Mai 29 2017
Mai 28 2017
Do mosto à palavra
Publicado por João EspinhoMai 26 2017
Com amigos destes, precisamos de inimigos?
Publicado por João Espinho
Escreve um leitor:
“AS ESTRANHAS RELAÇÕES ENTRE UM FESTIVAL DE BOMBOS, O AEROPORTO DE BEJA, NEY MATOGROSSO, SEU JORGE E EMIR KUSTURICA.
Poderíamos pensar que o aeroporto de Beja estivesse neste momento a “bombar” trazendo e levando visitantes a este Alentejo esquecido, funcionando como um catalizador para o desenvolvimento da região, ou no mínimo que este festival de bombos decorresse no aeroporto abrilhantado pelo Ney, Jorge e Kusturica and The Non Smoking Orchestra, mas tal não acontece e não é pelo facto de a orquestra não ser fumadora, facto que garante a segurança do aeroporto, ou melhor dizendo deste protoaeroporto.
Estas relações são muito mais subtis, senão vejamos foi realizado em Ponte de Sôr o Portugal Air Summit, promovido pela autarquia e que reuniu a “fina flor” da aeronáutica nacional e dos satélites económicos que a orbitam.
Bom, neste ramalhete faltaram algumas “flores” e acreditando na lista e no artigo de opinião do Luís Palminha faltaram os autarcas do Baixo Alentejo nomeadamente Beja e também a presença de representantes do Instituto Politécnico de Beja e do próprio aeroporto de Beja (ver aqui) com certeza tiveram outros afazeres mais importantes e não puderam estar presentes para defender a região e o seu aeroporto.
Muito provavelmente da parte da câmara de Beja o seu presidente omnipotente, omnisciente e omnipresente, atarefadíssimo com o programa de Beja na Rua e com o orçamento de tal iniciativa tão sustentável e duradoura, parece que só para o Ney a verba ronda os 90.000 euros, fora o resto dos convidados.
Mas a cereja no topo do bolo destas relações deixo para o final e é o Festival de Bombos, iniciativa promovida por uma jovem Associação Rufar & Bombar que procura promover o gosto pela música a jovens e crianças através da percussão.
Ora aqui entra a opinião do Engº Vitor Silva que odeia tudo o que seja tambores, bombos caixas e tarolas, recomendando mesmo que os habitantes de Beja devem utilizar qualquer meio de locomoção para saírem da cidade, correndo o risco de um grave atentado à saúde pública em termos auditivos. (ler aqui)
Nada tenho contra os gostos musicais ou quaisquer outros do Engº Vitor Silva, são dele e apenas dele, mas o sr. Engº é também presidente da Agência de Promoção Turística do Alentejo e fica-lhe muito mal tecer este género de opiniões em público ainda mais quando envolve miúdos que gostam de música.
Com amigos destes, pergunto eu se precisamos de inimigos”
Foto: daqui
Mai 26 2017
Beja parou
Publicado por João Espinho
foto: joão espinho
Diz aqui um leitor:
“O mais triste de tudo isto é que Beja teve o embrião que infelizmente e em como outras coisas, não soube fazer crescer. Nos meus tempos de estudante no Liceu de Évora, 1957/1963, lembro-me de vários colegas virem a Beja tirar o “brevet”, porque Beja tinha uma Escola de Pilotagem. Nós ficávamo-nos a “roer” Beja tinha e Évora não. O que deixo é um exemplo, neste caso coincidente com o tema do “post”, outros existem do conhecimento de todos. O que importa aqui frisar é que BEJA PAROU. Não sei se por inépcia, negligência ou incompetência de quem a tem dirigido nestes tempos mais modernos, o facto é que parou. Acho que há em Beja muito comodismo dos seus responsáveis, esperando que lhes caia no colo aquilo que lhes interessa e não procuram. Comparando Beja com qualquer das Vilas, algumas Cidades, do seu Distrito (não me atrevo a compará-la com outras Cidades sede de Distrito) Beja, nestes últimos 40 anos, é quem menos se diferencia. Esta constatação entristece-me e, mais ainda, quando vejo que homens que fizeram, ou contribuíram notoriamente, para a diferenciação nessas terras, chegaram a Beja e “morreram”.
Nós, munícipes eleitores, acreditámos, demos a oportunidade e apanhámos a desilusão. Tristemente, na nossa realidade, continuamos a olhar e… nada vemos…“











