coisas de Verão
9 de Julho de 2009
foto: via all in one

foto: via all in one

As autarquias e departamentos governamentais, que têm sob a sua alçada alguns dos serviços das praias portuguesas, deveriam criar incentivos à instalação de salões* de depilação nos nossos areais. Em nome do bom ambiente. A poluição visual também é inimiga do ambiente, certo?
Seria um excelente serviço público.
(*unisexo, pois a abundância capilar não escolhe sexo, nem idades, nem condição social)
Na blogosfera.
Ainda recordo o primeiro post que lhe dediquei. E do 1º encontro de blogs em Beja.
O mundo é redondo, dizem, e “ao sul” fez mudanças para outras paragens. Parabéns, Sónia.
Em Sintra.
Também no âmbito das comemorações do 57º aniversário da Força Aérea Portuguesa, a BA11 (Beja) estará aberta ao público no próximo dia 12 de Julho.

foto: joão espinho
Faleceu hoje de manhã, em Beja, Carolina Almodôvar Fernandes. A D. Lina, viúva de José Joaquim Fernandes, em memória do seu marido, ofereceu o terreno onde foi construído o Hospital de Beja e uma siginificativa verba para a construção do mesmo. Contava 96 anos e era uma pessoa muito acarinhada na região. A casa onde residia (Casa da Torrinha) é um dos símbolos da cidade de Beja.
O funeral realiza-se amanhã, da Igreja de Santa Maria, pelas 12h00, para o cemitério de Beja.
Sinceros pêsames aos familiares.

foto: joão matos
Adenda chegada via mail(CHBA): “O Hospital de Beja, tal como o conhecemos hoje, foi criado pelo
Decreto-Lei n.º 45 226/63 de 4 de Setembro, publicado em Diário do
Governo (I série – n.º 208) . Neste documento pode ler-se:
“Pela benemérita D. Carolina Almodôvar Fernandes foram doados ao Estado, para serem aplicados na construção do hospital regional de Beja, bens avaliados em cerca de 14 000 contos, com a condição de ao referido hospital ficar ligado o nome do seu falecido marido, José Joaquim Fernandes, e de a obra estar concluída no prazo de três anos e meio. Segundo estudos já elaborados pela Comissão de Construções
Hospitalares, o custo da construção e do equipamento do novo hospital,com capacidade para 200 camas, susceptível de ulterior ampliação para cerca de 300, pode estimar-se em 16 000 contos, pelo que será diminuto o encargo a suportar pelo Estado.”