Coitadinho. A verdade é que era alérgico à lactose e deram-lhe um copinho de leite morno antes de ir para a caminha. Como estava muito triste e stressado (duas noites mal dormidas e um psp que o segurou à bruta pelo bracinho) esqueceu-se de pedir a “ceia dieta” (leitinho de soja e bolachinha integral). A meio da noite a barriguinha começou a doer, as dores eram insuportáveis e por isso decidiu acabar com a vida. Estou muito triste com esta notícia!
Espero que as associações de defesa dos animais de duas patas movam esforços para que se instale imediatamente um processo disciplinar ao alergologista do estabelecimento prisional.
@BABE e @CANDIDA:
Concordo em parte com a vossa opinião; Mas eu deseja que ele vivesse em agudo sofrimento canceroso ou com outra maleita qualquer, grave e dolorosa, durante mais 300 anos (100 anos por cada vitima).
Já agora foi melhor assim, porque com a habitual brandura dos nossos tribunais, daqui a meia dúzia de anos, podiamos correr o risco de nos cruzarmos com esse MONSTRO numa qualquer rua de cidade de Beja.
Se tivesse sido condenado a mais tempo de prisão, quando fez o desfalque no Crédito Predial, talvez se tivesse evitado este drama. O sistema deu-lhe boa vida, deixou-o estudar, onde o devia te-lo posto a trabalhar arduamente a cavar mato nas barreiras do guadiana ou a partir pedra numa qualquer pedreira.
Trabalhos forçados para esta “escumalha” é o remédio ideal e mandem-se os defensores dos presos desta natureza, às ortigas ou a fazerem-lhe companhia, porque a maior parte destes detidos não tem qualquer hipoteses de recuperação, nem nisso está interessada.
Positivamente de acordo JC, as instituições sociais e de reinserção social neste país pura e simplesmente não funcionam. A verdade é que qualquer pessoa que seja presa, confronta-se, ao sair, com 1 sociedade que lhe é hostil e, salvo raras excepções, jamais acreditará na sua recuperação.
Quanto à oficiosa nomeada, tendo a entender as suas razões, até porque “beja é um ovo” e todos nos conhece-mos. Numa cidade de maiores dimensões esta situação não seria de suceder.
Por último, serviços prisionais. Ao contrário de todos estes justiceiros sociais que por iniciativa deles teriam linxado o suspeito logo no próprio momento da detenção ou quando este foi presente a primeiro interrogatório judicial, penso que devesse ser de prever que o mesmo viesse a tentar cometer suicídio (neste caso conseguido), pelo que e acredito que com alguma complacência dos guardas prisionais, tal facto se acabou por verificar.
Uma última palavra para todos os justiceiros que consideramos ter em nós. Esta situação foi de facto imperdoável e incompreensível mas também extremamente rara. A verdade é que este sentimento de vontade em recorrer à justiça popular se torna cada vez mais frequente / referido e pergunto se nessas situações de cariz menos gravoso, e muitíssimo muitíssimo menos frequentes, em que muitos nossos conhecidos poderão algum dia vir a cair, mereceriam julgamentos em praça pública…
@JC – (não lhe pareça mal a minha resposta mas…) para o animal não ter meios dentro da cela…teria que ser uma cela composta SÓ pelas quatro paredes e o senhor teria que estar nú! (há quem se enforque com a própria roupa) e se as condições fossem estas… alguém viria dizer nos jornais que nas cadeias as condições eram muito más (entre outras coisas)… ah e lembre-se de uma coisa… Só pode ser ajudado quem procura ajuda… Digo eu!!
A única questão que coloco é que saiu da cadeia de Beja para o Estabelecimento Prisional de Lisboa, por motivos de SEGURANÇA com sistemas mais eficientes e face ao que se passou junto ao Tribunal de Beja e à justa indignação da população, vai para uma cela individual na qual entre cerca das 21 h, pelas 22.30 h é visto fisicamente pelo guarda e cerca da da 1 h da madrugada é encontrado enforcado !
Nunca visitei no interior qualquer prisão mas pelo que me é dado a saber o dito cujo tinha todas as condições propositadas ou não, para se poder suicidar, estarei eu a pensar mal ?
Os castigos pelos actos cometidos deveriam ser mais temporais e mais intensos, e não dar-se esta oportunidade de mão beijada !
17 de Fevereiro de 2012 às 9:26:55
Já foi tarde! Devia ter-lhe dado para isso antes da barbaridade que cometeu!
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=41743
17 de Fevereiro de 2012 às 10:27:00
Coitadinho. A verdade é que era alérgico à lactose e deram-lhe um copinho de leite morno antes de ir para a caminha. Como estava muito triste e stressado (duas noites mal dormidas e um psp que o segurou à bruta pelo bracinho) esqueceu-se de pedir a “ceia dieta” (leitinho de soja e bolachinha integral). A meio da noite a barriguinha começou a doer, as dores eram insuportáveis e por isso decidiu acabar com a vida. Estou muito triste com esta notícia!
