Arquivo da Categoria ‘Geral’

Costa toureado na Assembleia da República

28 de Novembro de 2018

Luís Campos Ferreira (PSD) usou o telemóvel para tocar toque de entrada de toiros quando os deputados aprovaram a redução do IVA para as touradas.

“Quem vota a favor?, perguntou Ferro Rodrigues. PSD, CDS e PCP votaram por bancada, mas os deputados do PS dividiram-se: o líder parlamentar, Carlos César, levantou-se para apoiar a redução do IVA das touradas para 6%, e com ele levantaram-se mais 42 deputados socialistas.

Foi nesse momento que se ouviu distintamente no Plenário um toque de entrada de touros, como se o Hemiciclo fosse o Campo Pequeno. A música vinha de uma das bancadas e provocou o riso de muitos dos deputados e até do presidente da Assembleia. Mas nem todos se aperceberam de onde vinha o som. O responsável foi o deputado do PSD Luis Campos Ferreira, eleito por Viana do Castelo.

No momento em que Carlos César se levantou e olhou para trás, para ver quantos na sua bancada apoiavam a polémica proposta socialista de alteração ao Orçamento – feita à revelia do Governo e da direção do PS -, Campos Ferreira simulou o comentário de uma corrida de touros: “Aí está o Grupo de Forcados do Largo do Rato. Vai dar entrada o touro!”

E pontuou a ironia com um sonoro “Olé!”, e com esta música, emitida através do seu telemóvel.
Questionado pelo Expresso sobre a sua original forma de intervenção parlamentar, Campos Ferreira considerou que “António Costa, habituado a tourear a oposição, foi desta vez toureado pelo seu líder parlamentar. Foi uma chinquelina de César a Costa.”

(in Expresso)

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Expensive Soul em Beja

25 de Novembro de 2018


Na noite de passagem de ano 2018/2019.

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Correio Alentejo

22 de Novembro de 2018

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Os Bispos e as “fake news”

19 de Novembro de 2018

A notícia: A conferência episcopal esteve reunida em Fátima e revelou grande preocupação com as notícias falsas, as chamadas fake news.
Transcrevo JCD no Facebook:

“E a nossa senhora apareceu numa oliveira e uma outra transformou pão em rosas e Jesus ressuscitou ao terceiro dia e caminhou sobre as águas que transformou em vinho e curava sem medicamentos e tirava o demónio dos endemoninhados e se te portares mal vais para o Inferno mas também podemos viver lá em cima, no céu, sem que as leis da gravidade se apliquem. Abaixo as #fakenews.”

🙂 🙂

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Mértola – Festival Islâmico 2019

19 de Novembro de 2018

As ruas do Centro Histórico da Vila-Museu recebem a décima edição do Festival Islâmico de Mértola de 16 a 19 de maio de 2019.

O Souk é o coração de um certame que se estende por dezenas de espaços da Vila de Mértola, com música, exposições, conferências, teatro, gastronomia e outras artes.

Até dia 1 de março de 2019 decorrem as inscrições para participação no mercado de rua. O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis aqui.

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Diário do Alentejo

18 de Novembro de 2018

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Da língua de Camões – «Há anos “atrás”»

13 de Novembro de 2018

«Entrámos para o euro há dez anos atrás», «Deveriam ter sido tomadas medidas adequadas há muito tempo atrás»: este tipo de frases ouve-se cada vez mais, havendo quem considere correcta a utilização da palavra atrás como forma de intensificar a ideia de passado.

Ora, expressões do tipo «há anos atrás», «há meses atrás», «há muito tempo atrás» estão incorrectas. Nem podemos sequer considerar que há uma redundância aceitável.

Nestas frases, o verbo haver significa «existir» e usa-se para indicar a existência de um período que decorreu desde o momento em que se passou a acção referida até ao momento em que a frase é proferida. O verbo haver no presente do indicativo («há») indica o tempo presente, indica o que acontece no presente (e não atrás), o que acontece ou o que existe no momento em que se está a falar: no caso da expressão «há dez anos», tal significa que no momento em que a frase está a ser proferida (hoje) existem dez anos, completaram-se dez anos desde que algo aconteceu. (leia aqui)

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Portugal e a Primeira Guerra

12 de Novembro de 2018

A participação de Portugal na Primeira Guerra resultou de “um projeto político radical” contestado pelo Exército e pela sociedade, defende o historiador António José Telo, criticando a visão histórica “cor-de-rosa” e “falsa” que subsiste sobre este período .

“As ideias que existem são bastante erradas. Os manuais escolares continuam a dizer que Portugal entrou na Guerra a pedido da Inglaterra. Não é bem assim. Na realidade, a Guerra provoca uma profunda divisão na sociedade portuguesa […] e a esmagadora maioria, quer do mundo político, quer da opinião pública, alinha com os chamados anti-guerristas”, disse o historiador, em entrevista à agência Lusa.

O professor catedrático de História na Academia Militar trabalha, desde 2014, numa linha de investigação ligada à evocação dos 100 anos da Primeira Guerra Mundial, do Ministério da Defesa, tendo já publicado dois livros: um sobre o Corpo Expedicionário Português (CEP) em França e outro sobre a guerra no Atlântico português. (ler Portugal tem uma visão “cor-de-rosa” e “falsa” sobre a Primeira Guerra)

NOTA: Hoje, 12 de Novembro, pelas 21H00,na Biblioteca Municipal de Beja, terá lugar uma conferência subordinada ao tema “A Infantaria do Baixo Alentejo na Grande Guerra“.

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Diário do Alentejo

9 de Novembro de 2018

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Correio Alentejo

9 de Novembro de 2018

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Foi em 1989

9 de Novembro de 2018

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Não podemos ignorar

9 de Novembro de 2018

Guerra no Iémen. Há 10 milhões de crianças a precisar de ajuda urgente.

Não podemos não olhar.

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