Nov 28 2016
Nov 28 2016
Arco dos Prazeres – Premonições
Publicado por João EspinhoNov 26 2016
Morreu ditador comunista
Publicado por João Espinho
Através de uma revolução sangrenta, Fidel chegou ao poder na década de 1950. Líder marxista-leninista impiedoso, assassinou um número incontável de cubanos inocentes e vários milhares fugiram para pedir asilo noutros países. Admitiu ter mandado encarcerar cerca de 15.000 presos políticos. Mesmo assim, foi um herói para muitos esquerdistas em todo o mundo e inspirador de verdadeiras atrocidades.
Por ocasião do seu 90º aniversário, Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do Partido Comunista Português, enviou uma mensagem ao líder histórico da Revolução cubana onde valoriza a sua «vida de revolucionário e comunista inteiramente dedicada à luta pela liberdade, soberania e progresso social do seu povo e à causa libertadora dos trabalhadores e dos povos de todo o mundo».
Nov 23 2016
Beja – Empréstimo de 500 mil euros para quê?
Publicado por João Espinho
Sintético de Beringel custou 500.000 € mas não foi feito.
Explica Vitor Besugo:
“CAMPO DE FUTEBOL SINTÉTICO DE BERINGEL CUSTOU 500.000 EUROS… SÓ TEVE UM PEQUENO PROBLEMA… NÃO FOI FEITO!
Na passada segunda-feira, 21 de Novembro, durante a aprovação do orçamento municipal para 2017 da Câmara Municipal de Beja, enquanto membro da Assembleia em representação da vila de Beringel, questionei o executivo se sabia onde tinham sido aplicados em 2008/2009, os 500.000 euros que foram emprestados à Câmara Municipal de Beja pelo Novo Banco, para a construção dos campos sintéticos de Beringel e Salvada. Segundo o documento em anexo, a Câmara de Beja está a pagar essa dívida de meio milhão de euros à entidade bancária, mas pelo menos em Beringel o campo sintético só existiu em campanhas eleitorais. Uma vez mais a população de Beringel foi prejudicada em prol de outra “necessidade”.
Atenção que não estou a culpar este executivo de nada, só questiono se estão a pagar uma dívida de uma coisa que não existe, se sabem, ou se tentaram saber onde foi parar o MEIO MILHÃO DE EUROS destinado à construção do campo sintético de Beringel. Esse dinheiro é dos contribuintes e não sei até que ponto não é crime o que fizeram a Beringel… Não sei quem foi, na Assembleia nada me disseram, mas a população de Beringel exige saber.”
Nov 23 2016
Praça da República – o debate vai recomeçar
Publicado por João Espinho
foto: joão espinho
Escreve Luís Palminha:
“Vou aproveitar para comentar aquela que será provavelmente a notícia do dia em Beja e arredores.
A palavra de ordem é “a Praça da República volta a ser como antigamente”.
Quem me conhece sabe que tenho um gosto especial por abordar os problemas de forma diferente. Gosto de observar, gosto de analisar e gosto de experimentar soluções até que as mesmas se mostrem erradas. Muitas vezes defendo aquilo que a maioria considera o absurdo. Mas eu sou assim, embora esta característica seja vista por alguns como uma qualidade de “arrogância”. Na vida, das coisas que mais prazer me dá é pensar por mim mesmo.
Sim, devo reconhecer que é uma atitude corajosa do Presidente da Câmara “apagar” o trabalho do Programa Polis realizado na Praça da República, mas eu atrevo-me a realizar uma observação diferente.
Não sei quantos milhões de euros foram gastos na Praça da República no âmbito do Programa Polis, mas fazer para desfazer parece-me à partida, contra-lógico.
Embora seja verdade que a “cidade” sempre reagiu negativamente perante 2 projectos do Programa Polis, nomeadamente o Parque Subterrâneo da Av. Miguel Fernandes e a Praça da República, também não é menos verdade que a Câmara Municipal não teve em tempo algum a capacidade de criar um plano ambicioso que relançasse o Centro Histórico onde tirasse proveito destas obras.
O estado a que chegou o nosso Centro Histórico é visível para todo e qualquer Bejense e não Bejense.
Habitação Jovem no Centro Histórico? Ideias para o rejuvenescimento e promoção do Centro Histórico?
Vamos continuar a “empenhar” dinheiro a mudar as pedras de sítio enquanto as paredes das casas vão continuar a ruir.
É preciso fazer muito mais do que tomar medidas “avulsas”. Beja precisa de muito, muito mais.
Disto isto, e estabelecendo que desta breve análise já passaram pelo Autarquia Bejense vários Presidentes, tendo até por breves instantes alterado a cor política dominante, sou capaz de afirmar que talvez o maior problema de Beja seja a falta de visão, falta de capacidade de planeamento e a pouca criatividade.
Em relação à relocalização dos serviços da autarquia, acho um erro grosseiro. Os mesmos estão a funcionar em pleno com todas as condições, com facilidade de acesso numa antiga escola.
Isto foi apenas uma muito breve reflexão. Uma reflexão de alguém que gosta de pensar por si e que continua a gostar de Beja.”














