Arquivo da Categoria ‘Blogosfera’

Experimentalismo a mando da “troika”

10 de Setembro de 2012

Alexandre Relvas condena “experimentalismo” a mando da “troika”.
Empresário e ex-dirigente do PSD considera que o Governo errou quer nas medidas, quer na altura e na forma como foram apresentadas. Alexandre Relvas arrasa o Governo e pede a Passos Coelho que repense as medidas anunciadas na passada sexta-feira. (ler aqui)

(via Memória Virtual)

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Sobre tradutores e traduções

13 de Agosto de 2012

“Tenho um enorme fascínio pela profissão de tradutor. Sendo eu uma apaixonada pelas letras, delicio-me com a imensidão de palavras que existem em cada idioma e nas equivalências entre elas. Maravilho-me com expressões idiomáticas, estrangeirismos, e mais ainda com as palavras ou expressões que são únicas em cada língua, pertença da cultura que lhes deu origem.

Quando era miúda passou-me pela cabeça ser jornalista, depois ganhei juízo e percebi que seria mais bem sucedida como economista mas hoje, olhando para trás, acho que teria sido uma boa tradutora, ou talvez não… Admiro imenso a profissão e acho-a verdadeiramente útil no contexto de globalização em que vivemos. Não consigo conceber o mundo como um conjunto de povos isolados, sem contacto uns com os outros, nem me imagino a viver confinada à produção nacional. Existe muita coisa boa e interessante produzida em português, mas não podemos esquecer-nos que o conhecimento advém do que já foi dito, escrito ou traduzido, o resto é fruto do que a nossa imaginação cria e traz à luz do mundo. (…)”

(continue a ler aqui)

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Em obras

11 de Junho de 2012

A brevidade é uma promessa que não faço.

Até já!

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Desde 2003

25 de Maio de 2012

Sim, já por aqui ando há cerca de 9 anos.

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Adeus camaradas!

19 de Abril de 2012

Lopes Guerreiro despede-se do PCP.

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O país há muito que fechou

26 de Janeiro de 2012


foto: joão espinho

Pelo que agradeço ao Carlos Júlio o ter-me recordado de quem colocou os primeiros cadeados e deitou fora as chaves dos mesmos. É verdade que o país continua a encerrar. Só falta mesmo fechar a porta da esperança. E mesmo que ela já esteja comida pela ferrugem, haja força para a manter aberta e viva.
Ilusão? Todos temos.Nem que seja a de um dia poder embalar a trouxa e zarpar pois, ao que parece, este País está cheio de filhos da mãe.

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Pormenores artísticos de Beja

24 de Janeiro de 2012

Beja, cidade plena de história esconde dentro de si uma beleza encantadora. Num passeio pelas ruas mais antigas vamos encontrar alguns segredos que Beja teima em esconder. Janelas, cantarias, ferragens, azulejos e outros pormenores…… junte-se a nós e venha descobrir os segredos de Beja.

Dia 28 de Janeiro, às 15h, o ponto de encontro é no castelo e o passeio terá a duração aproximada de 2 horas.

Para inscrições e informações contacte o Posto de Turismo 284311913 ou escreva um email para: turismo@cm-beja.pt

Entretanto, e como estamos a falar de Beja e das suas imagens, destaco o blog Beja y Arrabaldes, que nos mostra Beja e seus arredores através de imagens antigas e recentes, notícias de jornais e publicações diversas.

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A Célula

6 de Novembro de 2011

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No “Forte Apache“.

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Ontem dei um tiro

2 de Novembro de 2011

Outros se seguirão. Sou mais um índio no Forte Apache.

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Telegrama para um amigo

19 de Outubro de 2011

Percebo e concordo com as preocupações e dúvidas que manifestas na tua carta. O meu comentário, em tom provocatário, sugeriu-te (ainda bem) o desenvolvimento de um tema que, parece, anda nas mentes de alguns (poucos) cidadãos.
Vamos por partes: não aceito que se vulgarize o epíteto de “mentiroso” a todos os políticos. Parecendo que não, todos nós, cidadãos, somos políticos. Mas eu percebo-te.
Vivendo em Democracia, assente nas mais diversas liberdades, os cidadãos escolhem caminhos diversos para exercerem os seus direitos, legitimados por uma Lei que os protege da opressão ou do silenciamento. Se assim não fosse, não conheceríamos a indignação expressa em movimentos como o “A Democracia sai à rua” (que disparate!) ou o “Occupy Wall Street” (devo dizer-te que acredito muito mais neste do que naquele). Como deves ter percebido, estes movimentos de indignação não são, como se pretende “fazer passar”, à escala global. Há sociedades, em pleno século 21, onde não se pode ser pessoa, onde não há Liberdade. Ali (não preciso recordar, pois não?), ainda não chegaram ventos de mudança, onde “à escala global” é uma mentira.
É verdade, este regime está podre. Escrevi-o aquando do foguetório do centenário da República.
Mas tu vais mais longe. Vais por essa Europa, destruída múltiplas vezes, flagelada por guerras paridas no seu seio e pelos seus dirigentes. Uma Europa cheia de sangue e de feridas ainda não sanadas. Temes que a História se repita, mas isso não te impede de dizeres:”Mas não há alternativa”.
Há, Carlos. Estamos em constante mudança e a imutabilidade que te parece ser meu privilégio é, tão só, não acreditar em determinados movimentos, cujas movimentações terão um epílogo: a morte da Democracia, a morte da Europa. E contra isso, podes crer, estarei no lado da barricada daqueles que sempre têm defendido os Direitos Humanos.

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Polaroid

20 de Setembro de 2011

“Dizem por aí – talvez as más-línguas – que a blogosfera perdeu gás;
Que já não é o que era;
e que está acirrada à volta da política, como se a política fosse feita de rancores.
Se é verdade, o blog Polaroid nasce contra a corrente.
Queremos captar cada instante, cada momento do quotidiano.
Da vida.
Dos livros que lemos;
da música que ouvimos;
das exposições que visitamos;
dos amores e desamores do dia a dia;
da política, também, obviamente.
E de tudo o resto que se capta num instante;
num segundo;
com uma Polaroid na mão.
E uma caneta na outra.”

Viva a blogosfera. Com luz e polarizadores.

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Carta de uma cidadã

17 de Setembro de 2011

No Delito de Opinião:

“(…)
São tantos os portugueses a condecorar…

e o Senhor Presidente da República condecorou com a distinção de Cavaleiro da Ordem do Infante Dom Henrique jogadores de futebol… e que alcançaram o segundo lugar… que exemplo são para a nação? Carros de luxo, vidas repletas de vaidades… que exemplo são?!”

Uma carta que vale a pena ler e subscrever.

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