Vem aí um tsunami
31 de Outubro de 2012FMI já está em Portugal a preparar reforma do Estado. Leia aqui.
FMI já está em Portugal a preparar reforma do Estado. Leia aqui.
À onda aparentemente reformista que aqui se anuncia?
E no desejado debate onde estarão os verdadeiros social-democratas? Ou será que se renderam todos aos encantos do liberalismo deste governo?
A propósito: ainda há social-democratas no PSD? Se sim, estão com medo do quê? Não está já na hora de meter travões a quem anda a abusar do mandato que lhe foi conferido? Estamos à espera do quê?


Um movimento independente que quer “envolver a população na construção de um projecto para o concelho” – é este o mote do movimento de cidadãos “Por Beja com todos“, cujo manifesto é apresentado no próximo sábado, 3 de Novembro, num hotel da cidade. (ler aqui)
léxico:
independente adj. m+f.
1. livre, que não depende de ninguém
2. que tem autonomia política
Esclareçam-me: o movimento ” Por Beja com todos! (que originalidade) é independente do quê? Ou será um movimento apartidário? Ou, na pior das hipóteses, anti-partidário? Aguardemos pela vaga de fundo.

foto: josé serrano in Diário do Alentejo
Só faltava mais esta a Portugal. Com 2012 a chegar ao fim, em que falharam todas as metas definidas pelo governo e pela troika, e com um 2013 que vai ser marcado por uma das maiores subidas de impostos desde o 25 de Abril, Portugal ainda se arrisca a ter de contribuir para mais um perdão da dívida grega. E isto porque a troika vai propor, num relatório sobre a Grécia a sair nos próximos dias, um novo perdão da dívida grega, desta vez para os credores institucionais, nomeadamente os países, noticiou ontem o semanário alemão “Der Spiegel”.
(ler aqui)
Amanhã há marcha lenta.
Sou favorável à requalificação dos IP’s.
Sou contrário à megalomania das autoestradas.
Nada tenho contra marchas. Já os buzinões irritam-me bastante. Mas pronto. Amanhã é Sábado, who cares?


“Há uma semana a proposta do OE2013 previa que o subsídio de desemprego iria descer 6% (para um mínimo de €394) agora, volvida uma semana, o governo avança com uma proposta de corte sobre o valor mínimo do subsídio da ordem dos 10%. O que irá propor amanhã? E daqui a uma semana?
Como acreditar que há um rumo, um plano, um futuro com a política atual, seja pelos constrangimentos externos, seja pelo desatino político interno?
Que garantias temos que os sacrifícios de hoje não culminarão, a prazo, na inevitabilidade do destino que, para já, quase todos querem evitar, que é a saída do euro? (…)”
Continue a ler “Referendar a manutenção no euro de Portugal?“