Arquivo de Setembro de 2021

Cuidado!

10 de Setembro de 2021

Amanhã, Sábado, dia 11 de Setembro, António Costa vai estar no Largo da Conceição, em frente ao Museu Regional, para visitar os percursos acessíveis criados por Paulo Arsénio.
Alerto para o perigo em que se encontram os referidos percursos. É que, ao mínimo descuido, pode ocorrer um incidente. E lá vai Beja continuar na lista negra do governo socialista.

NOTA: PS cancelou acções de campanha.

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Jorge Sampaio

10 de Setembro de 2021


1939-2021

Recordo-me de, há uns anos, estando Jorge Sampaio ao balcão de uma cafetaria num Centro Comercial em Lisboa, com o seu filho André, que envergava uma camisola do Sporting, lhe ter dirigido a palavra, elogiando a camisola e comentando o estado em que se encontrava o nosso clube, tendo Jorge Sampaio realçado que deveríamos continuar a acreditar no SCP, que melhores dias viriam. Um homem simples.
Sinceras condolências à família e amigos.
Paz à sua alma.

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Entrevista com Paulo Arsénio

8 de Setembro de 2021


Paulo Arsénio é o actual Presidente da Câmara Municipal de Beja (PS) e recandidata-se a um segundo mandato.

1 – Em 2017 candidatou-se sob o lema “Somos Beja”. Pelo meio criou o “Centro do Sul”. Após 4 anos de presidência recandidata-se afirmando “Sentir Beja”. Onde ficou Beja nestes quatro anos? Dos projectos de 2017 qual o que não concluiu e que lhe traz mais angústia?
NÃO RESPONDEU

2- Sendo o Centro Histórico da cidade uma bandeira de todos os partidos, o que pensa fazer no CH que ainda não foi feito, e que possa trazer as pessoas para ali (residir, estabelecer os seus negócios) dar vida ao centro? É sua intenção suprimir todo o trânsito automóvel no CH?
NÃO RESPONDEU

3 – No mandato que agora termina, o parque fluvial dos “5 Reis” parece ter sido a grande “obra do regime”. Sabe-se que a mesma não constava do seu programa eleitoral. Tem em mente, caso seja reeleito, outra iniciativa que não conste do atual programa eleitoral?
NÃO RESPONDEU

4 – Em 2017 venceu com uma diferença de 1444 votos para o segundo classificado (CDU). Quais são os seus receios no próximo acto eleitoral? A abstenção, o voto útil noutra força/coligação política ou a incompreensão dos bejenses perante o seu tão publicitado trabalho como líder do executivo camarário?
NÃO RESPONDEU

5 – Costuma dizer-se que “em equipa vencedora não se mexe”. Apresenta-se, porém, com alguns novos rostos. Correu alguma coisa mal ou é uma simples renovação?
NÃO RESPONDEU

6 – Caso não obtenha a maioria absoluta, é sua intenção fazer algumas alianças para poder passar as suas propostas? Com que forças políticas?
NÃO RESPONDEU

7 – Afirmou recentemente que nunca antes um executivo havia sido tão atacado. Tem consciência que as redes sociais, onde tem uma grande actividade, são hoje “um pau de dois bicos”?
NÃO RESPONDEU

8 – Imagina-se a regressar à Direcção de Finanças caso o PS não seja o mais votado no concelho de Beja?
NÃO RESPONDEU

9 – As últimas questões: que futuro para uma infraestrutura aeroportuária que não tem acessos ? O que correu mal com a AeroNeo? Que propõe, em termos genéricos, para o desenvolvimento económico da região?

NÃO RESPONDEU

Esta reacção de Paulo Arsénio, trouxe-me à memória esta de Francisco Santos em 2009. Os resultados são conhecidos.
Apetece perguntar: o que é que os separa?

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Das entrevistas

8 de Setembro de 2021


Depois das participações dos candidatos da CDU, BE, Chega e coligação PSD/CDS/IL/A, chegou a hora de publicar a entrevista com Paulo Arsénio. Brevemente, neste blog.
Até já.

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Do debate

6 de Setembro de 2021

Na generalidade, muito fraco.
Ficaram-me, porém, os seguintes destaques:
1 – Vitor Picado não evoluiu. Vive entranhado nas bandeiras do PCP e parece nada ter aprendido com os resultados de há 4 anos. Para quem quer ser presidente de Câmara, ficou aquém das expectativas.
2 – Paulo Arsénio falou do parque fluvial, única obra que conseguiu concluir em 4 anos. Como é seu hábito, apregoou milhares de euros para obras em curso, mas continua a demonstrar não ter uma ideia para o desenvolvimento e futuro de Beja. Demonstrou não estar a concorrer para manter a maioria absoluta. Basta-lhe ganhar, o resto logo se vê.
3- Nuno Ferro não soube aproveitar a ocasião para demonstrar que tem uma ideia concreta para o futuro da cidade e do concelho. Deveria ter sido mais claro e incisivo.
4 – O Gonçalo do BE esteve claramente a navegar em águas que não são as suas. A CDU deve agradecer-lhe.
5 – O Pedro do Chega tanto podia ser candidato em Beja como em Portalegre. As ideias que tem não dizem respeito ao que está em causa nestas autárquicas. Basta-lhe ter mais votos que o BE e ele vai gritar “vitória”.

Resumindo: calculo que ninguém tenha ficado mais esclarecido ou tenha mudado o seu sentido de voto.

Esperemos pela campanha eleitoral. Pode ser que algum dos candidatos se evidencie pela positiva. Ou se espalhe ao comprido. Rasteiras não vão faltar.

