Abr 06 2018

Ó Vítor, então?

Publicado por João Espinho

Você, agora, já concorda com a destruição do património?
Ou é antes um regozijo pela sua mais recente Paixão, que é o PCP?
Vá, acalme-se, já só faltam 3 anos para as próximas autárquicas. Até lá, bom senso, está bem? 🙂

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Abr 05 2018

Beja – A importância do Instituto Politécnico

Publicado por João Espinho

João Paulo Trindade, Presidente do Instituto Politécnico, em entrevista para ler no Hall Paxis:

Na sua opinião, qual é o papel que o Instituto Politécnico de Beja deve assumir dentro de uma estratégia de desenvolvimento regional do Alentejo e do distrito de Beja, em particular?

“Todos tiraremos proveito de um IPBeja forte, participativo, interventivo, solidário e consciente do seu posicionamento. Como?
(i) Recorrendo às suas atuais competências e promovendo o seu crescimento e desenvolvimento no contexto do ensino superior nacional.
(ii) Aperfeiçoando a sua notoriedade ao colocar em prática uma estratégia com ações de divulgação dos cursos e dos resultados dos projetos realizados, levando-os ao conhecimento da comunidade, fortalecendo a imagem e capacidade de comunicação.
(iii) Proporcionando condições mais adequadas à realidade atual do ensino superior politécnico que permitam o desenvolvimento de atividades de investigação, marcadas pela inovação e pelo empreendedorismo, preferencialmente em colaboração com outras instituições de ensino superior e com a comunidade exterior.
(iv) Otimizando a capacidade de captação de novos alunos, nacionais e internacionais, assim como a resposta às solicitações da sociedade em geral.
O IPBeja tem previsto no plano estratégico para 2018 um conjunto de ações em estreita ligação com os municípios, entidades e empresas da região que contribuirão no terreno para essa estratégia de desenvolvimento regional. Temos presentes políticas orientadas para a internacionalização, para a investigação aplicada, para as questões sociais, para os estudantes e para as nossas ofertas formativas. O IPBeja é uma instituição de ensino superior que está implicada em todas as dimensões que enquadram a sua missão.”

Leia aqui a entrevista completa.

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Abr 04 2018

Épico

Publicado por João Espinho


foto: Andrea di Marco

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Abr 04 2018

Beja recebe 44.º aniversário do PSD

Publicado por João Espinho

“Autonomias regionais” será o tema do 44.º aniversário do Partido Social Democrata. Beja foi a cidade escolhida para, em 11 e 12 de maio, receber as comemorações dos social-democratas.
Os históricos líderes das regiões autónomas dos Açores e da Madeira, João Bosco Mota Amaral e Alberto João Jardim, serão homenageados no evento que assinala o 44.º aniversário da fundação do PSD.
O PSD chamará a atenção para essa agenda, enquanto recorda ainda uma cidade com peso histórico nestes 44 anos de existência do partido. A sessão solene das comemorações, a 12 de maio, terá lugar no Teatro Municipal Pax Julia, onde, em abril de 1975, um comício do então PPD foi interrompido por forças radicais. O agora Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, participava nesse comício.

O programa do aniversário incluirá ainda visitas e reuniões no distrito de Beja. Serão oradores os homenageados, João Bosco Mota Amaral e Alberto João Jardim; Francisco Pinto Balsemão, fundador e militante n.º1; e o presidente da Comissão Política Nacional, Rui Rio.

O militante fundador do PSD em Beja, Marciano Lopes, é o comissário para as comemorações.

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Abr 04 2018

Sangue novo no PSD?

Publicado por João Espinho

Ângelo Correia será ministro da Defesa no “governo sombra” de Rui Rio.

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Abr 03 2018

IRS – conselhos de última hora

Publicado por João Espinho

1 – Espere até dia 15 de Abril para entregar. A aplicação tem erros que só são corrigidos com as queixas dos contabilistas, de cidadãos e dos próprios funcionários da Autoridade Tributária, à medida que as pessoas vão entregando o IRS.
2 – Se tiver direito ao IRS Automático, só o aceite se tiver mesmo a certeza (vendo o detalhe das deduções que estão lá) de que não falta nenhuma despesa importante. Se tiver erros recuse o IRS Automático e entregue manualmente. Lembre-se de que a dedução que não estiver lá é exatamente o valor que vai receber a menos ou pagar a mais (o limite é o valor que descontou no ano passado na retenção da fonte. As Finanças não lhe devolvem mais do que reteve em 2017). Exemplo: Só descontou 650 € de IRS no seu ordenado (valor ao calhas) mas tem 1.300 euros de deduções de saúde, educação e rendas: Só vai receber de reembolso 650 €.
3 – Se tem outros rendimentos para além do ordenado, teste sempre a entrega com englobamento. Se é senhorio, se tem ações e dividendos, rendimentos no estrangeiro e pensão de alimentos é obrigado a declará-los, mas não é obrigado a englobá-los. Mas essa opção pode ser vantajosa em muitos casos. Carregue no sim e veja quanto dá, e carregue no não e veja quando dá, e depois escolhe. Se tem depósitos a prazo e Certificados do Tesouro e recebeu juros em 2017 também pode englobá-los. Mas o processo é diferente. Como só os declara se quiser, tem de inserir o Anexo E e ao fazê-lo está a dizer automaticamente que os quer englobar. Simula. Se receber mais, deixa ficar. Se recebe menos, apaga o Anexo E. Simples.

