Mar 20 2017
Mar 20 2017
Instinto fatal 25 anos depois
Publicado por João Espinho
25 anos depois de o filme ter estreado, alguém está a mentir. Realizador e atriz têm versões diferentes sobre a mítica cena do (des)cruzar de pernas. Foi ou não consentida?
(leia aqui)
Nota: isto deve ser alguma jogada publicitária. Passados 25 anos é que se lembram de “recuperar” as cuecas de Sharon Stone?
Mar 20 2017
Em Beja acontece
Publicado por João Espinho
Ou, como diz a propaganda, “Beja mexe!”. A estratégia de curto e médio prazo do município é, sem dúvidas, pôr as pessoas a mexer daqui para fora. Os projectos estruturantes, como a desertificação do centro histórico, já não podem ser ocultados. Quanto mais avançamos no tempo, melhor percebemos como o PCP está a ganhar a sua batalha de matar a cidade. E, desculpem que vos diga, já nada, ou muito pouco, há a fazer. Aos nossos filhos resta-lhes sair daqui. Pessimista? Não! A olhar para a terra onde nasci a desaparecer, pergunto-me se ainda haverá alguma solução. E não encontro respostas.

fotos: João Espinho
Mar 19 2017
Autárquicas 2017 – Beja PSD/CDS
Publicado por João EspinhoMar 17 2017
“Olhar a Liberdade” – concurso de fotografia
Publicado por João Espinho
foto: joão espinho
A Câmara de Aljustrel tem a decorrer a 11ª edição do concurso de fotografia “Olhar a Liberdade”, iniciativa integrada no programa de comemorações do 43º aniversário do 25 de Abril.
Os interessados em participar podem apresentar os seus trabalhos até 5 de Abril, sendo que devem ter por base o conceito de “Liberdade”. (ler aqui)
Mar 17 2017
Paxgás – GALP – Câmara – Esclarecimento
Publicado por João Espinho
A Câmara de Beja esclarece:
“A Câmara Municipal de Beja, face às reclamações recebidas dos nossos munícipes, respeitantes a valores constantes na fatura de gás natural, da GALP, por via da Paxgás, informa o seguinte:
O Município de Beja, nos termos da lei, e como outros, cobra às empresas, que utilizam o subsolo, a Taxa de Ocupação do Subsolo (TOS).
Porém, os valores emitidos e cobrados pela Paxgás – GALP, nas faturas enviadas aos seus clientes, foi uma decisão da exclusiva responsabilidade da empresa que, apesar de concessionária de um serviço público, visa a obtenção de lucro.
Esta situação é tão mais grave na medida em que a Câmara Municipal estabeleceu um acordo com a Paxgás – Galp, de forma a que esta pudesse recuperar os seus créditos, num prazo de oito anos, não sobrecarregando os seus clientes com montantes como os que está a impor de uma só vez (num ano), ao arrepio do citado compromisso assumido com o Município.
Felizes os contemplados com gás natural, pois nós, os que vivemos no renovado Centro Histórico, continuamos com as antigas, e mais caras, botijas.
Mar 17 2017









