Out 11 2017

Beja na rua – compare! (ACTUALIZAÇÃO)

Publicado por João Espinho


Comentários?

ACTUALIZAÇÃO: Luís Palminha, autor da infografia supra acrescenta:
Parece-me fundamental contextualizar a infografia, produzida e publicada no beja.blog

“É certo que muitos eventos realizados tiveram financiamento comunitário, mas o financiamento comunitário não existe pura e simplesmente para aplicar em eventos efémeros e cujo retorno ao Concelho é questionável.

O modelo de aplicação de fundos comunitários em festas e festivais relembra-me a velha história da Cigarra e da Formiga.

Importa decidir quais os principais eventos concentrando esforços para que esses se desenvolvam e contribuam também para o desenvolvimento local.”

(…)

“O Festival Beja na Rua é outro dos grandes eventos que na minha opinião pode e deve ser mantido, mas que necessita avaliação e revisão do seu modelo.

Penso que o Beja na Rua não deve viver de grandes artistas, que embora tragam a Beja imensas pessoas, estas desaparecem assim que terminam os espetáculos.

Há tantas artes que podem passar por Beja. Desde artes circenses de rua, desde teatro de rua, desde teatro de marionetas para os mais pequenos e até mesmo para os graúdos. O Beja na Rua tem potencial para se tornar um evento de referência como um Festival de Artes Performativas e de Rua, com focos de atividades espalhadas por toda a cidade e ainda abrangendo todas as Aldeias do Concelho.

O que não pode acontecer com o Beja na Rua nem tão pouco em outros eventos, são situações como no passado, em que imperava a “engenharia financeira” para subsidiar ou financiar terceiros. Veja-se a comparação na próxima imagem!

Basta analisar para perceber que algo de errado aconteceu a milhares de euros. Financiados ou não, é dinheiro público e este não pode servir para este tipo de operações.”

Dois excertos do ensaio Beja e as expectativas dos Bejenses [parte 2 de 2] que pode ser consultado aqui

Nota: peço desculpa ao Luís Palminha por os créditos não terem de imediato sido publicados. Um problema na edição do post, aliado a uma falha (que persiste) da MEO, adiaram a actualização e este esclarecimento.

Share

Out 10 2017

O regresso dos santanistas?

Publicado por João Espinho

Recordam-se do que escrevi em “O frete“? Isto está tudo ligado, não está?

Share

Out 09 2017

Correio Alentejo

Publicado por João Espinho

Share

Out 09 2017

BASE DE BEJA ABRE AO PÚBLICO

Publicado por João Espinho

No âmbito das Comemorações do 65.º Aniversário da Força Aérea, a Base Aérea N.º 11, em Beja, abre portas à população no dia 14 de outubro, das 10H00 às 17H00.

Os visitantes poderão assistir a demonstrações de capacidade operacional, visitar a exposição estática das aeronaves da Unidade e assistir a demonstrações cinotécnicas e de falcoaria.

Os mais aventureiros poderão realizar batismos em viaturas táticas militares ou pilotar um caça no simulador da aeronave ALPHA-JET.

Está prevista ainda a realização de batismos de voo na aeronave C-295 (por sorteio, com um voo de manhã e outro de tarde inscrições de manhã, voos à tarde).

Consulte aqui o programa.

Share

Out 09 2017

Imutável

Publicado por João Espinho

A DORBE DO PCP garante que não se deixará condicionar por pressões ou por resultados eleitorais, sejam eles quais forem, não se desviará do seu compromisso com os trabalhadores e o povo e que só quem não conhece este Partido, a sua história e a sua coerência, pode alimentar essa ilusão. (ler aqui)

Share

Out 09 2017

Bom moço, honesto, trabalhador e humilde

Publicado por João Espinho

A minha participação na “Bisca Lambida”, Diário do Alentejo, 6 de Outubro de 2017:

 

Quando em fevereiro deste ano o Partido Socialista apresentou Paulo Arsénio como candidato à Câmara de Beja, depois de vários nomes terem sido lançados para a praça pública como putativos candidatos socialistas à autarquia bejense, foram muitos os comentários que se ouviram sobre esta escolha do PS.

