Out 02 2018
Out 01 2018
Foi há 1 ano
Publicado por João Espinho
Contra tudo e contra alguns, Paulo Arsénio conquistou em 1 de outubro de 2017 a Câmara Municipal de Beja, para além das Juntas de Freguesia da cidade e outras rurais, normalmente governadas por comunistas.
Um dos feitos maiores foi, sem dúvidas, ter reduzido João Rocha à sua real dimensão. Um autarca com mais de 30 anos de poder viu-se, através do voto popular, reduzido a cinzas que, nenhum dos seus camaradas, quer enterrar no quintal das memórias da CDU.
A meu ver, Paulo Arsénio foi apanhado de surpresa. Talvez esse facto se tenha vindo a espelhar neste seu princípio de mandato. Desconhece-se em que estado é que P.A foi encontrar as finanças da autarquia. Não se sabe se o actual executivo ainda estará a liquidar despesas contraídas pelo antecessor. Aliás, nada se sabe de uma eventual auditoria financeira às contas da casa.
Um ano é pouco tempo para fazer uma avaliação séria. Mas há sinais.
Há quem queira obras na sua rua, há quem queira festas e foguetes todos os meses, há quem reclame por mais limpeza na cidade, há quem diga que tem sido feita muita coisa e que a cidade está a mudar. Para aqueles, que entretanto saltaram para as redes sociais como as ervas daninhas que crescem nos seus canteiros, a cidade está pior. Para os optimistas, a cidade está muito melhor. Sejamos sérios: nem a cidade está como os comunistas a querem fazer ver, nem tão pouco está como os indefectíveis socialistas a pintam. Olhando para o estado da coisa, diria que Beja não anda nem desanda. É provável que se esteja a traçar um rumo, mas ele tarda em ser claro e evidente.
Só um detalhe: Paulo Arsénio tornou-se um exímio comunicador nas redes sociais. Posta, reposta e responde a quem o tenta confrontar. Não me parece mal, mas a Câmara Municipal de Beja deveria ser mais exigente e aperfeiçoar-se na forma como comunica com os munícipes. É que colocar o seu presidente como “forcado da cara” pode ser perigoso e um desastre para o grupo.
Vamos continuar atentos. E esperar pelo tal centro do sul.
Set 30 2018
Mazgani em Beja
Publicado por João EspinhoSet 27 2018
Raiva
Publicado por João Espinho
Alentejo, 1950. Nos campos desertos do Sul de Portugal, fustigados pelo vento e pela fome, a violência explode de repente: vários assassinatos a sangue frio têm lugar numa só noite. Porquê? Qual a origem dos crimes?
Adaptação de «Seara de Vento», de Manuel da Fonseca, um clássico da literatura portuguesa do século XX, Raiva é um conto negro sobre o abuso e a revolta.
ESTREIA DIA 1 DE NOVEMBRO
ANTESTREIAS NO ALENTEJO
• BEJA 02 out/21h30 .- Pax Julia – Teatro Municipal
• SERPA 03 out.
• MOURA 05 out.
• Mértola 12 out. (a confirmar)
• ALCÁCER DO SAL 19 out.
• CUBA 20 out.
• SANTIAGO DO CACÉM 21 out. (a confirmar)
• GRÂNDOLA 28 out.
Set 24 2018
A Base alemã de Beja, uma cicatriz da Guerra Fria no Alentejo?
Publicado por João Espinho
SOBRE A CONFERÊNCIA
O historiador Antonio Muñoz Sánchez, que estudou toda a documentação referente aos acordos luso-alemães sobre a utilização da BA11 pela Força Aérea Alemã, irá apresentar-nos esse episódio da história de Beja, no contexto da „Guerra fria“.
Iremos também contar com o testemunho do historiador e investigador Constantino Piçarra, que falará como viveu a presença alemã em Beja durante a sua infância e será evocada a memória viva dos militares alemães que continuam a festejar as recordações da sua passagem por Beja.
Na Biblioteca Municipal de Beja, dia 27 de Setembro, pelas 21H30.
Set 24 2018
A fotografia é uma arte
Publicado por João Espinho
Polémicas à parte: fotografia é arte e censura é censura.
Pode ver aqui alguns trabalhos de Robert Mapplethorpe.









