Passada a festa, o objectivo é arrumar a papelada. Mandar para a reciclagem o papel com dezenas de apontamentos, recados, números de telefone, nomes, entidades, anotar para o futuro aquilo que se pensa ser essencial, trocar impressões, fazer uma avaliação sumária – o balanço final tem direito a reunião – olhar para lombada da pasta e verificar que é mais um capítulo que se encerra.
Muita coisa havia a dizer: a mania que alguns têm de telefonar a avisar que vão mandar um mail; duplicam o trabalho e desviam-nos a atenção. Não contentes, fazem mais um telefonema: “recebeste o mail?”. É claro que de quando em vez terá saído um “porra”, mas não se deve ter notado muito.
Há depois a face negra – lidar com algumas incompetências (não me refiro às involuntárias), que até seriam um mal menor, não fosse o caso de virem acompanhadas de uma arrogância desmedida. Adiante.
Stress? Sim, mas naquela dose q.b. que nos permite, com oportunidade, desacelerar, para em seguida retomar a velocidade que é exigida numa estrutura bem organizada.
É isso. Organização!
E quando se trabalha de forma organizada – onde cada um sabe exactamente aquilo que tem que fazer – tudo parece mais fácil.
Valeu a pena!

foto: joão espinho