Arquivo de Janeiro de 2014
protejam-se
17 de Janeiro de 2014Não há limites para o saque?
16 de Janeiro de 2014
Cortes agravados nos salários, contribuição para a ADSE reforçada e retenção na fonte de IRS mais elevada vão levar a que a generalidade dos funcionários públicos veja os rendimentos que chegam às suas contas no final de cada mês seja mais baixo do que aquilo que acontecia no ano passado. (ler aqui)
Ovibeja 2014 já está em marcha
16 de Janeiro de 2014
A 31ª edição da Ovibeja, com data marcada para a semana de 30 de Abril a 04 de Maio já está em marcha.
As inscrições para os expositores já estão abertas e já há muitos interessados em participar na edição de 2014 da Ovibeja.
Participar na Ovibeja é um investimento tendo em conta os reflexos da feira a nível nacional e internacional, a importância dos colóquios e debates sobre temas sobre a actualidade, as visitas oficiais de membros do Governo, de todos os partidos políticos e de dirigentes de diferentes instituições de referência do nosso País, bem como de delegações de empresários e de embaixadores de diversos países do espaço europeu e de fora dele. Mas, participar na Ovibeja também é um investimento porque, tendo com conta os largos milhares de visitantes, de entre os quais se incluem visitas empresariais, permite a muitos expositores criarem na Ovibeja excelentes carteiras de negócios.
Força Aérea colabora em resgate a 2.000 Km de S. Miguel
16 de Janeiro de 2014
foto: joão espinho
A Força Aérea resgatou, a 14 de janeiro de 2014, oito tripulantes de um navio veleiro a quase 2000 (dois mil) Km a Sudoeste da ilha de S. Miguel e a mais de 3000 Kms de Beja.
O alerta emitido pela rádio baliza (EPIRB) do veleiro BUCCANEER foi recebido no MRCC Delgada pelas 06H47 do dia 14, reencaminhado pelo seu centro homólogo em Lisboa. A bordo seguiam sete tripulantes de nacionalidade espanhola e um tripulante de nacionalidade belga, que participavam na oitava regata Gran Prix Atlântico. O navio terá batido num objeto que provocou uma avaria grave e que originou a entrada incontrolada de água para o interior da embarcação, causando fortes possibilidades de naufrágio.
A missão de resgate aos tripulantes do veleiro Buccaneer, de bandeira belga e a cerca de 1070 milhas náuticas da maior ilha açoriana, foi coordenado pelo Centro Coordenador de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta Delgada (MRCC Delgada), que solicitou ao Centro Coordenador de Busca e Salvamento Aéreo das Lajes (RCC Lajes) o empenhamento de meios aéreos.
O RCC Lajes, devido à distância a que se encontrava o veleiro, decidiu ativar um avião de patrulha marítima P-3C Orion, da Esquadra 601 – “Lobos”, da Base Aérea n.º 11, em Beja.
A cerca de 180 Km da posição da embarcação, navegava o navio de cruzeiro Costa Deliziosa que foi solicitado pelo MRCC Delgada para se dirigir para o local, para prestar assistência.
A aeronave chegou à zona de operações pelas 15H05, onde se manteve até às 19H35, tendo coordenado as operações de salvamento que foram executadas pelo paquete Costa Deliziosa. Este chegou ao local às 19H00 e iniciou de imediato a recolha dos tripulantes do veleiro em perigo, operação concluída pelas 20H23. Todos os oito tripulantes ficaram a bordo do paquete e encontram-se de boa saúde.
Atendendo à distância a que se encontrava de Beja (aproximadamente 3.059 km), a aeronave P-3C Orion dirigiu-se para a Ilha do Sal, Cabo Verde, onde aterrou pelas 21H55, totalizando 11H45 nesta missão.
O veleiro acidentado encontra-se ainda à deriva no Atlântico. Por apresentar perigo foi emitido, em conformidade com os procedimentos previstos, um aviso à navegação.
Nesta operação colaboraram ainda os centros congéneres de Espanha, do Reino Unido e da Bélgica.
As condições meteorológicas no local do acidente eram de vento com aproximadamente 56 km/h de sudoeste e ondulação de 4 metros do quadrante sul.
ler aqui
Aditamento: Pode descarregar aqui o vídeo do primeiro contacto entre o paquete e o veleiro, filmado pela aeronave P-3C (da ESQ601 da Base de Beja)

