Fev 05 2016
Fev 04 2016
Weiberfastnacht
Publicado por João EspinhoFev 04 2016
É Carnaval
Publicado por João EspinhoFev 04 2016
A capa da Vanity Fair
Publicado por João Espinho
Esta é a capa que a Vanity Fair lançou para a edição Hollywood. Há mulheres de todas as idades e vários tons de pele para enaltecer a diversidade na indústria do cinema. Mas pode ter corrido mal.
Leia Quais são os seis erros desta imagem?
Fev 03 2016
Beja está a definhar
Publicado por João Espinho
“(…) Ao longo dos últimos anos Beja tem perdido a todos os níveis. Perdeu população, tem menos serviços públicos, é cada vez menos influente no plano político e nem sequer consegue capitalizar os recentes grandes investimentos feitos pelo Estado, nomeadamente o aeroporto e o Alqueva.
É certo que no caso deste último, se nota uma evolução nos campos em redor da cidade. Há novas culturas e novas indústrias a florescer. Mas isso ainda não trouxe o impacto esperado à cidade. E relativamente ao aeroporto nem vale a pena acrescentar mais uma linha ao que tem vindo a ser escrito nos últimos anos
Por tudo isto, é urgente que haja uma mudança em Beja. De mentalidades e não só. Porque para que a cidade possa sair do marasmo em que se encontra é preciso fazer mais do que festas e outros eventos, enquanto se espera que o desenvolvimento caia do céu. Só uma cidade viva consegue crescer. E a Beja actual dificilmente conseguirá evitar o definhamento”
Carlos Pinto in Correio Alentejo (ler aqui)
Fev 03 2016
Há 34 anos
Publicado por João EspinhoFev 02 2016
É preciso gritar
Publicado por João Espinho
foto: joão espinho
“Há quem observe em Beja uma realidade estranha. Quem acredite que aqui “acontece”, que Beja “merece” o que tem, o que lhe está destinado – como se fosse algo de transcendente que nos leva às “graças de Deus”. Que Beja tem “alma”!
Nada mais falacioso.
Há quem se excite com o que existe: com a mediocridade, com a fatalidade, com a desesperança. Há quem veja nesta terra o que não consigo ver. Quem vislumbre nisso um futuro (?) nas ruas vazias, nos rostos apagados de esperança, resistentes por vontade própria e não por dever de quem nunca poderia abdicar, de quem nunca nos deveria ter trocado pelas coisas mundanas. Mas abdicou. E trocou.
O que vejo não corresponde a essa visão do “céu na terra”, da excelência da omnipresença, do pensamento único! (A síndrome do cisne preto em seu esplendor)…
O que vejo é triste e amargo, é tão raso como o vazio de ideias, a falta de vontade, a incompetência para os compromissos, a fraqueza em vez da força! É tudo menos esperança, ou mudança, ou avanço, ou progresso! (tão pouco ousam a utopia!).
É abandono, silêncio fundo que se cala no medo. É abandono que alimenta um poder bacoco e inerte. Sem fôlego, sem chama, sem vida, sem rumo que nos leve por diante. Uma terra que perde importância, que se afasta para que a vejam ao longe, numa breve silhueta.
O que vejo é uma terra que segue o caminho do passado, que se pinta numa cópia gasta de outras aventuras curriculares, que se definha na vontade caprichosa de um presidente. De um homem só…
O que vejo é também o que sinto: uma terra sem alma, que adormece para júbilo daqueles que a querem assim, pelo poder, só pelo poder em benefício próprio e nunca por todos!… É uma terra que pode ser tanto, e muito mais. E que podendo ser um dia será!
É essa a esperança que nos deve animar, o desafio dos que não se resignam, dos que não temem o futuro. Dos que um dia ousarão fazer mais, fazer tudo até, porque para fazer é preciso gostar!”
Jorge Barnabé
Fev 02 2016
EMAS – o que se passa com as facturas?
Publicado por João Espinho
foto: radio pax
Tenho ouvido muitos protestos. Eu próprio contactei (princípio de Janeiro) a empresa para alguns esclarecimentos. Entretanto, aguardo a factura referente ao mês de Janeiro para ver como são feitos os acertos.
Voltarei ao assunto.
Actualização: algumas pessoas estão a cancelar o débito directo. É, penso eu, uma atitude acertada.
Fev 02 2016
Hilariante
Publicado por João Espinho
O PCP, que no distrito de Beja perdeu cerca de 10.000 votos (entre Outubro/2015 e Janeiro/2016), anda inquieto com a eleição de Marcelo. É mesmo para rir, não é?









