Mar 22 2019
Mar 20 2019
Concurso Árvore Europeia do Ano
Publicado por João EspinhoMar 18 2019
Democracia? O que é isso?
Publicado por João EspinhoMar 15 2019
Greve pelo clima
Publicado por João Espinho
Esta sexta-feira, a primeira greve climática global promete abalar a geopolítica mundial. Mesmo de uma perspectiva cautelosa, o dia 15 de março será um evento histórico à escala global, uma das maiores manifestações de sempre, seguramente a maior manifestação de estudantes e a maior manifestação em defesa da justiça climática que alguma vez ocorreu, com milhões de pessoas em todos os continentes e em mais de 70 países já confirmado. A data, o momento em si, devemo-lo ao contexto cada vez mais desesperante de inacção climática perante uma ameaça existencial em contra-relógio, e ao surgimento de Greta Thunberg na cena pública, com a sua crueza e resolução.
(leia aqui as seis lições de Greta Thunberg ).
Mar 13 2019
Em Évora há Jazz
Publicado por João Espinho
Enquanto festival português deste género musical, o Évora Jazz Fest demarca-se dos demais eventos similares do panorama nacional por fazer do jazz um elemento de ligação entre diversos estilos artísticos, ou, se se preferir, por fazer do jazz um eixo central para o desenvolvimento de várias artes. Um pouco à semelhança do que afirmava, sobre o jazz, Duke Ellington: “Não é só música, mas é tudo música…”.
Na sua segunda edição, o Évora Jazz Fest alarga ainda mais o círculo criado em 2018, em que o jazz foi o pivot de um carrossel, a que se juntaram a pintura, a fotografia, a formação e a música, entre outras artes e emoções.
Consulte aqui o programa.
Mar 13 2019
Rei e senhor
Publicado por João EspinhoMar 12 2019
A testosterona comunista
Publicado por João Espinho
Escreve Pedro Correia no Delito:
“Jerónimo de Sousa acordou subitamente “feminista”. De tal maneira que se lembrou de criticar o fim do “almoço do Dia da Mulher” promovido pela Câmara de Almada, que foi liderada pelos comunistas durante 40 anos e é desde Outubro de 2017 gerida por Inês Medeiros, do PS. Aproveitando também para «criticar a direita, por alimentar discriminação das mulheres».
Julgo que a preocupação de Jerónimo devia orientar-se noutro sentido. Virando-se para o próprio PCP. Em 98 anos de história, nunca o partido da foice e do martelo teve uma mulher a liderá-lo. Nem sequer nas quatro décadas e meia que já levamos de regime democrático. Ao contrário do que sucedeu no PSD, com Manuela Ferreira Leite, ou no CDS, com Assunção Cristas.
Mais: no PCP nunca houve sequer uma mulher na liderança da bancada parlamentar. Pior ainda: agora que já se perspectiva a saída do secretário-geral, há dezena e meia de anos em funções, quem se aponta como possíveis sucessores, segundo o bem informado Expresso? Isso mesmo: quatro homens, nem rasto de mulher.
É com isto que Jerónimo, agora aparentemente convertido ao feminismo, devia andar preocupado.”
Mar 12 2019
Será desta?
Publicado por João EspinhoMar 11 2019
Ovibeja – Pulseiras à venda
Publicado por João Espinho
As pulseiras Livre-Trânsito – para todos os dias da feira!!!
Já estão à venda no Secretariado da Ovibeja – no Parque de Feiras e Exposições de Beja Manuel de Castro e Brito. O mesmo local de sempre! O mesmo preço: 25 euros!

Mais informações sobre a 36ª OVIBEJA (aqui)
Mar 10 2019
Beja
Publicado por João Espinho
As palavras, o desabafo, de uma amiga que reencontrei. E revejo-me no que escreve:
“Voltar à minha terra é uma viagem aos sons e sabores do passado, trazer para o presente uma cidade mais antiga do que Portugal não resulta, não é a mesma cidade, a vida escoou-se do que antes era centro e agora faz-se em formato donut, circular como num carrossel.
Nem o sol que ilumina traz mais vida, um dia lindo e vivido e as ruas são habitadas por casas sem gente, descascadas e esfareladas, lojas a desfalecer em ruinas, algumas agonizando antes da derrocada final em pouco convincentes tentativas de “vende-se” nas placas desbotadas de imobiliárias desconhecidas naquelas paragens.
O que sobrevive está cuidado e branco, o alentejano sempre gostou do branco das casas, conjuga-se com a luz azul desta manhã gloriosa, sabe bem estar aqui e apreciar esta paz esquecendo a decadência do abandono, é difícil para quem por cá nasceu e cresceu, quem conheceu a vida não se conforma com as ruínas.
Uns turistas vagueiam perdidos, pouco há para ver ou fazer porque, sabe-se lá porque decisão inábil, tudo fecha ao fim-de-semana e até encontrar um restaurante para acalmar o palato é uma busca na planície, dificilmente estes turistas voltarão e dificilmente se entenderá a falta de iniciativas de Direcções de Turismos Regionais e afins.
Cheira a azeite, é assim desde que o olival escorraçou o trigo, agora há formações em parada de oliveiras todas do mesmo tamanho, procuro o ondular das searas salpicadas de papoilas e não encontro, as papoilas concentram-se em linha nas bermas do olival, há que respeitar as formações.
Estrada da Salvada, está no mesmo sítio e foi a ambição máxima de viagem em horizontes curtos, como se tem um horizonte curto na imensa planície, sei lá, a animação hoje está na Cabeça Gorda (um dia hei-de descobrir a origem do nome da aldeia ), silarcas, workshops, tendinhas, uns cogumelos selvagens deliciosos, não me atrevo a comprar por receio de não os saber tratar, betinha de cidade habituada a compra-los lavadinhos e alinhados, que faço eu com estes tão mais genuínos?
Rendo-me a quem os cozinha com arte, delicia, provamos quase todos os pratos, quem diria que havia tantas maneiras de silarcar e tantos que sabem como tirar o melhor do que a terra deu? Cozinhar é cada vez mais uma arte, até com silarcas.
Cheira a orégãos, pudera, tinha comprado uns ramos numa das tendinhas e esqueci no fundo da mala, levarei de volta o cheiro dos temperos e a memória dos sabores e no meio disto tudo, o mais importante e que realmente me move, é a companhia de bons amigos e lá vamos todos além da estrada da Salvada.”
Ana Nobre Rebelo Gonçalves
Mar 09 2019