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Entrevista com Pedro Pinto

5 de Setembro de 2021

Pedro Pinto é o candidato do Chega à Câmara de Beja.

Agradeço a Pedro Pinto a disponibilidade em participar nesta entrevista.

 

1 – Como é que o Pedro Pinto, não sendo de Beja, aparece como candidato pelo “Chega” à presidência da Câmara Municipal de Beja? Que conhecimento tem da cidade e do concelho?

Três coisas: em primeiro lugar o não ser de Beja, nunca impediu nenhuma candidatura. Repare, por vezes, uma visão de fora, poderá ser muito importante na mudança que o concelho precisa. Depois, vivo em Portalegre, que é a capital de Distrito mais parecida com Beja, sem autoestrada, esquecida pelos sucessivos governos. E em terceiro lugar, tenho família em Beja e no Distrito, bem como imensos amigos e partilhamos os conhecimentos do concelho. Os kms a mim nunca me meteram medo! 

2 – Sendo o “Chega” conotado com ideais  racistas e xenófobos, que medias propõe para a integração social do número, cada vez mais crescente, de imigrantes? Não considera que pode passar por estes imigrantes o repovoamento de um território cada vez mais deserto?

Recuso frontalmente essa conotação que querem fazer ao CHEGA. Existem problemas graves na sociedade portuguesa que não podem ser escondidos. A diferença é essa, os outros escondem-se e nós queremos resolvê-los. Repare, acha que meter a comunidade cigana em bairros, tipo guetos, sem os integrar na sociedade e viverem à conta de subsídios, é justo? Terem só direitos e não deveres, não cumprirem as regras da sociedade, é justo? Pagarem 4,50 € de rendas de casa e irem pagar à câmara, em grandes carros, é justo? Chamam racismo? Nós chamamos justiça! Em relação aos migrantes, tem de haver um grande controlo, particularmente porque muitos estão ilegais e vivem em condições desumanas, que a câmara de Beja não vê ou não quer ver. O que acho é que temos de criar condições para os nossos jovens não saírem do concelho e fazer regressar os que saíram. 

3 – Que diagnóstico faz, em termos económicos, do concelho de Beja? Que medidas propõe para o desenvolvimento da região?

Muito claramente queremos desenvolver Beja, só com grandes empresas isso pode acontecer. Conseguir que o aeroporto funcione, quer como ajuda à Portela, quer como alternativa ao aeroporto de Faro, porque em poucos anos vai estar sobrelotado. Depois, a via férrea é extremamente importante, não podemos estar no século XXI e ficar felizes e contentes, porque o governo nos deu uma automotora a cheirar a gasóleo, para devolver a ligação entre Évora e Beja. A ligação à autoestrada é fundamental, até porque Espanha está aqui ao lado e temos de nos voltar para lá. Para isso já temos conversações com o VOX, para ver o que a Andaluzia e o nosso Alentejo precisam. 


4 – O Centro Histórico de Beja é uma das bandeiras de todas as forças políticas em tempos de autárquicas.  Que propostas tem para revitalizar o CH de Beja
? 

Todos os anos a mesma coisa, mas com pouco desenvolvimento. Temos de pensar em grande, olhar por exemplo para a cidade de Mérida em Espanha e tirar esse grande exemplo. Dar importância às casas devolutas e contactar os seus proprietários. Queremos que Beja tenha orgulho da sua história e do seu centro histórico. 

5 – As campanhas autárquicas não se fazem só nos centros urbanos. Como tem sido a sua aceitação nas freguesias rurais? Que propostas tem levado ao mundo rural para convencer as pessoas a votar em si?

As pessoas estão fartas da campanha do costume… Reuniões com associações, esquecidas assim que são eleitos. Nas freguesias, é muita conversa, abraços e beijinhos e voltamos daqui a 4 anos. Somos diferentes, viemos para resolver os problemas. As pessoas sentem isso, não podem ficar abandonadas, com estradas que fazem corar de vergonha qualquer autarca. A população idosa tem de ser acarinhada e não ficar ao abandono e principalmente, um Presidente da Câmara tem de andar na rua e ver os reais problemas das pessoas. Um destes dias ia na rua e vem uma rapariga e perguntou se eu era candidato do CHEGA e contou-me a sua história. Vive numa aldeia, é mãe solteira, trabalha e recebe 480 €, paga uma renda de 250 €. Essa é uma pessoa que precisa de ajuda, mas a câmara prefere beneficiar os que têm cartão partidário ou de determinada etnia. 

6 – Sendo a primeira vez que o Chega concorre em Beja aos diversos órgãos autárquicos, o que será para si uma vitória? Basta-lhe ter mais votos que qualquer um dos partidos da esquerda? Caso seja eleito vereador, qual irá ser a sua primeira prioridade?

Vitória é vencer! Não estamos aqui para marcar presença, viemos para conseguir o melhor resultado possível. Sentimos na pele o que é o sistema, com ameaças a pessoas por pertencer às listas, funcionários judiciais a conturbar um processo democrático e vimos que os que apregoam Abril, cravos ao peito e dizem liberdade, são os primeiros a atentar contra ela. Beja vai ter uma grande surpresa na noite de 26 de Setembro. A primeira medida é claramente baixar o IMI e com o tempo, abolir, porque é o imposto mais estúpido que existe! 

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Cidadania

4 de Setembro de 2021

Por todos os lados,por onde ando a passear, vejo candidaturas independentes, movimentos de cidadãos, que se candidatam a diversos órgãos autárquicos.
Verifico que em Beja todas as candidaturas estão ligadas aos partidos. Que razões estarão por trás desta falta de vontade de intervenção cívica? Medo? Apatia? Desinteresse?

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