Espero que as associações de defesa dos animais de duas patas movam esforços para que se instale imediatamente um processo disciplinar ao alergologista do estabelecimento prisional.
17 de Fevereiro de 2012 às 11:01:13
Não gasta mais dinheiro aos contribuintes.
17 de Fevereiro de 2012 às 11:41:05
@BABE e @CANDIDA:
Concordo em parte com a vossa opinião; Mas eu deseja que ele vivesse em agudo sofrimento canceroso ou com outra maleita qualquer, grave e dolorosa, durante mais 300 anos (100 anos por cada vitima).
17 de Fevereiro de 2012 às 11:50:03
Já agora foi melhor assim, porque com a habitual brandura dos nossos tribunais, daqui a meia dúzia de anos, podiamos correr o risco de nos cruzarmos com esse MONSTRO numa qualquer rua de cidade de Beja.
Se tivesse sido condenado a mais tempo de prisão, quando fez o desfalque no Crédito Predial, talvez se tivesse evitado este drama. O sistema deu-lhe boa vida, deixou-o estudar, onde o devia te-lo posto a trabalhar arduamente a cavar mato nas barreiras do guadiana ou a partir pedra numa qualquer pedreira.
Trabalhos forçados para esta “escumalha” é o remédio ideal e mandem-se os defensores dos presos desta natureza, às ortigas ou a fazerem-lhe companhia, porque a maior parte destes detidos não tem qualquer hipoteses de recuperação, nem nisso está interessada.
17 de Fevereiro de 2012 às 17:15:20
O funcionamento das instituições é de terceiro mundo;
Instituições sociais-Deveriam prevenir e acompanhat casos problematicos
Justiça- Advogados nomeados a recusar exercer a sua profisão
Serviços Prisionais- É ridiculo que um preso nestas circunstancias tivesse ao seu alcance meios dentro de uma cela para se suicidar.
Tristeza……!
17 de Fevereiro de 2012 às 21:16:18
Deve ter-se suicidado, deve!
17 de Fevereiro de 2012 às 22:20:48
Positivamente de acordo JC, as instituições sociais e de reinserção social neste país pura e simplesmente não funcionam. A verdade é que qualquer pessoa que seja presa, confronta-se, ao sair, com 1 sociedade que lhe é hostil e, salvo raras excepções, jamais acreditará na sua recuperação.
Quanto à oficiosa nomeada, tendo a entender as suas razões, até porque “beja é um ovo” e todos nos conhece-mos. Numa cidade de maiores dimensões esta situação não seria de suceder.
Por último, serviços prisionais. Ao contrário de todos estes justiceiros sociais que por iniciativa deles teriam linxado o suspeito logo no próprio momento da detenção ou quando este foi presente a primeiro interrogatório judicial, penso que devesse ser de prever que o mesmo viesse a tentar cometer suicídio (neste caso conseguido), pelo que e acredito que com alguma complacência dos guardas prisionais, tal facto se acabou por verificar.
Uma última palavra para todos os justiceiros que consideramos ter em nós. Esta situação foi de facto imperdoável e incompreensível mas também extremamente rara. A verdade é que este sentimento de vontade em recorrer à justiça popular se torna cada vez mais frequente / referido e pergunto se nessas situações de cariz menos gravoso, e muitíssimo muitíssimo menos frequentes, em que muitos nossos conhecidos poderão algum dia vir a cair, mereceriam julgamentos em praça pública…
18 de Fevereiro de 2012 às 1:23:28
@JC – (não lhe pareça mal a minha resposta mas…) para o animal não ter meios dentro da cela…teria que ser uma cela composta SÓ pelas quatro paredes e o senhor teria que estar nú! (há quem se enforque com a própria roupa) e se as condições fossem estas… alguém viria dizer nos jornais que nas cadeias as condições eram muito más (entre outras coisas)… ah e lembre-se de uma coisa… Só pode ser ajudado quem procura ajuda… Digo eu!!
18 de Fevereiro de 2012 às 18:17:46
A única questão que coloco é que saiu da cadeia de Beja para o Estabelecimento Prisional de Lisboa, por motivos de SEGURANÇA com sistemas mais eficientes e face ao que se passou junto ao Tribunal de Beja e à justa indignação da população, vai para uma cela individual na qual entre cerca das 21 h, pelas 22.30 h é visto fisicamente pelo guarda e cerca da da 1 h da madrugada é encontrado enforcado !
Nunca visitei no interior qualquer prisão mas pelo que me é dado a saber o dito cujo tinha todas as condições propositadas ou não, para se poder suicidar, estarei eu a pensar mal ?
Os castigos pelos actos cometidos deveriam ser mais temporais e mais intensos, e não dar-se esta oportunidade de mão beijada !
É a prova provada da merda de justiça que temos …
18 de Fevereiro de 2012 às 22:27:10
Que Deus tenha estas quatro almas em paz!