Abr 04 2017

Beja – há falta de bairrismo?

Publicado por João Espinho


foto: joão espinho

Comentário deixado aqui:

“Desculpem mas não considero que o maior problema da cidade seja político. Quando os residentes são os primeiros a transformar Beja numa cidade fantasma que dizer? Chega o verão e é ver remar o pessoal para monte gordo, no Inverno para Lisboa. Tudo o que é de fora é bom e cá é tudo mau. Abre-se um negócio abrem-se logo meia dúzia iguais. Um pouco de bairrismo fazia muita falta. Quando se cospe no prato onde se come só pode dar nisto. Se houvesse união muita coisa podia ter início. Quantos espetáculos há de borla sem que ninguém aproveite? Quantas pessoas usam as nossas óptimas piscinas(a precisar de uns balneários melhores) mas tão agradáveis no verão? Há uma desvalorização da cidade pelos próprios logo como pode só a política resolver? É a minha modesta opinião…”

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Abr 03 2017

Entrega da declaração do IRS

Publicado por João Espinho

Qual é a melhor altura para entregar o IRS?

Um contabilista aconselha a entregar o IRS sobretudo a partir de dia 10 de Abril para dar algum tempo à Autoridade Tributária de mostrar que o sistema está a funcionar em condições. Historicamente, todas as novas aplicações da Autoridade Tributária precisam sempre de algum tempo até estarem estáveis.

Ao fazer o IRS e a respectiva simulação os valores diferem do e-fatura. Estará correcto?

O e-fatura só tem parte das despesas, aquelas que foram comunicadas pelas entidades através de factura. Mas nem todas lá estão. É o caso das despesas de educação ou de saúde, que são por recibo. Portanto, poderá estar certo. Em caso de dúvida, é sempre fazer manualmente a inscrição de despesas no anexo H.

Leia aqui as respostas a outras dúvidas.

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Abr 03 2017

Bomba mata em São Petersburgo

Publicado por João Espinho


foto: AFP
Mais de uma dezena de mortos e cerca de 45 feridos é o balanço avançado pelas autoridades após a explosão entre duas estações de metro em São Petersburgo. As autoridades russas encontraram e desarmaram uma segunda bomba no metro.

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Abr 03 2017

Diário do Alentejo

Publicado por João Espinho

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Abr 03 2017

Ainda sobre Beja e a força da cunha

Publicado por João Espinho


foto: joão espinho

Escreve um leitor:

“O autor deste comentário tem toda a razão. A cunha e a corrupção são os grandes males da nossa democracia. Há cunhas em todo o lado, no estado central e no poder local mas como todos os partidos têm os seus telhados de vidro, ninguém fala sobre isso. No estado central há cunhas para os militantes, simpatizantes e familiares dos partidos que vão para o governo, PS, PSD e CDS. Há cunhas na saúde, na segurança social, no IEFP, na EDIA, etc. Presidentes de câmara e deputados estão nesta lista, os seus empregos são nestes serviços estatais.
Nas autarquias a situação não é diferente. Basta ir à Câmara de Beja e às empresas ligadas a ela e ver os militantes do PCP ou os familiares dos antigos autarcas admitidos ao longo dos anos. É claro que têm direito a isso, mas não terá havido favorecimentos em relação a outros candidatos? Na administração da EMAS e na Resialentejo essas cunhas não existiram? Ou agora com a intenção de nomear a esposa de um autarca para as Águas do Alentejo, que por acaso até esteve na direção da Arecba e está agora na Resialentejo?
E quanto ao presidente Rocha, que dizer do famoso concurso fantasma para a sua filha que até nos jornais veio, tão grande foi o alarido?
Por isso o comentário está certo mas como sempre os responsáveis políticos da nossa região vão assobiando para o lado como se não fosse nada com eles.”

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Abr 03 2017

Beja – repensar estratégias

Publicado por João Espinho


foto: joão espinho

Outro contributo de uma leitora:

“Preocupa-me ouvir, em crescente, vozes de indignação, de revolta e de insatisfação. Preocupando-me, num (de)grau acima destas, as outras, que também as há, de resignação, aceitação e submissão às políticas regionais e à estagnação não só do Concelho, mas da própria cidade de Beja. Porém, a minha maior preocupação reside numa outra voz praticamente inaudível, aquela que podendo e sendo seu dever fazer-se ouvir, ou sussurra ou se remete-se ao silêncio perante a sua inexpressividade na Assembleia da República.