(…)

10
– E se não percebe nada disto, perca o amor a 20 ou 30 euros e peça ajuda a um Contabilista. Pode ser um bom negócio. Às vezes para poupar uma nota de 10 podemos estar a fazer asneira e perder centenas de euros. Bom IRS.

Leia aqui o artigo completo.

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Abr 03 2018

No dia das mentiras

Publicado por João Espinho

Aqui no blog também festejámos o 1º de Abril. Foi uma mentirinha inocente 🙂 . (ler aqui)
Interessante foi a forma como os comentadores festejaram a mentira arranjada pelo Zé LG no Alvitrando para assinalar a data.
Não sei se os comentadores leram o texto do princípio ao fim. Mas, a avaliar pelos disparatados comentários, enfiaram o barrete e aproveitaram a ocasião para bolçar ódios e venenos. Hilariante, no mínimo.
Oram leiam aqui. Vale a pena.

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Abr 02 2018

Esta causa é de todos

Publicado por João Espinho

“Beja +, aliás, como todo o interior alentejano ou algarvio, em especial o território que sociodemográfica e culturalmente tem sido definido como Baixo Alentejo.

Escreve Manuel Barroso:
Parafraseando Sophia de Mello Breyner Andresen: «Vemos, ouvimos e lemos. Não podemos ignorar» que o Alentejo, em especial o Baixo Alentejo, tem sido esquecido de forma sistemática e permanente pela administração portuguesa.
Muitas são as evidências deste esquecimento… em todos os domínios que quisermos analisar.
Por razões de oportunidade circunstancial e economia de texto, tomo como referência, aqui, o caso da rede de caminho-de-ferro. Obviamente que muitas outras razões e fundamentos me assaltam neste manifesto.
Importa voltar a instalar o caminho ferro, com dignidade, funcionalidade, respeito pelas populações e orientado para o desenvolvimento socioeconómico de todo o território alentejano, em especial do interior, ao qual há que juntar o interior algarvio (igualmente esquecido).
O assalto ao sentido razoável de coesão territorial equilibrada e à dignidade das pessoas tem limites! E tem mesmo de terminar!
Se o projecto ferroviário Sines-Badajoz não tem um só centímetro de aplicação no território do Baixo Alentejo, igualmente, a não integração em tal projecto da electrificação da linha ferroviária Casa Branca – Beja e a respectiva extensão ao Algarve representa um homicídio socioeconómico, demográfico ou cultural por parte de sucessivas mentes inúteis, infligido ao interior alentejano e algarvio.
Para que não restem dúvidas, a minha declaração de interesses sobre esta matéria é a seguinte: – Fui utente diário do comboio/automotora entre Alvito e Beja, durante anos. De igual forma, sou utente regular de uma coisa a que continuam a ousar chamar comboio entre Casa Branca e Alvito (quando há!), depois de um «razoável doce» entre Lisboa-Entre Campos e Casa Branca…
As causas e autores de tais perversidades são inúmeras!
Incompetência de políticos, quer no contexto central, quer nos contextos regional ou mesmo local “versus” sentido de acomodação tradicional das nossas gentes.
Desde logo, de todos/as os/as deputados/as eleitos pelo círculo eleitoral de Beja (extrapolável a todo o território interior português).
Tais deputados/as terão seguramente as respectivas razões! E os resultados? Que evidências podem apresentar sobre a respectiva «luta» neste domínio? E os sucessivos governantes? E os autarcas?
Enfim, creio que o movimento cívico que vem assumir a defesa de tão patrióticas causas, deve liderar todo este processo. É justo e realista!
Não tenho a menor dúvida que muitas daquelas personagens, antes caracterizadas, estarão a colocar-se em «bicos de pés» para se posicionarem na «linha-da-frente» mediática, tal é a torrente cívica que se está a configurar como imparável.
Embora reconheça que todos são poucos para engrossar tal torrente, é bom deixar claro que a oportunidade da política formal dos partidos e agentes formais da política passou para a segunda linha.
Esta é uma causa de todos, onde humildemente me incluo.
Mas ficarei relativamente incomodado se começar a ver o aproveitamento de uns quantos «inúteis» sistémicos neste processo.
Esta causa é de todos, sublinho!”

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Abr 01 2018

Quo vadis?

Publicado por João Espinho

Escreve, e bem, o Paulo Arsénio: “Quo Vadis adorado Sporting Clube de Portugal? 16.ª época consecutiva sem o título de Campeão Nacional de Futebol 11 Séniores Masculinos. 5.º fracasso absoluto sob batuta do “grande timoneiro”.
Foto: Jornal “Record”

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Abr 01 2018

Fórum romano de Beja

Publicado por João Espinho

Foi recentemente descoberta uma fotografia do que terá sido o Fórum Romano de Beja.
Prevê-se que a revelação ao público de tão grandiosa descoberta ocorra durante a próxima edição do festival “Beja Romana”. A inauguração do Centro de de Arqueologia e Artes de Beja, prevista para 10 de Maio (feriado municipal) teve, entretanto, que ser adiada, pois nesse dia toda a cidade de Beja ruma a Lisboa para participar nas acções promovidas pelo movimento Beja Merece+.
A propósito. Já assinou a petição? Faça-o aqui.

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Abr 01 2018

Domingo #401

Publicado por João Espinho

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Mar 31 2018

Diário do Alentejo

Publicado por João Espinho

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