Quando divulguei a candidatura no meu blog, li vários comentários, todos eles interessantes, alguns com certa malícia, natural em quem se tenta proteger sob a capa do anonimato. Os adjetivos, e características do candidato, eram pronunciados de forma jocosa. Noutros blogs e redes sociais seguiram-se as habituais tentativas de assassinar o carácter do candidato e das pessoas da sua equipa.

Nas conversas de rua havia uma quase unanimidade: o Paulo é bom moço, é honesto, trabalhador e humilde mas… E eram os “mas” que me faziam sorrir. Que não tinha peso político, que não tinha experiência autárquica, que era “fraquinho”…. Mais, vaticinavam uma derrota humilhante perante João Rocha, um dinossauro com mais de 30 anos de poder local e conhecedor de todas as “manhas” para vencer eleições.

Mas, e houve um “mas” decisivo, o debate televisivo trouxe à tona de água que: afinal, o Paulo era combativo, estava bem preparado e que, imagine-se, levara gráficos para apresentar, demonstrando ter feito o trabalho de casa. Ganhou o debate e ascendente sobre o seu apático e principal rival na disputa eleitoral.

A partir desse momento as conversas mudaram. Do lado do PCP perceberam-se algumas reações de desânimo. Apesar das jogadas “espertas” levadas a cabo pelas tropas comunistas – veja-se o que se passou na EMAS – onde o “vale tudo” passou a ser o título do programa da CDU, a candidatura de Paulo Arsénio foi inteligente, não desmoralizando, não caindo na tentação de ser agressiva e/ou ofensiva.  Sem piscar o olho ao eleitorado do centro- direita, a candidatura assumiu-se como claramente socialista e trilhou os caminhos que Paulo Arsénio definiu para chegar à desejada cadeira na Praça República.

Chegados ao dia das eleições, havia uma grande expectativa, principalmente nos setores bejenses contrários à eternização de Rocha à frente dos destinos do concelho. Teria o bom rapaz, o moço trabalhador e honesto, convencido o eleitorado? Os resultados não enganam. E, sem ser exaustivo na análise de números, essa tarefa cabe a outros, percebeu-se que foi o tradicional eleitorado do PCP que mudou o seu voto, transferindo-se de armas e bagagens para as cores socialistas. No concelho de Beja, como aliás em todo o Distrito, o PCP/CDU foi o grande derrotado. Não foi um voto contra o Rocha, contra o Duarte ou contra o Ramalho. O eleitorado comunista zangou-se com o seu partido. Não basta apregoar “trabalho, honestidade, competência”. É preciso, de facto, olhar para as necessidades das populações e ir ao encontro das suas ambições.   O PCP/CDU foi por outros caminhos. Perdeu-se e perdeu.

Umas últimas palavras para o meu Partido, o PSD. Em Beja, só mesmo o candidato e os pesos-pesados que o rodearam acreditavam num milagre. Pinela Fernandes não foi o candidato escolhido pelas bases do Partido. Foi um candidato que se autopromoveu, impondo a sua candidatura aos órgãos do Partido que, irrefletidamente, se limitaram a homologar os nomes que lhe iam aparecendo em cima da mesa.

As novas equipas socialistas, que em breve tomarão conta do Distrito, não vão ter desculpas, nem serão merecedoras de grandes tolerâncias: dominam as autarquias, a Comunidade intermunicipal e, sublinhe-se, são do mesmo partido do governo da nação. Se não souberem aproveitar esta ocasião, trazendo o desenvolvimento para as nossas terras, tirando o Alentejo do marasmo e da letargia, se assim não acontecer, não terão, daqui a 4 quatro anos, desculpas, e serão fortemente penalizados.

Share

Out 08 2017

Diário do Alentejo

Publicado por João Espinho

Share

Out 06 2017

Bom fim de semana

Publicado por João Espinho


foto: charles f.

Share

Out 04 2017

O mapa cor de rosa

Publicado por João Espinho

O mapa cor de rosa português é como qualquer mapa de outro partido em qualquer outro país onde não existe oposição. Mais do que a geringonça foi a ausência de oposição que levou a este resultado. Sem imprensa, sem sindicatos, sem partidos a contestar as políticas (ou a falta delas) deste governo, a mancha crescerá sempre. Mesmo sem dinheiro para distribuir.

