Fev 20 2017
Fev 19 2017
Regressou
Publicado por João EspinhoFev 18 2017
1º FlightSIM no Museu do Ar
Publicado por João EspinhoFev 17 2017
Duelo em Ourique?
Publicado por João EspinhoFev 17 2017
Autárquicas – escreve um leitor
Publicado por João Espinho
“Eu compreendo a dificuldade em que se encontra o eleitorado clássico da CDU ao ver que desta vez a coisa vai ser séria, adivinha-se mesmo muito séria pois o Paulo Arsénio não vai deixar de se rodear de gente reconhecida, insuspeita e competente , que vai apresentar seguramente um programa eleitoral coerente para a cidade e o concelho, capaz de mobilizar muita gente , mesmo no eleitorado social-democrata do PSD… Eu vaticino, como muitos bejenses, uma derrota expressiva da CDU … da última vez ganharam penso que por 300 votos…só esses já perderam entre funcionários da câmara e votantes de Albernoa ( e não vale a pena agora em “recta final” dar papinhas e bolos às pessoas pois já toda a gente percebeu quem tem “mandado” , é o termo, na Autarquia…) ele que se cuide, se não gosta de ser contrariado vai ter que comprar pastilhas da azia, porque há muita gente nas hostes socialistas e independentes que apoiam o PS preparados para o confrontar…e diga-se de passagem, nem deve dar muito trabalho desmontar a argumentação de quem não conseguiu apresentar um programa eleitoral e centraliza , tanto quanto estou informado, todas as decisões… Não foi isto a que a CDU nos habituou e este executivo irá seguramente ser muito penalizado por isso…”
“Eu tenho alguma dificuldade em perceber o que é que este executivo tem para justificar uma vitória nas próximas eleições autárquicas…por favor na próxima campanha não vamos discutir outra vez as obras na cidade , festas , comes e bebes…a gestão corrente da Câmara qualquer pessoa faz, aliás a “coisa” funciona sozinha..tem Directores de Departamento , Chefes de Divisão etc etc…esses fazem funcionar a Câmara…há quem atenda os telefones , há Recursos Humanos e Área Financeira… mesmo que o Presidente e os vereadores não estivessem lá um mês , a “coisa” continuava a funcionar.
O que está em causa em Beja é o MODELO DE DESENVOLVIMENTO .
Queremos ser uma cidade europeia ou queremos estar, enquanto cidade, “fora” da Europa? Queremos harmonia ambiental, cultura e tecnologias “limpas” ou queremos nuvens de fumo carregado de azeite a multiplicarem-se no céu do Concelho? Queremos uma aposta num Turismo de qualidade ( temos excelentes condições como sabemos, mas são promovidos por empresas PRIVADAS como o Vila Galé ou a Herdade dos Grous , entre outros) ou queremos continuar a atender, falando um português espanholado os turistas que se sentam à mesa dos nossos restaurantes em busca de “qualidade”(porque baixos preços para eles já nós temos…)… queremos ouvir só nós o Cante ou queremos torná-lo da dimensão do Fado, estudá-lo,promovê-lo e compará-lo com outros “cantes”( mediterrânicos por exemplo…) promovendo a nossa cultura entre os nossos parceiros comunitários e extra-comunitários como já se fez com património material como os vinhos ou os azeites de qualidade…enfim…muito haverá a dizer…mas com este executivo, bem, pelo que sinto, vejo e ouço, acho que a contagem decrescente já está iniciada…”
Fev 17 2017
Já comprou o seu exemplar?
Publicado por João EspinhoFev 16 2017
As etiquetas partidárias
Publicado por João Espinho
Escreve Pedro Correia no Delito:
Ouço por vezes falar em “ideologias” na política portuguesa. Há até uns sábios que se assumem como guardiães dos respectivos templos.
Mas que ideologias, afinal?
O CDS reivindicou-se sempre como partido “do centro”. C de centro, aliás. Mas esteve sempre à direita do centro, contrariando aliás a vontade de um restrito núcleo dos seus fundadores.
O PCP só seria comunista se fosse um partido revolucionário. Mas é um partido institucionalista, com base social no funcionalismo público a nível nacional e local. Nada tem de revolucionário.
O PSD nunca foi social-democrata. Foi – e é – um partido liberal, conservador, com matizes populistas nas suas adjacências regionais.
O PS meteu o socialismo na gaveta ainda na década de 70. Teve sempre uma matriz dominante – a da social-democracia clássica, com erupções sociais-cristãs sobretudo no consulado de António Guterres.
O Bloco de Esquerda é vagamente “socialista” mas contemporizador com a UE capitalista, da qual não quer dissociar-se. Burguês até à medula, com representação residual junto dos segmentos mais pobres da sociedade.
O PEV é tão ecologista como eu sou evangélico, xintoísta ou libertário. Eterna muleta do PCP, sempre foi muito mais vermelho que verde.
Esqueçamos portanto as etiquetas. Dizem-nos muito pouco ou quase nada dos partidos portugueses.













