Mai 10 2016

Já se pode visitar?

Publicado por João Espinho

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foto: joão espinho

Concluídas obras no Castelo de Beja

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Mai 10 2016

Beja

Publicado por João Espinho

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foto: joão espinho

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Mai 10 2016

Uma pequena questão

Publicado por João Espinho

depósito
Quanto custa desmantelar este reservatório?
Já sei a resposta: o valor do desmantelamento está incluído no valor da empreitada dos trabalhos arqueológicos naquela zona.
Haverá alguma razão para “camuflar” o valor do desmantelamento? Calculo que a Câmara Municipal de Beja queira manter esse número escondido. Mas em nome da transparência, destapem esse mistério. Beja merece!


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Mai 09 2016

Mértola – Festival MUR

Publicado por João Espinho

mértola

Mértola 13 a 15 de Maio, a primeira edição do Festival MUR, um evento que tem como palco privilegiado a Vila-Museu. O programa do MUR integra várias actividades culturais, com destaque para a apresentação do Festival Islâmico de 2017.
(consulte aqui o programa

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Mai 09 2016

Beja e os comboios

Publicado por João Espinho

cp

Escreve o Diário do Alentejo:

    Apesar de um cenário de aumento da utilização do comboio, a CP considera que “a oferta disponível nesta ligação é suficiente para a procura existente” e recusa a ideia da criação de uma, ou mais, ligações diretas de Beja a Lisboa.

    A CP diz que “a região regista níveis baixos de procura do serviço ferroviário” e que o serviço só é mantido “por objetivos específicos ligados à coesão territorial”, referindo que, “apesar dos índices de crescimento de passageiros e receita e da redução de custos, a taxa de cobertura global é da ordem dos 18 por cento”.

Mais tarde ou mais cedo até as automotoras vão desaparecer. É uma questão de tempo.

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Mai 08 2016

Cais na Planície

Publicado por João Espinho

cais na planicie

“Era uma vez uma associação. Cavaleiros de guerra montados em kayaks que em 2005 desceram o Guadiana e atracaram nesse místico cais. Um cantinho sem sono, numa cidade adormecida.

Era uma vez um capitão. Sem leme mas com rumo: fazer da planície mar, um lugar onde ancorar e beber a magia dessa cidade que era de todos.

Conquistado o território, era hora de fazê-lo crescer. Levantaram-se as âncoras do querer, içaram-se as velas da ousadia; a tripulação era escassa mas, contra tudo e todos, e numa determinação desmesurável, na planície esquecida emergiu o Cais. O povo desceu o morro, atraído pelas luzes que emanavam dessa casa que o recebeu, calorosa e incessantemente, durante 10 anos de luta e vontade.

Era uma vez uma casa que fechou as portas porque nem só de vontade se faz o caminho. Era uma vez um cais que começou a desmoronar de tão sozinho. Era uma vez um capitão que fez desse cais a sua eterna viagem, enfrentando inúmeras tempestades, sem deixar de acreditar que era possível chegar a bom porto. Esse capitão correu o mundo à procura de soluções para edificar o seu sonho, e resistiu às constantes portas que viu serem fechadas, as portas desses castelos millennares, onde os pequenos grandes sonhadores não entram. Chegou o dia em que para dar alma a essa casa que pretendia ser de todos, o capitão teria de abdicar da sua.

Era uma vez uma tripulação cansada. Era uma vez a hora de parar. Parar para descansar da revolta. Parar para encontrar novos fôlegos e reinventar caminhos. Parar e respirar para poder renascer, para que este sonho feito de vitórias não tenha de morrer na praia.”

Sendo o Cais um espaço que é de todos, muitos são os que me têm questionado sobre o porquê desta tomada de decisão. Este encerramento, o qual pretendemos que seja temporário, surge como uma necessidade incontornável, fundamental para a restruturação deste projeto associativo.
Em nome de toda a equipa, agradeço toda a compreensão, apoio e mensagens de incentivo.

Ricardo Xavier de Sousa

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Mai 08 2016

Portugal – A desertificação

Publicado por João Espinho

Many Portuguese villages have lost about three-quarters of their population in the past decades, due to mass emigration to wealthier countries (daqui)

Ler/ver imagens aqui

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Mai 08 2016

Domingo #339

Publicado por João Espinho

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foto: Yannick Faure

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Mai 06 2016

Diário do Alentejo

Publicado por João Espinho

diário alentejo

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Mai 06 2016

Beja – XII Festival Internacional de Banda Desenhada

Publicado por João Espinho

banda desenhada

A 27 de Maio será inaugurada, pelas 21 horas, no Pax Julia, a 12.ª edição do Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja.
O Festival, que decorrerá desde essa data até dia 12 de Junho, apresenta este ano um novo formato, uma vez que grande parte das exposições e da programação paralela se localizarão no centro histórico da cidade, com destaque para o Teatro Municipal que será o núcleo principal.

(não disponho do programa. logo que possível, será aqui apresentado)

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Mai 06 2016

Bom fim de semana

Publicado por João Espinho

bom fim de semana
foto: Alexandr Savichev

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Mai 06 2016

Sobre o depósito de água

Publicado por João Espinho

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foto: radio pax

A questão voltou a ser discutida, numa ocasião em que se aproxima o derrube do depósito.
Abordemos então algumas questões de índole política:

1 – Em 25/11/2015 – o Partido Socialista apresentou na Assembleia Municipal um Projecto de deliberação de Referendo Municipal – Depósito de água da Rua da Moeda, em Beja – onde a questão a colocar aos munícipes seria:
“Concorda com a demolição do Depósito de Água sito na Rua da Moeda em Beja?
2 – Destaco as seguintes posições:

“O eleito José Pedro Oliveira (MPBCT) – Não sabe se um processo de referendo será o mais adequado porque é uma fórmula muito demorada, se tivesse sido tomado mais cedo essa opção de promover a discussão pública e eventual referendo para se tomar já uma decisão tudo bem.
A eleita Susana Correia – (CDU) referiu que é totalmente a favor da desmontagem do depósito de água.
O eleito António Mourão (PS) referiu que a proposta do PS tem a ver sobretudo com a ausência de debate sobre esta situação.”

3 – Da acta da reunião não constam intervenções dos partidos da coligação PSD/CDS.

4 – Colocada à votação, a proposta foi rejeitada por maioria com os votos contra da bancada da CDU , as abstenções das bancadas do PSD-CDS/PP e MPBCT e os votos a favor da bancada do PS.

Conclusão: não podemos imputar unicamente ao PCP a falta de vontade em fazer um amplo debate público sobre o assunto, o que aconteceria se houvesse um referendo municipal.
À partida, sabia-se que a proposta seria chumbada (a CDU não permite desvios), mas PSD/CDS/MPBCT não souberam (ou não quiseram) isolar o PCP numa medida que lhe poderia trazer algumas amarguras. Assim, PSD, CDS e MPBCT, deram aval à tradicional falta de vontade que o PCP tem em discutir publicamente as suas decisões e posições.

(Os interessados podem ler aqui as páginas da acta da AM)


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