente provisionar esses pedidos. Tanto quanto sei, sem grande sucesso final, mas com o desejado desgaste dos seus críticos. (…)
Certo é que na sua estratégia de defesa criminal, o ex-primeiro-ministro não hesitará em lançar mão de todos os meios que lhe foram úteis para os seus fins. Depois de durante meses reiterar que nenhuns factos existem contra si no processo-crime denominado Operações Marquês, veio agora pedir aos tribunais a proibição da divulgação dos factos nele constantes. Por não serem criminais?
(…)
Esclareça-se que o direito à informação não abrange só os factos criminais. Faz parte do direito à informação os portugueses poderem saber, por exemplo, que o ex-primeiro-ministro utilizava seis telemóveis. Se o fazia por razões lúdicas ou para esconder actividades criminais, poderá esclarecê-lo se quiser, mas temos todo o direito de o saber, como temos todo o direito de saber dos meandros de um círculo de amizades em que circulava despreocupadamente tanto, tanto dinheiro. Mesmo que não seja crime.”
Leia aqui o artigo completo.











