Jun 14 2017

Eles é que são os puros

Publicado por João Espinho

Diz o PCP: “A opção de Helena D’ Aguilar, agora tornada pública, de se candidatar numa lista de cidadãos eleitores, revela que, mais do que a integração num projecto coerente, em si mesmo factor comprovado de promoção dos interesses do concelho e da população, são razões ditadas pela ambição, protagonismo e poder pessoal que a terão motivado, que só a si própria dizem respeito.”
Cheira a zanga de comadres e azia mal tratada.
É mais uma das heranças de Manuel Narra. Poderá ficar para a história do concelho da Vidigueira. Avante!

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Jun 14 2017

Comemorar os Genesis

Publicado por João Espinho

Vamos comemorar o 50º Aniversário dos Genesis, num concerto memorável – The Black Show – Selling England by the Pound, no dia 02 de Novembro de 2017, às 21 horas na Aula Magna, em Lisboa.

Mais informações aqui

Saiba mais aqui

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Jun 13 2017

Passos em Almodôvar

Publicado por João Espinho

Quarta-feira, dia 14 de Junho, pelas 21h00, Pedro Passos Coelho estará presente no jantar de apresentação de candidatura do PSD de Almodôvar (Solar da Portela, Estrada de S. Sebastião, Almodôvar).

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Jun 13 2017

Bom dia Lisboa!

Publicado por João Espinho


foto: Mike Allee

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Jun 12 2017

Descubra as diferenças

Publicado por João Espinho

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Descobriu as diferenças? Agora descubra as razões. Há alguma justificação para isto?

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Jun 12 2017

Beja – amadores travestidos de políticos

Publicado por João Espinho


foto: joão espinho

Comentário de leitor:
“Para o poder central ( seja ele qual for) olhar para Beja também é necessário que Beja se “mostre” na área produtiva .

Dinâmica , com Liderança empreendedora equilibrada , com unidade entre as pessoas , com valor cultural… temos os Grandes Virgem Suta , de grande qualidade, o Grande Zambujo ( um abraço para ele), o Paulo Ribeiro , o Serafim, inigualável e os Coros do Cante Alentejano , mas não temos um Ministro no Governo…nem um Secretário de Estado sequer, daqueles que a gente sente que é “da casa”…

O peso específico de Beja no País é pequeno como se sabe , mas há áreas onde se destaca…Évora mete sempre Ministros e/ou secretários de Estado…porque será? será a visão instalada em Lisboa que “sendo de Évora” como “é tudo Alentejo” também defendem os interesses de Beja…

Temos que manter exigências ao Poder Central mas temos que amadurecer e crescer por dentro em fileiras produtivas , geradoras de emprego, com Indústrias “Limpas” , Agroindústrias, Tecnologias “Limpas” e crescer culturalmente com o Cante, as referências históricas , a Doçaria Conventual , a Arqueologia e tantas outras mais-valias… onde anda o Politécnico nesta batalha? está a formar gente capaz de pegar nestas ideias? ou está a perder “poder” e a diminuir os cursos e os alunos num momento em que a economia cresce sustentadamente…
É preciso reflectir muito e não me parece que Beja cresça com “amadores” travestidos de Políticos… os tais que mais parecem gestores de sociedades recreativas : ” o que é preciso é que a malta esteja contente! bora lá mais uma festarola! Beja aos olhos de outras cidades anda sempre em Festa…é uma alegria….!”

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Jun 12 2017

CP – gato por lebre

Publicado por João Espinho

Escreveu Salvador Silva: “Há anos, muitos, que não utilizava os comboios. Quiseram as circunstâncias que, desde Set/2016 até hoje, por duas vezes utilizasse a “nossa linha”, numa primeira viagem Beja/Porto e volta e, mais recentemente, Beja/Lisboa e volta. Felizmente, em ambas as ocasiões não aconteceram as, parece que frequentes, avarias na automotora velha, suja e barulhenta, que nos serve.
Devo no entanto referir que, numa primeira abordagem às minhas viagens, comecei por consultar na Net (site da CP) os horários que me fossem convenientes e, pasme-se, sabendo eu que já não havia Intercidades a partir de Beja, por nos ter sido tirado à má fila, só consegui aceder aos horários entre Beja e Casa Branca, selecionando os horários do IC. O regional estava fora de questão. Quer isto dizer, que nos querem dar lebre, quando nos dão gato. Uma maneira muito enganosa de convencer o Zé de que a cidade não perdeu valências ferroviárias. Bom, mas se ia no IC, esperava usufruir das comodidades compatíveis com esse IC. Puro engano, puseram-me à disposição uma automotora velha, com um aspecto interior deprimente e com a pretensão de se apresentar com alguma modernidade. Ronceiramente lá se chegou a Casa Branca e aqui, depois de uma espera, felizmente curta, numa plataforma completamente desabrigada, o que não se compreende e só acresce a falta de respeito pelo passageiro, um transbordo para, esse sim, um comboio IC limpo e silencioso que não disponibilizando todos os serviços (o bar estava fechado) me levou à Gare do Oriente.
A partir daqui e até ao Porto, embarquei num IC a 100% numa rápida e cómoda viagem. Aqui está, continuam a privilegiar-se os grandes centros, em detrimento daqueles em que os votos mais escasseiam. Acentuam-se as assimetrias em vez de se atenuarem, propagandeando no entanto que se “trabalha” para o contrário.
A conversa vai longa, o essencial já foi dito e nós por cá teremos que ir continuando a lutar. No entanto, por tudo o que não nos respondem, já começamos a crer que estamos Quixotescamente a lutar contra moinhos de vento e isso é desesperante.“