Se assim acontece, caberá aos autarcas conjuntamente com os munícipes – no caso de Beja em concreto – repensar medidas e estratégias, quer políticas quer urbanas, quer cívicas, que visem a promoção do município e de toda a sua envolvência. Uma união de esforços em sinergia, capaz de elevar uma voz até agora insípida.

Todos nós somos cidadãos de pleno direito. Todos nós temos, ou deveríamos ter uma palavra a dizer. Todos nós podemos contribuir para a melhoria de pontos críticos de uma cidade que é a nossa. Como? Propondo, fazendo, organizando, criando movimentos de cidadãos ou neles participando activamente. Apelando à união de esforços. Não apenas criticando…
É preciso fazer!

Se for necessário recorrer a quem tenha alguma influência direta na Assembleia, então que se recorra. Não nos acanhemos e acobardemos à sombra de nomes maiores. É necessário mover influências. Afinal, na política, tudo é um jogo de interesses. E quer Beja, quer o Baixo Alentejo são (d)o Nosso interesse!Trabalhemos juntos para que possa vir a ser interesse de outros. Não só em caçadas, vinho, comida e fins-de-semana, mas numa óptica de crescimento e investimento público e privado.

Temos quase tudo: temos quase uma AE, temos quase uma ligação ferroviária direta a Lisboa, temos quase um reconhecimento estatal das potencialidades do nosso aeroporto, tivemos quase uma Embraer, tivemos quase uma série de outras empresas a querer sediar-se na nossa cidade… É isso que queremos ser, uma cidade/região de quases?

Enquanto cidadãos, alteremos a nossa postura e passemos a ser o veículo de ligação entre um “quase” já existente e a concretização num futuro próximo.“

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Abr 01 2017

Mercado Livre

Publicado por João Espinho


Beja – Largo em frente ao Museu

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Mar 31 2017

Bom fim de semana

Publicado por João Espinho


foto: Steve Webber

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Mar 31 2017

Correio Alentejo

Publicado por João Espinho

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Mar 31 2017

Bring Tesla Gigafactory to Beja?

Publicado por João Espinho

tesla

Comentário de leitor:

“Como já alguém disse, Beja tem todas as condições para estes investimentos irem para Évora.
Esta situação tem todas as condições para acontecer o seguinte: a Tesla vem fazer uma visita a Portugal para conhecer os melhores locais para se instalar e deixa Évora e Beja para o fim por serem os locais de eleição. Chega o dia da visita e ninguém vai estar disponível para receber a comitiva da Tesla em Beja porque Fuck you. A comitiva da Tesla faz os os 80km de volta para Évora analisa as propostas e fecha a localização da nova fábrica.
Parece triste mas já aconteceu com outros actores. Nós em Beja ficámos a ver os aviões… E as 4 fábricas instaladas e mais umas quantas quase a aterrar em Évora. Postos de trabalho directos e indiretos, se não ultrapassaram já os 3 dígitos falta pouco.
Beja merece… E infelizmente os bejenses também.”

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Mar 31 2017

Beja – a força destruidora da cunha

Publicado por João Espinho


foto: joão espinho

Comentário de leitor:

“Um dos maiores problemas da nossa cidade, se não o maior, é a falta de pessoas. Durante muitos anos imperou na cidade a “força destruidora” da cunha. Este mal silencioso e invisível, colocou nas mais variadas posições em instituições publicas , empresas, etc. os menos competentes. Não quer dizer que aqui ou ali a “escolha” tenha sido errada, mas este fator largamente enraizado, afastou aqueles que se esforçavam, lutavam por alguma coisa e que tinham a capacidade para fazer acontecer. Nestes lugares, foram colocadas pessoas que sem grande esforço conseguiram alguma coisa e isso faz grande diferença no dia-a-dia de qualquer organização. Os meus colegas de liceu, contam-se pela mão os que permaneceram. Os melhores fizeram as malas e partiram sem mais regressar. Ficaram os resistentes/acomodados . Como é que se inverte este estado de coisas, quando um Pai com o filho a estudar na universidade o incentiva a ficar por lá? Como é que se inverte este estado de coisas quando a verdadeira mudança não acontece porque os que por cá sobram estão de alguma forma ligados a algum tipo de “poder” e sem querer perder o pouco que julgam garantido, nem sequer se atrevem a falar o que realmente pensam? Sem um qualquer milagre, não se vê qualquer luz no fundo deste escuro túnel.”

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Mar 30 2017

Autárquicas a 1 de Outubro

Publicado por João Espinho

O Conselho de Ministros fixou a data de 1 de Outubro de 2017 para a realização das eleições gerais para os órgãos representativos das autarquias locais.

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