Arquivo de Agosto de 2016
Uma grande novidade
17 de Agosto de 2016Blog movimentado
16 de Agosto de 2016Foto do dia
16 de Agosto de 2016Dicas para reconhecer um alemão de férias
16 de Agosto de 2016Beja – Posse administrativa
16 de Agosto de 2016Hoje é para o ouro
16 de Agosto de 2016Festa SIM! Mas só festa, só festa, NÃO !!!!
15 de Agosto de 2016
“Se Vidigueira é a capital do Vinho, se Moura do Azeite, Ferreira do Alentejo do Regadio, Ourique do Porco Preto, Castro Verde tem a alavanca da SOMINCOR, Mértola valoriza a cada dia o património, turismo, biodiversidade, cultura, natureza e inovação de forma ímpar, Aljustrel soma a uma grande dinâmica empresarial o regadio e a atividade mineira, podemos continuar este roteiro, por aí fora onde cada concelho há sua medida e à sua imagem criaram a sua dinâmica e a sua marca.
Há que suar, dar duro, ganhar, poupar e trabalhar durante todo o ano e depois sim. Reunir as boas vontades, as boas amizades, as boas energias e fazer a festa, com todos e para todos, com os munícipes, com os seus familiares, (…), com os turistas, com os agentes económicos, com as coletividades, clubes associações. Efetivamente com todos e para todos.
Este é o exemplo do que é feito em muitos concelhos do Baixo Alentejo, que por esta altura celebram as festividades cada um à sua maneira, infelizmente em Beja não tem sido assim.
E Beja?
Se perguntarmos pela região temo que a marca que mais rapidamente se associe a Beja seja a da Ovibeja, importante, sem dúvida, mas cujos créditos pertencem à excelente organização da ACOS e do seu mentor, não à Câmara Municipal de Beja, nem tão pouco pode servir de motor económico para a cidade e para o concelho.
Beja quer mais e precisa de mais, de muito mais!
Festa SIM! Mas só festa, só festa, NÃO !!!!
O que escrevi há praticamente dois anos e que volto agora a partilhar, está infeliz e dolorosamente tão pertinentemente atual como nessa altura.
Podemos mudar o título mas o efeito é o mesmo:
Cortejo histórico, Noites ao fresco, as festas de Santa Maria e as suas dimensões nulas
# 1 – Sobre as noites ao fresco, as festas de Santa Maria, o Cortejo Histórico, aliás como para a Beja Romana e outras grandes/pequenas realizações deste executivo municipal, permanecem cinzentas as seguintes respostas:
Quanto custou tudo isto?
O que se deixou de fazer para realizar estas inicitivas?
Quem pagou?
Quem recebeu?
Como se pagou?
Como foi contratado?
Que empresas, grupos e associações locais foram envolvidos?
Que empresas vieram de fora e de onde vieram?
Porque foi criada uma comissão de festas?
Quais as atividades que consta do seu plano anual de atividades?
(…)
Do resto não muda nada, mesmo nada relativamente a 2014, infelizmente, dois anos perdidos, mais dois anos perdidos.
# 2 – Qual o retorno direto e indireto no curto e médio prazo para Beja?
Principalmente: qual a estratégia para Beja que vá para além deste furor (furorzinho) mediático?
Trata-se de um Investimento reprodutivo?
Então qual o retorno e o valor acrescentando por cada euro gasto nestas iniciativas?
Festas e divertimento claro que sim, na medida, na conta certa e dentro das reais possibilidades das entidades que as promovem.
Claro que antes deve haver um árduo trabalho, os primeiros resultados, e só depois então, comemora-se!
Sejam quais forem as respostas, o desenvolvimento sustentável, o combate à desertificação, o contrariar da estagnação, o fomentar o progresso não pode passar só por isto!
Simultaneamente precisam-se também, claro que sim, de eventos e iniciativas mas que sejam consubstanciados numa estratégia integrada, consistente, que vá para além do objetivo único de nos entreter e adormecer, que envolva (verdadeiramente) os agentes locais, direcionados para nossa população e que simultaneamente sirvam de suporte à promoção e divulgação da nossa cultura.
Beja quer mais e precisa de mais, de muito mais!”
Rui Marreiros
Participação da Força Aérea no combate a incêndios
14 de Agosto de 2016
Comunicado de imprensa da FAP:
“Face às várias notícias, declarações e comentários, recentemente tornados públicos, relativos à participação da Força Aérea Portuguesa no combate aos incêndios que têm vindo a assolar o país, cumpre esclarecer o seguinte:
Atualmente, a Força Aérea não possui meios aéreos que permitam a realização de missões de combate a incêndios. Não é igualmente praticável proceder a adaptações que possibilitem a qualquer das frotas em operação, a execução desse tipo de missões.
A partir de 1982, a Força Aérea operou um sistema modular aplicável à frota C-130H Hércules, denominado MAFFS (Modular Airborne Fire-Fighting System), equipamento que permitia adaptar aquelas aeronaves à realização de missões de combate direto (largada de água) e indireto (largada de calda retardante) a incêndios. Porém, fruto da reorganização de meios de combate a incêndios, sob a tutela da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), esse sistema foi descontinuado há cerca de 20 anos e, atualmente, é inexistente.
A capacidade para realização de missões de combate direto a incêndios, que implica, naturalmente, a qualificação de tripulações e de pessoal de manutenção, para além da definição do respetivo conceito de operações, poderá, no entanto, vir a materializar-se faseadamente, num futuro próximo, no âmbito dos vários projetos de reequipamento em curso, designadamente, ao nível da substituição do C-130H Hércules e da renovação da frota de helicópteros ligeiros. (…)”
Leia aqui o comunicado na íntegra (pdf abre em nova janela)
Histórico
14 de Agosto de 2016
E muito dentro das tradições herdadas da antiga Feira de Agosto.
Beja merece!
Foto: CMB (mais fotos aqui)
O Sr. Rocha ouviu-nos
12 de Agosto de 2016
Recordam-se do que aqui escrevi em Abril passado? Pronto, eu sei que o Sr. Rocha não lê blogs e não quer saber das opiniões dos bejenses, mas alguém terá dado ouvidos a esta crítica.
Beja merece!











