Arquivo de Fevereiro de 2014
Exclusão social em Portugal
12 de Fevereiro de 2014António Capucho
11 de Fevereiro de 2014
Deverá ser hoje expulso do PSD.
Capucho andou a mendigar “tachos” até que entrou em rota de colisão com Passos Coelho e com o governo. Conhecendo os estatutos, que também ele exigiu que se cumprissem enquanto Secretário-Geral, AC rumará agora para outros mares, em busca de ondas que lhe tragam as almejadas mordomias.
Não sou nada favorável a expulsões e sou contra a caça às bruxas. Mas, diga-se, AC pôs-se a jeito, sabendo que o fim só poderia ser este.
Enfim, coisas do regime.
Kit para a Luz
11 de Fevereiro de 2014Para onde vais PSD / Beja?
10 de Fevereiro de 2014
Transcrevo, na íntegra, crónica de João Paulo Ramôa na radio Pax:
” Parte – 1 No final de semana de 2 de Fevereiro, o Ministro que tutela as Freguesias, Poiares Maduro, foi convidado pela Associação Nacional de Freguesias, ANAFRE, para a cerimónia de encerramento do seu Congresso, após as eleições autárquicas. Quando iniciava o seu discurso, neste evento para o qual tinha sido convidado, não conseguiu proferi-lo, pois foi antidemocraticamente boicotado com cartazes que de repente surgiram do nada, mas claramente preparado, assim como bombardeado por palavras de ordem, por um grupo de congressistas de pé, muito pouco próprio do momento e daquele local. Pudemos observar claramente na TV e com destaque, o atual presidente do agrupamento de freguesias S. João Baptista / Santiago Maior do concelho de Beja, Miguel Ramalho, numa elevada agressividade verbal contra o ministro do Governo PSD/PP, evitando que proferisse a sua intervenção.
Estava do seu direito? Bem, podia estar, mas mesmo em democracia nem tudo é permitido, pois manifestando-se como se manifestaram evitando que Poiares Maduro pudesse intervir, condicionaram a liberdade do Ministro, ainda por cima, quando este tinha sido convidado pela organização, à qual os contestatários pertencem, para ai estar. Foi no mínimo deselegante, mas com uma leitura politica que deve ser pensada.
Parte – 2
No concelho de Beja, fruto de uma reforma autárquica mal pensada e feita apressadamente, as juntas de freguesia historicamente separadas de S. João Baptista (PSD) e Santiago Maior (CDU) foram agrupadas. Agora, no conjunto das duas Juntas, os eleitores democraticamente votaram maioritariamente CDU. Após negociações, resultou um acordo CDU / PSD para a composição dos Órgãos do Executivo e da Assembleia de Freguesia. Podia perfeitamente não ter sido feito esse acordo? Como também podia ter sido feito. Ou outro. Foi uma de opção politica e certamente existirá alguém que saberá explicar as razões e estratégia para o PSD.
Parte – 3
O PSD de Beja, como é público, fez um acordo com a CDU de Miguel Ramalho, dando-lhe condições de governabilidade, para o agrupamento de freguesias atrás citado. Na minha opinião, a arquitetura da opção final, resultou de uma negociação mal conduzida, pois no mínimo em nada corresponde ao princípio da representabilidade dos eleitores. Mas nem é isso que eu aqui estou a refletir.
Esse mesmo Miguel Ramalho ainda há pouco mais de uma semana, clamou vigorosamente e até numa postura anti democrática, contra o ministro do Governo PSD/PP, Poaires Maduro. Julgando estar no seu espaço de liberdade, pisou claramente o risco da solidariedade com o seu parceiro de governo de freguesia.
Deixar passar isto em branco, é o principio da implosão do que resta do PSD / Beja e mergulhar numa noite longa e escura de inutilidade autárquica.
Colocar esta questão em cima da mesa e questionar quem de direito, é relançar a afirmação social-democrata na região.
Isto é, o PSD acabou por ficar numa encruzilhada mais cedo do que se previa:
Ou volta a trilhar caminhos do passado e pode aspirar daqui a 4 anos à reconquista do seu eleitorado, ou alheia-se desta questão politica, e ao mesmo tempo abandona de vez o seu espaço autárquico.”
A culpa foi do vento
10 de Fevereiro de 2014
(daqui)
Não lhes bastou em 74/75
10 de Fevereiro de 2014
foto: alvitrando
Depois dos assaltos , roubos e destruição das terras, os comunistas bejenses querem agora evocar a Reforma Agrária. Calculo que as evocações tenham lugar nos diversos locais que sofreram com a fúria do PCP no Verão de 75.
As vítimas da dita Reforma obviamente que não terão direito a pronunciar-se.
40 anos depois, Beja reaviva feridas que, não estando saradas, não se deseja que regressem.
Alpha Jet – Trainer Aircraft
7 de Fevereiro de 2014bom fim de semana
7 de Fevereiro de 2014Hoje no Diário do Alentejo
7 de Fevereiro de 2014A quem interessa o silêncio?
6 de Fevereiro de 2014A Global Notícias, detentora do jornal Diário de Notícias, pode estar a tentar impedir a promoção e a publicação do livro “Os Saneamentos Políticos no Diário de Notícias”, do investigador Pedro Marques Gomes. (ler aqui)







