Arquivo de Novembro de 2014
O cante do Alentejo já é património mundial
27 de Novembro de 2014Cante alentejano
26 de Novembro de 2014Vamos a eles
25 de Novembro de 2014Mestre Cante
24 de Novembro de 2014Feira do Usado
23 de Novembro de 2014Fotografia – Lagar do GUIA
23 de Novembro de 2014Domingo #296
23 de Novembro de 2014Está de regresso
22 de Novembro de 2014Ainda o problema dos pombos
19 de Novembro de 2014
Sobre o assunto, destaco comentário de leitor:
“O problema dos pombos nas cidades (aqui e por todo o lado) explica-se com facilidade. disponibilidade de alimento, disponibilidade de locais para a nidificação e segurança, ou seja, ausência de predadores. É assim durante a actual gestão comunista, foi assim durante a gestão do PS, e durante a gestão anterior, também. O pombo em questão é a forma doméstica do pombo das rochas, espécie que está praticamente extinta na sua forma pura (fenótipo original). O único local em Portugal onde existem pombos das rochas “puros” é a costa alentejana e vicentina. Porquê? Porque sempre que chega um pombo das rochas “formato doméstico” carregado de “genética doméstica” e que a voar parece um calhambeque, se comparado com os Ferraris residentes, um dos falcões peregrino que por lá vivem (será o local em Portugal com maior densidade de falcão peregrino), faz-lhe a folha. Simples. Onde o homem não intervém, a natureza encarrega-se de exigir excelência, aos que querem sobreviver. Na minha modesta opinião, um casal de falcão peregrino resolvia a questão. Existem locais adequados (torres) para a sua instalação e a experiência não seria inédita. Problema: A columbofilia. Estou capaz de apostar que o falcão prefere caçar um trôpego pombo das ruas quando este faz as sua incursão matinal ao comedouro, do que um musculado e com turbo, pombo de columbofilia. Porquê? Porque como ainda não existe Cáritas Diocesana nem Santa Casa da Misericórdia para os falcões, estes comem o que lhes dá menos trabalho a caçar. Se qualquer das formas também não meto as mãos no lume. Seguramente mais cedo ou mais tarde o tal borracho, filho de campeão e neto de campeã, vai voar pendurado. Nesse dia toda gente se vai esquecer que aquele falcão comeu 400 pombos num ano e vão querer crucificá-lo porque é a desgraça dos columbófilos. Já estou a ver a cara de alguns… “Este gajo é um lírico”. Envenena-se a bichesa e pronto. A estes sugiro que vejam os resultados das campanhas de controlo da população de gaivotas das Berlengas. Foi há 20 aos atrás e hoje existem 20 vezes mais. A reter: Comida, dormida e “casinha” com descanso para “fazer o amor” e para criar os frutos!”