veleiro BUCCANEER – foto: portal da Marinha

fotografia
15 de Janeiro de 2014Beja – O caso da não dívida da EMAS
14 de Janeiro de 2014Sobre o assunto, publico, na íntegra, texto enviado por Rui Marreiros:
“Passado agora o período em que, sob as mais variadas formas, se especulou muito, mas efetivamente se disse pouco, penso que será já oportuno voltar ao tema para efetivamente fazer aquilo a que podemos chamar de, o exercício da verdade:
Da verdade, sobre a forma leviana como se criam manobras de diversão política e da forma como muitas vezes se corre o risco de ir atrás destas encenações;
Da verdade, sobre a forma como não se constrói um projeto político de futuro, com base na mentira do presente;
Da verdade, sobre a forma estranha, ou talvez não, como se usam mentiras e distorcem factos na tentativa da capitalizar em proveito próprio;
Da verdade, sobre a forma como acontecimentos como este servem para, que mais não seja, clarificar como e quem faz má política;
Da verdade, sobre a forma como alguns meios de comunicação se prestam a fazer esta má política e portanto este mau jornalismo;
Da verdade, sobre a forma de utilizar fontes anónimas e do exercício do contraditório.
Assim, porque a política (a boa política), mas sobretudo a verdade se fazem de factos concretos, afinal cá estão eles, onde sempre estiverem, ao alcance de quem os quisesse realmente encontrar:
A) A EMAS não tem quaisquer dívidas em atraso ( pelo menos não tinha);
B) A EMAS celebrou um acordo de pagamento que tem plena capacidade para cumprir;
C) A EMAS celebrou este acordo porque a anterior administração tinha deixado a empresa numa situação económica muito difícil;
D) O valor constante do acordo foi de 1.180.000 mil € e não de 2.000.000 €
E) O acordo de transação foi celebrado para 4 anos e não 15 anos (iniciou em Julho de 2012 e termina em Junho de 2016) com amortização de prestações crescentes de capital e juros.
A diferença entre o que realmente é e aquilo que foi dito é abismal e fala por si!
De qualquer forma, não deixa de ser interessante observar a forma fácil e rápida como se julga, como se emitem juízos de valor ou como se classifica, não só o trabalho das instituições mas também, demasiadas vezes, das pessoas que as dirigiram.
Isto mais uma vez e sem surpresas quase sempre a coberto do anonimato, ainda que desta vez a questão tenha sido também amplamente discutida de forma até muito “oponiosa” no seio de alguns “foruns” que se esperava, eventualmente, mais esclarecidos por serem conhecedores da verdade ou pelo menos terem acesso mais fácil a ela, mas isso “são outros quinhentos”.
Não deixa de ser interessante que, já que a EMAS é motivo de tanta preocupação para alguns, ao ponto de ser tema de debate tão alargado, não se tenha, por exemplo, dado pelo menos igual importância ao facto de esta mesma empresa ter sido, segundo o Relatório da Ordem dos Técnicos Oficiais de contas, sido colocada no 22. lugar das empresas do Setor Empresarial Local com os melhores resultados económicos em 2012.
Já agora e para memória futura, importa esclarecer que, quem assinou o contrato com a Águas Públicas do Alentejo, com todas as valias e encargos que decorrem do mesmo foi o executivo liderado pelo Dr. Francisco Santos e a Administração da EMAS à altura, e foi exatamente nesse momento que se comprometeram para o futuro os ónus e encargos em que incorreriam as entidades pertencentes à parceria.
Ainda que defenda pessoalmente o papel importantíssimo da Águas Públicas do Alentejo, também é bom que se diga que foi na altura da celebração desse mesmo contrato que teria sido o momento oportuno para acautelar e defender o peso e o posicionamento estratégico da EMAS neste sistema.
Para o futuro, aliás como já tenho vindo a dizer, resta apenas à nova Administração que mantenha uma atuação não politizada (no que diz respeito à tal má política), continue o bom trabalho que vinha sendo realizado, não crie factos artificiais para encapotar a sua utilização para fins completamente díspares da sua função principal e principalmente que continue ao serviço de todos, da cidade, do concelho e da região, não ao serviço apenas de uns quantos.
Deve prosseguir os investimentos, continuar a ter bons resultados, demonstrar capacidade para se relacionar com as demais entidades gestoras, com as instituições bancárias e com os demais interlocutores regionais, nacionais e internacionais.
Não que fosse preciso, nem que isso em si seja demasiado importante, mas já agora, aqui fica o essencial do famoso acordo quanto aos prazos e ao valor:”

Comer leitão não é para toda a gente
14 de Janeiro de 2014
Calculo que os preços praticados no Meta dos Leitões não sejam populares. Mas discriminar os populares do CDS não me parece coisa de bom senso. Ou será que “ladrão que rouba ladrão, tem 100 anos de perdão”?
Ler notícia aqui.
E que tal teres filhos gays benfiquistas?
14 de Janeiro de 2014
Este palhacinho há muito que não entrava lá em casa. Agora está mesmo proibido.
Actualização: a mão (do editor do blog) à palmatória (mas continuo sem achar piada ao Pereira).






