Arquivo de Julho de 2018

Educação e cidadania digital

25 de Julho de 2018

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O A380 nas redes

24 de Julho de 2018


foto: joão espinho

Centenas de referências nas redes sociais, TV’s e rádios a transmitir em directo, largas centenas de pessoas a assistir no local à aterragem do A380.
Julgo que o objectivo principal foi alcançado: dar visibilidade (positiva) a uma “coisa” que tem andado escondida, envergonhada de si própria, alvo do anedotário nacional, escarnecida por políticos e responsáveis governativos. Provou-se que a “coisa” existe, tem rosto e utilidadade.
Mas, e nestas histórias há sempre um (ou mais) mas, nas redes sociais houve comportamentos indignos.
No final da jornada de ontem, deparei-me com um post que, primeiro, me fez rir, depois, com os comentários, me irritou.
Alguém dizia que Beja estava muito melhor, que já se notava a diferença, etc… Como ainda não notei mudanças assinaláveis, deu-me vontade de rir.
Depois, um incauto (não sei se inocentemente), colocou uma ou duas questões, espelhando óbvias dúvidas sobre esta “evidente mudança”. Zás, porrada para cima do gajo, que deve ser comuna ou anti-PS ou outra porra qualquer. Teria sido tão simples argumentar com o objectivo que em cima enunciei.
Como os comentários nas redes são como as cerejas, a troca de galhardetes continuou e não faço a mínima ideia como acabou.
Mas reforcei uma conclusão a que há tempos tinha chegado: as pessoas (os bejenses) estão acantonadas nas suas “quintinhas” e convicções partidárias. E, a continuarmos assim, não há A380 que nos salve.

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A380 – para memória futura

23 de Julho de 2018


foto: joão espinho


foto: joão espinho

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A380 actualização

23 de Julho de 2018

Hora prevista: 16h30
Conselho: preparem as máquinas a partir das 16H00

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A380 aterra hoje em Beja

23 de Julho de 2018

O superjumbo A380, da companhia portuguesa HiFly, aterra hoje dia 23 de Julho, pelas 17H00, na Base Aérea Nº11, com destino ao Terminal Civil de Beja, onde ficará estacionado durante alguns dias.
O A380 é considerado o maior avião de passageiros do mundo.
A Base Aérea Nº 11 é a única infraestrutura aeronáutica em Portugal continental com capacidade para receber uma aeronave desta dimensão. (aqui)

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Diário do Alentejo

20 de Julho de 2018

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Bom fim de semana

20 de Julho de 2018


foto: CONSTANTIN SKOMOROKH

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Deixar de ler

18 de Julho de 2018

Tive uma relação de ódio/amor com “Os Maias”. De ódio, pois era uma obrigação chata, aborrecida, mas essencial para poder completar o antigo 7º ano. As páginas do livro sucediam-se, entediantes, obrigando-me a voltar para trás, continuava mas não progredia, aquilo não era um livro, era um sacrifício.
Não era pelo tamanho – parecia um livro grande – mas pela história que considerava desinteressante. Estava habituado a ler, já tinha lido livros grandes (ex. Guerra e Paz, Armagedão, etc.) mas “Os Maias” estavam a tornar-se um pesadelo.
Valeu-me, na altura, o Prof. Armando Madeira, que me ensinou a ler e a interpretar a obra. Preparou-me para o exame de 7º ano e, depois de umas férias agarrado ao livro, lá fui para o dito exame. Saí de lá com a nota de 16 valores. Fui aconselhado a pedir revisão de prova , para subir a nota, mas não o fiz. Queria encerrar o capítulo do 7º ano e não via vantagens em subir (no máximo) 1 ponto na nota. Realço que o exame de português foi sobre “Os Maias”.
Fiquei a gostar do livro, mas nunca mais pensei nele.
Anos mais tarde, já em meados da década de 1990, e quando estava na Alemanha, regressei a Eça de Queirós. Reli “Os Maias”, obviamente que com outros olhos, e o livro ficou-me marcado como sendo uma obra essencial da literatura portuguesa.
Mais recentemente, e para desenjoar de AAL (que andava a ler sofregamente), voltei a ler “Os Maias”. Tenho-o, contrariamente aos entendidos, como um grande livro.

Hoje, nas notícias, leio que “Os Maias deixam de ser de leitura obrigatória no secundário”.
Não sei qual é a racional, mas julgo que o objectivo seja que os nossos jovens deixem, simplesmente, de ler. Sim, um povo culto e letrado, é um povo perigoso. Para quê, então, obrigar os jovens a ler?.

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The Musical Box na Aula Magna

18 de Julho de 2018

Partindo da perspectiva de ser a única banda autorizada e apoiada pelos próprios Genesis e por Peter Gabriel, The Musical Box entregam-se pela primeira vez nos seus 25 anos de existência, a uma excitante e profunda viagem, em 3 actos pelos primeiros anos dos GENESIS, em que tocarão as músicas dos álbuns Trespass, Nursery Cryme, Foxtrot, Selling England by the Pound, The Lamb Lies Down On Broadway, A Trick of the Tail e Wind & Wuthering.

Act 1 – The Wind’s Tail – músicas de A TRICK OF THE TAIL e WIND & WUTHERING

Act 2 – Broadway Melodies – músicas de THE LAMB LIES DOWN ON BROADWAY – Apresentando slides originais e exclusivos

Act 3 – Before the Ordeal – músicas de TRESPASS, NURSERY CRYME, FOXTROT e Selling England by the Pound
E outras surpresas…

Aula Magna de Lisboa, nos dias 19 e 20 de Outubro de 2018

(bilhetes aqui)

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Meia geringonça inaugura troço da A26

17 de Julho de 2018


foto: daqui

Espero que não seja uma “fake news” (com a RVP devemos ter cuidados redobrados), mas ficámos a saber que o PCP (partido que suporta e apoia o governo) inaugurou simbolicamente o final do troço da A26/IP8.
A fotografia não mostra nenhum militante do PS nem qualquer representante do governo, pelo que se pode dizer que este PCP umas vezes está na geringonça,outras nem por isso.
Ficam-lhe bem estes arrufos de menino rebelde, mas desconfio que estas acções são só para eleitor ver.
Não fosse o PCP o partido da luta final.

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O assassinato dos Romanov – 100 anos depois

16 de Julho de 2018

Na madrugada de 17 de julho, um grupo de homens escolhidos a dedo matou Nicolau II e a família real russa. Cem anos depois, a sombra do crime violento, aprovado por Lenine, ainda paira sobre a Rússia

(…)

Por volta das três da manhã, todos os ocupantes da Casa Ipatiev estavam mortos. Nicolau, ex-czar de toda a Rússia, a mulher, os cinco filhos e os empregados que tinham percorrido com eles metade do país, foram brutalmente assassinados na adega da moradia de dois andares que, antes de o Exército Vermelho tomar conta de Ecaterimburgo, tinha pertencido a um engenheiro de minas abastado. Depois de assassinados, os cadáveres dos Romanov foram transportados dentro da carrinha Fiat até a um bosque, desfigurados com ácido sulfúrico e enterrados em duas valas com poucos centímetros de profundidade, abertas no meio de uma estrada. Depois de aplanada a terra, com a ajuda do camião, Yurovski e os seus homens fizeram um voto de silêncio: a noite de 16 para 17 de julho de 1918 nunca tinha acontecido. (…)

Continue a ler aqui.

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Beja – Homenagem à música portuguesa

16 de Julho de 2018

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