Rodrigo Moita de Deus aqui

Share

Out 04 2017

O frete

Publicado por João Espinho

Ontem, quando me fizeram chegar às mãos o comunicado da JSD/Beja (pode ler aqui), li-o na diagonal e, para além de estranhar este súbito reaparecimento da JSD, não liguei muito à peça.
Porém, hoje, ao ler/ouvir o noticiário local, prestei mais atenção ao conteúdo. E surgiram-me sérias dúvidas sobre as intenções do referido comunicado.
Vamos então por partes:
1 – A concelhia de Beja da JSD, para além da participação de alguns dos seus elementos em campanhas eleitorais, não existe. Isto é: nunca se ouviu ou leu qualquer pensamento seu, qualquer tomada de posição sobre a política da região ou nacional.
2 – A JSD é uma estrutura autónoma dentro do PSD que costuma ser um estágio para outros vôos, sendo que os jota’s bejenses nunca foram muito longe (1 deputado?). Tem o seu ponto mais alto de visibilidade durante a famosa Universidade de Verão.
3 – Sendo uma importante estrutura do Partido, a Jota pode, e deve, intervir sempre que considere necessário.
4 – O comunicado que agora veio a lume, aponta prováveis erros em todo o processo eleitoral autárquico, cometidos por estruturas locais que, percebeu-se depois, são principalmente os órgãos distritais e, talvez , os concelhios.
5 – Isto é, o comunicado sugere a “reformulação rápida e urgente das respectivas estruturas locais” um verdadeiro eufemismo para pedir a demissão da Distrital.
7 – Há muito tempo que se fala no regresso de José Raúl dos Santos à vida política e partidária. Afastado de quaisquer cargos dentro do Partido, sabia-se que, a qualquer momento, JRS lançaria as ferramentas para tomar, para já, conta da Distrital, donde poderá marchar para a Assembleia da República.
8 – Este comunicado da JSD, até prova em contrário, não será mais do que um frete aos anseios de Raul dos Santos.
9 – A somar à prosa da juventude social-democrata, começaram a aparecer no facebook depoimentos contra a deputada Nilsa, contra Passos Coelho e tecendo rasgados elogios a Mário Simões ( o verdadeiro coveiro do PSD no Distrito de Beja).

Até prova em contrário, isto está tudo ligado.
Veremos como se vão posicionando as peças no xadrez.

Share

Out 03 2017

Outra curiosidade

Publicado por João Espinho

Esta bem mais interessante que a anterior.
Assembleia Municipal. Aqui entram, para além dos eleitos directos, os Presidentes de Junta.
Se não estou errado, as contas são:
PS – 10+5 = 15
CDU – 9+6 = 15
PSD = 1
BE = 1
Grupo de Cidadãos = 1

O PS, para formar maioria terá que negociar. Com o Bloco? A geringonça governamental sofreria um tsunami.
Com o PSD? Não seria suficiente, a não ser que o pacote de negociações incluísse a Junta de Freguesia de S. João.
Com o Grupo de Cidadãos? É insuficiente.
Calculo que a Comissão Política do PSD esteja reunida para analisar estas questões.
Entretanto, foi divulgado um comunicado de imprensa de uma tal JSD/Beja. Distrital? Concelhia? Sei que é uma peça de quem não sabe o que diz, para além de desconhecer a língua portuguesa.

Share

Out 03 2017

Curiosidade

Publicado por João Espinho

Perante este resultado na União das freguesias de Beja (Santiago Maior e São João Baptista), qual vai ser o papel do PSD? Vai negociar com o PS?Se assim for, que contrapartidas vai exigir? Vai aliar-se ao PCP, tornando a Junta ingovernável? Quem é que vai decidir? Os eleitos pelo PSD ou o Presidente da Comissão Política (Pinela Fernandes)? Ou será alguém da Distrital a ditar as ordens? Tenho muita curiosidade em ver como é que o PSD se vai comportar na minha Freguesia.

Share