De parabéns
29 de Fevereiro de 2008Festejam o aniversário de 4 em 4 anos. E completam hoje 4 anos. São os blasfemos.
Parabéns.
Festejam o aniversário de 4 em 4 anos. E completam hoje 4 anos. São os blasfemos.
Parabéns.
As notícias não são nada boas.
“Em Portugal, a indústria de panificação diz que não aguentará sem aumentar o preço do pão. Na ordem dos 50 por cento, para poder sobreviver.”
E o que farão os portugueses para sobreviver?

A esquerda lusa anda muito entusiasmada com as primárias nos EUA, principalmente nas que se travam no campo dos Dems!
E assim que as sondagens deram vantagem a Obama no frente-a-frente com McCain, a malta da esquerda gritou: “Yes, We can”.
Percebe-se. A esquerda não quer uma mulher que veste como Hillary.

Prefere um gajo que faça surf.

Na esquerda, quando o despertador tocar, o sonho transforma-se em pesadelo.
É que o outro diz-se “ready to lead”.
Depois não se admirem.
Então leia algumas das sugestões que nos são dadas:
Entretanto ando à procura do que se terá passado com o apontador do google a esta Praça, pois verificou-se uma quebra nos resultados. Não, não foi gradual. Foi de um dia para o outro. No crawl, no googlebot!

O título do post serve para chamar a atenção deste artigo publicado no DN.
Destaco: “Se os comunistas fossem capazes de ver no mundo outras cores para além do vermelho, perceberiam que Call Girl não é um filme sobre corrupção – é um filme sobre a paixão e o poder das mulheres. Aquele autarca nunca é retratado de forma negativa. Pelo contrário, no início é apresentado como um homem íntegro, que resiste corajosamente à investida do grande capital (esse malandro), até ao momento em que Soraia Chaves se lhe atravessa no caminho com dois argumentos imbatíveis.”
A corrupção e a paixão: “É sintomático que no século XXI os comunistas continuem a confundir os dois conceitos, preferindo perorar sobre “opções ideológicas manipuladoras” e a propagação de ideias subversivas. Soraia está nua e Abílio pensa na militância. É por isso que o Muro de Berlim caiu.”
Leia-se e medite-se.
