O texto que hoje li sobre Alqueva é dos bons e raros exemplos de informar e formar os leitores e cidadãos, no Diário do Alentejo.
A questão tem pertinência e pergunta-se o porquê de o não se fazer jornalismo deste quilate neste meio de comunicação regional, com detalhe e elucidativo deste nosso Alqueva, que considero a “nossa” Autoeuropa no Alentejo, nas várias valências que ele capitaliza ?
Um mito lá bem esclarecido na notícia é de que os portugueses possuem aproximadamente 2/3 e os espanhóis 1/3 em áreas de olival intensivo e ultra-intensivo, e que existem também bem menor representatividade ingleses, dinamarqueses e até sauditas.
9 de Fevereiro de 2018 às 19:05:46
*** A L Q U E V A ***
O texto que hoje li sobre Alqueva é dos bons e raros exemplos de informar e formar os leitores e cidadãos, no Diário do Alentejo.
A questão tem pertinência e pergunta-se o porquê de o não se fazer jornalismo deste quilate neste meio de comunicação regional, com detalhe e elucidativo deste nosso Alqueva, que considero a “nossa” Autoeuropa no Alentejo, nas várias valências que ele capitaliza ?
Um mito lá bem esclarecido na notícia é de que os portugueses possuem aproximadamente 2/3 e os espanhóis 1/3 em áreas de olival intensivo e ultra-intensivo, e que existem também bem menor representatividade ingleses, dinamarqueses e até sauditas.