Abr 07 2016
Abr 05 2016
Correio do leitor
Publicado por João Espinho
“A 1 ano e pouco de eleições e com o mapeamento dos projetos já fechado no âmbito do Alentejo 2020, onde é que a CMB vai arranjar financiamento ? Deve ser a alma criativa que vai resolver o problema. Por falar em alma criativa( à conta da qual o JR contratou um amigo bimbo para delinear a estratégia) , foi hoje anunciada a criação e o financiamento para a rede nacional de cidades criativas. Beja que estava, no mandato anterior, integrada com um projeto inovador, agora desapareceu do mapa…mas Évora lá está a mostrar como se trabalha! Deve ser o tal novo rumo de que falava o JR.”
Abr 05 2016
Discutir a regionalização?
Publicado por João Espinho
Sim, claro! Mas que sejam todos os alentejanos a discuti-la.
Entretanto, o próximo objectivo é “a construção do Projeto Lei de iniciativa popular para a criação da Comunidade Regional do Alentejo o que exige a recolha de pelo menos 35 mil assinaturas.”
Muito bem. E o que diz a Constituição da República Portuguesa?*
Pois é, vamos então discutir a revisão da CRP e deixemo-nos de invenções transitórias, provisórias, efémeras, que só afastarão os alentejanos da discussão que interessa.
*A Regionalização está dependente da aprovação em referendo popular.
Abr 04 2016
Panama Papers
Publicado por João Espinho
fonte: Süddeutsche Zeitung (artigo em inglês)
Leia também na página do ICIJ (The International Consortium of Investigative Journalists)
Abr 04 2016
É óbvio que a obra não está pronta
Publicado por João EspinhoAbr 04 2016
Campanha eleitoral
Publicado por João EspinhoAbr 03 2016
A chantagem de Luanda
Publicado por João Espinho
“Foi chocante a facilidade com que o PSD e o CDS votaram contra (os votos de protesto apresentados na AR), argumentando a favor da não ingerência nos assuntos internos de Angola. O PCP é outro caso, triste mas absolutamente natural num partido que ainda pensa que vive no tempo da União Soviética e para o qual o MPLA é “de esquerda”, tal como o regime norte-coreano que, enfim, exagera um pouco. Ouvimos gente séria argumentar a favor dessa atitude da direita, não tanto com as razões económicas, mas porque seria pouco avisado interferir na Justiça angolana, quando a justiça portuguesa também interfere com cidadãos angolanos, normalmente com grandes investimentos em Portugal, por não respeitarem o Estado de Direito democrático português. Misturar as duas coisas parece um pouco exagerado. Cá é por razões que se prendem com os grandes negócios. Lá é por razões bem mais graves: o simples direito cívico e político de ter opinião diversa da do Governo angolano.” (ler aqui)