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Jun 11 2017

A elite bejense

Publicado por João Espinho


foto: joão espinho

Escreve José Frade em comentário aqui:

“Faço parte de uma geração de jovens médicos que se deslocou para Beja vindos do Porto, de Coimbra e de Lisboa. Um traço comum entre os elementos desse grupo era um certo idealismo, ainda que sentido em diversas tonalidades. Uma parte desse grupo foi ficando, passaram-se quase quatro décadas e alguns resistem. No que me diz respeito, passo a um registo pessoal. Em 1980, vinha engajado na militância de desenvolver os serviços de saúde numa perspectiva de integração e na missão pública. Apesar de ter uma vivência de centros urbanos muito maiores, não me foi difícil adaptar-me às características da cidade e da cultura dos seus habitantes. Trilhei os primeiros vinte anos da carreira com paralelo envolvimento cívico. Contribui com o meu trabalho para a evolução e crescimento do Hospital de Beja. Vi que a cidade crescia e as mentalidades evoluíam. A aldeia parecia estar seguramente a ficar num tempo passado. Entrámos num novo milénio determinados a enfrentar os desafios. Parecia-me que essa era a atitude da Elite Bejense. Ilusão minha. Os anos vieram a demonstrar a descrença em si próprios que tomou conta dos bejenses. Passividade, inibição, conformismo, ausência de atrevimento criativo. Qual o fator que determinou que esse derrotismo se instalasse nas mentes? Não sei, não avanço qualquer hipótese. Parece-me que os recursos materiais e naturais existem aqui. Mas o aproveitamento das potencialidades depende na iniciativa dos indivíduos. É este um problema educacional ou sociológico?”

Este comentário foi destacado como “Comentário da semana” no Delito de Opinião.

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Jun 11 2017

Beja – uma herdade murada?

Publicado por João Espinho


foto: joão espinho

Sobre o que aqui escrevi, comentou um leitor:

“Vivi em Beja na década de 80.
Lembro-me do desperdício gerado pelos fundos europeus da PAC. E dos marcos da Luftwaffe.
A Belle Epoque alentejana, esses saudosos anos 80.

Em jipes, barcos, e montes alentejanos, foram parar os dinheiros europeus. Não na modernização do tecido produtivo.

Fala em mais Estradas? Ou em acabar as projectadas? Fala na locomotiva? No avião?
Vá a Trás os Montes e veja o que por lá se passa, ou que deveria passar não com a pressa alentejana. Beja e o Baixo Alentejo já estão mais que servidos. Na Primavera-Inverno quando por lá vou, nem um carro vejo na Autoestrada que a serve, antes de entrar no IP-8. E nesta mesma estrada circula-se velozmente. Para quê então mais estradas? Tapem-se antes algumas.

Fale antes nos Serviços de Saúde medíocres que Beja oferece aos seus cidadãos (O Hospital Distrital até há pouco tempo teve a sua maquineta de TAC avariada durante semanas. Cardiologistas até há bem pouco tempo era um ou dois, etc – Quem lucra com isso? As clinicas privadas e os consultórios que abundam nessa vila despida?)

Beja….
O latifundiário, de peito aberto mostrava o pelo com que era feito. Do bordão, junto à cruz do peito, mostrava o santinho em que não acreditava, mas que lhe dava jeito. A sua oração era a do pito. A mulher, tida ou mantida, aprimorada e vestida à espanhola, fazia da loja, no centro da cidade, não um negócio, mas uma sala de chá, onde se bebericava laudações à maledicência. E se mostrava, da montra fez lema de vida.

Os grandes beneficiários? As mesmas famílias que fizeram e fazem (?) de Beja, há décadas, a sua herdade murada – Em Beja a ascensão social é inexistente. Call centers, manicuras, ou cafés são as suas Novas Oportunidades. Até os Serviços, Beja tem perdido para Évora….em Beja é o apelido e não a mão que marca o destino.

Beja definhou desidratada de vontades e abandonada de valores…

Uma cidade que fez da sombra e dos cantos, a sua mesa de operações. Pelos Partidos, pelo “conhecimento” do apelido, e pela informação privilegiada traficaram-se sinecuras- ex: EDIA/PSD, Câmara Municipal/PS/PCP,etc

Quem chupou Beja até ao osso? Os mesmos que nesses anos olhavam para o lado quando se falava em voz baixa, num misto de indignação e ironia, ao som de um fado árabe a tinto, as indignidades que por lá se pavoneavam – durante muito tempo Beja teve no pavão do jardim publico o seu totem.

Mas era a Belle Epoque, e todos, de uma ou outra forma lucraram com o roubo concedido. Mataram a terra e as suas gentes. Mas ninguém os pode levar a mal. Era a Belle Epoque. “

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Jun 11 2017

Domingo #382

Publicado por João Espinho

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Jun 09 2017

Zona politicamente ignorada

Publicado por João Espinho


by Rita Cortês

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Jun 09 2017

Diário do Alentejo

Publicado por João Espinho

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