Em ano de eleições
19 de Janeiro de 2017
O PS de Ferreira do Alentejo e Pita Ameixa arriscam-se a ter um resultado catastrófico. Estavam à espera de melhor?
(leia aqui)

O PS de Ferreira do Alentejo e Pita Ameixa arriscam-se a ter um resultado catastrófico. Estavam à espera de melhor?
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É fácil deparar-nos com conteúdo impróprio na Internet: imagens de sexo que não deveriam estar acessíveis a menores, insultos racistas, propaganda extremista, vídeos de crimes e atentados. Mas muito mais fica por ver porque é eliminado antes de chegar aos nossos feeds sociais ou de aparecer nos resultados das nossas pesquisas. Ao contrário do que se possa pensar, na maior parte das vezes não é um software sofisticado que detecta e apaga conteúdos impróprios. A tarefa é executada diligentemente por pessoas que trabalham para gigantes como a Google ou o Facebook. E que vêem o pior da Internet para que nós não o façamos: desde vídeos de tortura publicados por grupos terroristas até imagens de abuso, violação e morte de crianças.
“É horrendo. É suficientemente mau ver uma criança ser sexualmente abusada. Mas depois há assassínios. Fazem coisas indescritíveis a estas crianças”, disse ao Guardian Ben Wells, um dos advogados no processo. Soto, que sofreu um esgotamento em 2013, acusa a empresa de não ter facilitado a transferência para outro departamento, o que só terá acontecido no ano seguinte.
(leia aqui o artigo de Pedro Guerreiro)

“Francamente isto cheira a esturro! Com excelentes arquitectos na Câmara e que estão subaproveitados porque os pedidos de licenciamento para apreciar são muito poucos, pagar esta fortuna por um projecto e ainda por cima para ser feito em 40 dias? Porquê esta pressa, agora? Fizeram consulta pelo menos a 3 gabinetes ou foi um ajuste directo sem qualquer consulta? Porquê este gabinete do Norte se em Beja há excelentes arquitetos com falta de trabalho?”
Comentário deixado aqui.

1º Congresso Internacional de Redes Sociais vai acontecer a 1 e 2 de Junho, na Universidade de Évora e tem por objetivo juntar no mesmo espaço investigadores, técnicos e especialistas que desenvolvam a sua actividade no quadro das redes sociais, quer no seu estudo, quer no desenho e concretização de projectos de intervenção social e organizacional. (ler aqui)

Para evitar alguns disparates, previsíveis nestas ocasiões, convém relembrar:
As regras gerais para o uso da Bandeira Nacional (BN) encontram-se estabelecidas pelo Decreto-Lei 150/87.