«Entrámos para o euro há dez anos atrás», «Deveriam ter sido tomadas medidas adequadas há muito tempo atrás»: este tipo de frases ouve-se cada vez mais, havendo quem considere correcta a utilização da palavra atrás como forma de intensificar a ideia de passado.
Ora, expressões do tipo «há anos atrás», «há meses atrás», «há muito tempo atrás» estão incorrectas. Nem podemos sequer considerar que há uma redundância aceitável.
Nestas frases, o verbo haver significa «existir» e usa-se para indicar a existência de um período que decorreu desde o momento em que se passou a acção referida até ao momento em que a frase é proferida. O verbo haver no presente do indicativo («há») indica o tempo presente, indica o que acontece no presente (e não atrás), o que acontece ou o que existe no momento em que se está a falar: no caso da expressão «há dez anos», tal significa que no momento em que a frase está a ser proferida (hoje) existem dez anos, completaram-se dez anos desde que algo aconteceu. (leia aqui)
1- Buba Espinho vai estar no Pax Julia no próximo dia 17 de Novembro. Enquanto cantador alentejano, que grupos integrou? (3 nomes, no mínimo)
2 – Que prémio conquistou em 2016? Onde?
3 – Qual o nome do single de estreia de Buba Espinho? Quem compôs a música? E quem escreveu a letra?
Respostas para joaoespinho@gmail.com com indicação do nome do/a concorrente (1) e do nº do passatempo.
O/A vencedor/a será contactado/a por mail com as indicações para obtenção do prémio*. Não serão aceites respostas deixadas nas caixas de comentários nem no facebook. Não serão publicados os nomes dos vencedores. O bilhete de oferta será entregue no dia 17.
(1) Os dados recolhidos não serão usados para qualquer outro efeito.
A participação de Portugal na Primeira Guerra resultou de “um projeto político radical” contestado pelo Exército e pela sociedade, defende o historiador António José Telo, criticando a visão histórica “cor-de-rosa” e “falsa” que subsiste sobre este período .
“As ideias que existem são bastante erradas. Os manuais escolares continuam a dizer que Portugal entrou na Guerra a pedido da Inglaterra. Não é bem assim. Na realidade, a Guerra provoca uma profunda divisão na sociedade portuguesa […] e a esmagadora maioria, quer do mundo político, quer da opinião pública, alinha com os chamados anti-guerristas”, disse o historiador, em entrevista à agência Lusa.
O professor catedrático de História na Academia Militar trabalha, desde 2014, numa linha de investigação ligada à evocação dos 100 anos da Primeira Guerra Mundial, do Ministério da Defesa, tendo já publicado dois livros: um sobre o Corpo Expedicionário Português (CEP) em França e outro sobre a guerra no Atlântico português. (ler Portugal tem uma visão “cor-de-rosa” e “falsa” sobre a Primeira Guerra)
NOTA: Hoje, 12 de Novembro, pelas 21H00,na Biblioteca Municipal de Beja, terá lugar uma conferência subordinada ao tema “A Infantaria do Baixo Alentejo na Grande Guerra“.
1- Buba Espinho vai estar no Pax Julia no próximo dia 17 de Novembro. Diga o nome de um dos músicos que com mais frequência o tem acompanhado.
2 – Quando é que Buba Espinho subiu pela primeira vez ao palco da Ovibeja? Quem foram os amigos convidados que o acompanharam no palco? (3 nomes, no mínimo).
3 – Em que grupo, nascido em 2011 com cerca de 20 jovens, participou Buba Espinho?
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O/A vencedor/a será contactado/a por mail com as indicações para obtenção do prémio*. Não serão aceites respostas deixadas nas caixas de comentários nem no facebook. Não serão publicados os nomes dos vencedores. O bilhete de oferta será entregue no dia 17.
(1) Os dados recolhidos não serão usados para qualquer outro efeito.
Em Évora é assim: “A Direção Regional de Cultura do Alentejo disse hoje estar “a tratar dos procedimentos administrativos” para passar a tutela do Museu Frei Manuel do Cenáculo, em Évora, museu nacional desde 2017, para a Direção-Geral do Património Cultural.
O equipamento “está classificado como Museu Nacional desde o ano passado” e, “em breve”, a sua tutela “vai passar para a administração central, para a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC)”, disse hoje à agência Lusa a diretora regional de Cultura do Alentejo, Ana Paula Amendoeira.
Essa mudança de tutela, que ainda pertence à Direção Regional de Cultura do Alentejo (DRCAlen), deve-se, precisamente, ao facto de se tratar de “um Museu Nacional”, explicou.