Arquivo de Fevereiro de 2015
Beja Carnaval Party
14 de Fevereiro de 2015Domingo # 302
8 de Fevereiro de 2015Festas em Beja
7 de Fevereiro de 2015Correio Alentejo
6 de Fevereiro de 2015Diário do Alentejo
6 de Fevereiro de 2015bom fim de semana
6 de Fevereiro de 2015Torre de água – respondam
6 de Fevereiro de 2015O futuro do Depósito da Praça da República
6 de Fevereiro de 2015Sobre o assunto destaco comentário deixado noutro post:
Porquê demolir?
1) Foi feito um estudo dos possíveis aproveitamentos da edificação?
2) Há alguma urgência na demolição (risco de derrocada, fundações instáveis) ou é só uma tentativa de “mostrar trabalho”?
3) Há estimativa dos custos da demolição?
4) Qual a diferença para os custos da reabilitação?
5) Caso seja reabilitado e reaproveitado, há cálculos de recuperação do capital investido?
6) O dinheiro gasto na demolição não deveria ser aproveitado noutras obras de que a cidade muito carece?
7) Caso a demolição ocorra, e dado a zona onde o depósito está implementado, que destino vai ter o terreno?
8) Caso sejam dadas licenças de construção no terreno, que classificação tem o terreno no PDM?
Beja – Debate sobre o futuro do Depósito da Praça da República
6 de Fevereiro de 2015
foto: radio pax
O Alvitrando vai realizar no próximo dia 11, pelas 18 horas, no Centro Social do Lidador, o debate público : “O FUTURO DO DEPÓSITO DA PRAÇA DA REPÚBLICA: Demolição ou Reabilitação?”.
Os oradores serão:
– Rui Marreiros – vereador do PS na CMB, que apresentará os argumentos em defesa da reabilitação do Deósito, aprovada pelo anterior Executivo Camarário;
– Alexandre Leal – administrador-delegado da EMAS, em representação do presidente da CMB, que apresentará os argumentos em defesa da demolição do Depósito, defendida por este;
– Conceição Lopes – arqueóloga responsável pelas escavações na zona do Depósito, que apresentará o seu ponto de vista da valorização das mesmas.
A moderação será feita por mim, autor do blogue e promotor da realização do debate.
Com a realização deste debate pretende-se que a eventual decisão de demolição do Depósito de Água da Praça da República – pretendida pelo actual Executivo Camarário ao contrário da decisão tomada pelo anterior -, que apagará da silhueta da Cidade e da memória colectiva dos seus habitantes (e não só) o que pode ser já considerado uma peça do seu património colectivo, seja devidamente justificada com argumentos que mostrem ser a melhor solução.











