Arquivo da Categoria ‘Fotografia’
Domingo #399
11 de Março de 2018Bom fim de semana
9 de Março de 2018Domingo #398
4 de Março de 2018Bom fim de semana
2 de Março de 2018Exposição de fotografia
1 de Março de 2018
“Vergílio Correia (1888-1944)) – Um olhar fotográfico”
O Museu Regional de Beja (CIMBAL) e O Centro de Estudos Vergílio Correia (Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova e Associação Ecomuseu de Condeixa) inauguram no próximo dia 8 de Março, pelas 18:00h, no Núcleo Expositivo do Museu Regional de Beja (Rua dos Infantes), a exposição Vergílio Correia (1888-1944) – Um olhar fotográfico.
A exposição estará patente ao público de 8 de Março a 30 de Abril de 2018, de segunda a sexta feira, das 9:30h às 12:30h e das 14:30h às 17:15h.
Bom fim de semana
23 de Fevereiro de 2018Bom fim de semana
16 de Fevereiro de 2018Bom fim de semana
9 de Fevereiro de 2018Domingo #397
4 de Fevereiro de 2018Bom fim de semana
26 de Janeiro de 2018O olhar de…
21 de Janeiro de 2018
foto: joão espinho
Desta vez o desafio foi diferente. A Rita escreveu primeiro e eu tive que encontrar uma imagem.
Foi este o resultado.
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“Há sempre um momento que nos separa. O momento em que tu morres e em que eu assisto, impávido, ao teu desaparecimento. À beira do abismo. Na fragilidade visceral a que me condenas, não pela tua ausência física, mas pela constante presença emocional com que me manipulas os dias.
O nosso amor foi sempre a minha melhor criação, alimentada pelos meus pensamentos doentes e pelos fugazes encontros a que cedemos. Uma obra cuja temporalidade e materialidade suspeitas, me fazem agora crer, na possibilidade da sua não existência, sempre que te vejo morrer para o amor. Para o nosso amor.
Sou confrontado com a necessidade que as coisas e os acontecimentos têm, de ser apagados. É por isso que te matas, não é? Diz-me. É por isso que te matas? Queres apagar-te de mim, mas as marcas invisíveis não te deixam sair-me da pele.
Contigo, vivo constantemente à beira do abismo. Há sempre um momento que nos separa. O momento em que o amor vaza, escorre e cai morto, depois da despedida do teu corpo inerte. Sempre precisaste de sangue para que o teu nome ficasse gravado no meu coração.
Diz-me. Diz-me com clareza. No amor, qual é a vantagem de ser ferido, quando é por medo que morremos?”
Rita Nascimento











