30 dias
4 de Maio de 2010
Já nas bancas a edição nº 11, onde assino uma crónica a que dei o título de “Mudanças” (brevemente disponível aqui na Praça).


Já nas bancas a edição nº 11, onde assino uma crónica a que dei o título de “Mudanças” (brevemente disponível aqui na Praça).

“A Linha do Alentejo entre Vendas Novas e Casa Branca já não encerrará para obras na segunda-feira (hoje), conforme estava previsto há quase um ano, porque o presidente do Instituto da Mobilidade e dos Transporte Terrestres (IMTT), Crisóstomo Teixeira, recusou-se a assinar um documento que autorizava a Refer a efectuar a operação. (…) A CP, que tinha tudo preparado para efectuar o serviço em autocarros, recebeu entretanto ordens para manter os comboios a circular entre Lisboa, Évora e Beja.”
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“No país que quer tornar Lisboa na “praia de Madrid” por virtude de um TGV que não pode pagar, existem apenas dois comboios “Intercidades” diários entre Lisboa e Beja: um de manhã bem cedo, outro ao final do dia. Nesses comboios, e ao contrário do que acontece nas ligações “Intercidades” entre Lisboa e Faro, e Lisboa e Porto, o bar encontra-se fechado, pelo que um passageiro (ou “utente”, como eles agora gostam de dizer) não pode sequer comprar uma garrafa de água. Os alentejanos, como se sabe, são menos que os algarvios ou as pessoas do norte do país, e não merecem bar.”
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