Arquivo de Março de 2022

Orçamento Participativo

31 de Março de 2022

Orçamento Participativo de Beja recebe últimas propostas.
Aqui deixo uma proposta: deslocar a estátua da Raínha D. Leonor para o centro do Largo da Conceição, delimitando o espaço com plantas e arvoredo de pequeno porte, não permitindo, assim, que ali se volte a realizar comício onde se ouviria dizer “fazer o que ainda não foi feito”. Beja agradece!

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Plof!

27 de Março de 2022

Dizem que foi convidado para assumir diversos cargos no governo.
Dizem que rejeitou todos. Razão: nenhum se encaixa no seu perfil.
Pronto. Aguardemos pela próxima nomeação
Vivó Pedro. Do Carmo.

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Já mudou a hora?

27 de Março de 2022


foto: Ivan Gallini

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Viva a democracia

25 de Março de 2022

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Beja – Centro Histórico

23 de Março de 2022

Convidados: Ana Paula Amendoeira, Florival Baiôa Ana Maria Ramoa,Ágata Navarro e Manuel Faião.

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Sobre os concursos

20 de Março de 2022

Coloco à discussão comentário escrito por leitor/a:

“Parece que nestes concursos:
. as atas de definição dos critérios de seleção dos candidatos foram feitas depois de terminar o prazo para a apresentação de candidaturas;
. os critérios foram definidos depois de serem conhecidos os candidatos;
. as notas das avaliações foram atribuídas antes dos candidatos fazerem as provas;
. as propostas de nomeação para a ocupação dos cargos foram feitas antes de estarem concluídos todos os métodos de seleção;
. os candidatos nomeados nem sequer foram os propostos.

Face a tudo isto, poderá alguém defender estes procedimentos e será possível que os concursos sejam válidos?

A serem válidos, este exemplo deve ser replicado por todo o país.
Assim, numa única ata são definidos os critérios, admitidos os candidatos que interessam, avaliados os candidatos mesmo sem prestação de provas e feita logo a proposta de nomeação do candidato que se quer colocar no cargo.

Desta forma, os concursos ficam concluídos dentro do prazo, as câmaras têm a certeza que quem irá ser nomeado e não gastam quase nada com o júri porque este só se desloca para uma reunião, o júri não perde o seu tempo pois só precisa de assinar a ata uma vez que o resto já está tudo feito e os candidatos também não gastam nada porque nem precisam deslocar-se para fazer as provas.
Parece só ter vantagens.”

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Beja – a culpa morre solteira?

18 de Março de 2022

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Ucrânia – concerto solidário.

17 de Março de 2022

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11 de Março de 1975

11 de Março de 2022

Alguém se recorda desta data? E dos tempos que se seguiram?

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É uma espécie de bazuca

8 de Março de 2022


O PS a estrangular os portugueses. Nada de novo.

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Milhares de detidos na Rússia

6 de Março de 2022

Pelo menos 2.500 pessoas que se manifestavam contra a intervenção militar na Ucrânia foram este domingo detidas em cerca de 50 cidades da Rússia, segundo a organização não-governamental (ONG) OVD-Info, especialista em monitorizar manifestações.

Para impedir qualquer crítica ao conflito, as autoridades russas adotaram na sexta-feira uma nova lei que reprime “informações falsas” sobre as atividades do exército russo na Ucrânia. De acordo com o diploma, as penas a aplicar variam de uma multa a 15 anos de prisão.

Como resultado, órgãos de comunicação russos e estrangeiros anunciaram a suspensão das suas atividades na Rússia.

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Lavagem ao cérebro

3 de Março de 2022

“Estudantes russos têm “aula virtual” sobre “necessidade” de invadir a Ucrânia

Alunos de todo o país tiveram uma “aula virtual”, onde foi também abordado o “perigo” da NATO. Kremlin distribuiu nas escolas manuais onde conta a sua versão da história e da guerra na Ucrânia.
O tema da invasão à Ucrânia tem sido abordado nas escolas, mas de uma forma específica e controlada. O governo chegou mesmo a distribuir manuais, onde consta a versão do Kremlin sobre a história e sobre dos factos relativos “à operação especial” na Ucrânia.

Por exemplo, um desses livros refere que a Ucrânia não existia enquanto país até ao século XX e que em 2014 houve um golpe de estado que pôs no poder um governo controlado pelos Estados Unidos, lê-se na Al Jazeera, que cita o site russo independente MediaZone.

Após esse golpe de Estado, as Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk foram vítimas de um “genocídio” durante oito anos e foi por isso que a Rússia desencadeou uma “operação especial de manutenção da paz”. É, aliás, assim que os professores são obrigados a referir-se ao conflito, estando proibidos de usar palavras como “guerra” ou “invasão”.

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