EXPO MOMBEJA
31 de Março de 2007Os interessados podem ver nesta galeria algumas das fotografias de exposição “Mombeja – Gentes e Património”.

Os interessados podem ver nesta galeria algumas das fotografias de exposição “Mombeja – Gentes e Património”.


foto: Darek Siatkowski
“Sometimes I’m writing, sometimes I’m sculpturing, sometimes I’m painting, sometimes I’m photographing… sometimes I’m alive”.

foto: Darek Siatkowski
Darek Siatkowski, fotógrafo polaco, tem um site repleto de trabalhos de grande qualidade.
Aconselho uma visita atenta.

foto: Darek Siatkowski

Organização: Junta de Freguesia de Mombeja

Apoio:

A inauguração terá lugar às 18H00 do dia 30 de Março.
Apareçam!
Veja a reportagem (fotografias de Marta Espinho)
(mais…)

foto: robert pichler
Apetecia-me ir para a praia, aliviar a fadiga e comer uma talhada de melão.
Sim, uma talhada de melão, servido bem fresquinho.
Na tua companhia.
Terá sido um verdadeiro flop a Sessão promovida pela Distrital de Beja do PSD e que contou com a presença de Miguel Macedo, Secretário-Geral do PSD.
Segundo relato fidedigno, não estariam mais que 12 pessoas na sala (contando já com os que vieram de fora e com as estrelas habituais).
Espera-se que Miguel Macedo transmita a Marques Mendes o que viu e, se tiver capacidade para tal, encontrar justificação para o estado em que se encontra a Distrital de Beja do PSD. Se veio cá só para legitimar esta Distrital então também terá que ser responsabilizado pela lástima a que assistiu.
Nota: Felizmente que ainda há vozes de indignação que não se remetem ao silêncio.
… a minha ignorância, mas perante a ideia que agora começou por aí a circular de que a construção do novo aeroporto de Lisboa a sul do Tejo (em alternativa à OTA) seria prejudicial para o aeroporto de Beja, questiono-me se, afinal, estamos ou não interessados no desenvolvimento do Alentejo? É que para os alentejanos, digo eu, é indiferente por que via é que esse desenvolvimento vai cá chegar.
Através da OTA é que não é certamente.
Integrados no programa das “Jornadas Gastronómicas – Sabores do Porco Alentejano” (Ourique – 30 de Março a 1 de Abril), poderemos assistir no Domingo, dia 1, pelas 17H00, ao Concurso Miss Piggy e ao Concurso de Grunhidos.
Se percebo a essência da eleição da Miss, já não estou a ver muito bem o que será um Concurso de Grunhidos.
Mas vindo de Ourique….
(sem links disponíveis)
A propósito do concurso da RTP que promoveu algumas figuras da nossa História, há quem afirme que aquilo não passou de um simples programa de entretenimento.
Acredito que sim.
Porém, quando os resultados começam a ter eco na comunicação social lá de fora, a coisa toma outra dimensão.
Ou estarei enganado?
Vai estar em debate durante a OVIBEJA.
Dia 4 de Maio, com o seguinte programa:
10.30H
Tema: “O Futuro da Europa”
Sessão de Abertura
Mesa: António Vitorino – Presidente do Fórum de Debate do Futuro da Europa
Moderador: Manuel Monge – Governador Civil de Beja
Intervenientes
* João de Deus Pinheiro – Deputado ao Parlamento Europeu
* João Diogo Nunes Barata – ex-Embaixador em Berlim e Bruxelas
* Teresa de Sousa – Jornalista (Público)
15.30H
Tema: ” Europa – O Futuro da PAC – Política Agrícola Comum”
Mesa: Manuel Monge – Governador Civil de Beja
Moderador: Raul Jorge – Consultor do Primeiro-Ministro para os Assuntos Agrícolas
Intervenientes
* Mariann Fischer Böel – Comissária Europeia para a Agricultura *
* Arlindo Cunha – Ex-Deputado ao Parlamento Europeu
* Manuel de Castro e Brito – Presidente da FAABA
*A confirmar
Os debates terão lugar no auditório do NERBE.
O Presidente da Câmara Municipal de Beja declarou à Radio Pax que “vai entregar a uma empresa especializada um estudo do trânsito na cidade”.
Sejamos claros e coloquemos uma questão (a única): quantos estudos foram já feitos sobre o trânsito na cidade de Beja? Respondida a questão, surgem as outras: quanto custaram esses estudos? Certamente que também há resposta.
Porém, o mal continua, apesar de estudos e experiências.
Continuemos, então, a falar claro; as experiências levadas a cabo têm uma só finalidade: retirar o trânsito do centro da cidade, deixando-o livre para os peões circularem à vontade e para, anuncia-se repetidamente, praticar uma política de defesa do (bom) ambiente.
Donde surge uma outra questão: o centro da cidade está livre de trânsito?
A resposta é: NÃO!
O que acontece então?
Simples: os carros continuam a circular no centro da cidade (exceptua-se a zona pedonal e mesmo assim vejo por lá carros institucionais), só que, para lá chegar, levam mais tempo, consomem mais combustível e paciência, andam em gincanas por ruas e ruelas, transformando as antigas e pacatas ruas num (perigoso) transtorno e inferno para quem ali habita. Agrava-se esta situação com uma sinalética ridícula, onde a placa mais vista (e visível) é a que nos manda para a saída, a que nos convida a deixar a cidade.
Isto é, de todos os estudos feitos, nenhum ainda escreveu preto no branco o seguinte: as alterações ao trânsito são uma decisão que deve ser tomada pelo executivo, ouvidos os técnicos (que os há na Câmara), ouvidas as pessoas que andam (de carro) na cidade, consultada a PSP (que é quem mais sabe do trânsito desta terra), enfim, é uma decisão para ser assumida (com os pés no chão) também politicamente.
Encomendar estudos a empresas que fazem contagens de fluxos de trânsito (estão recordados da última contagem, que deu no que deu?) ou que se limitam a interpretar “mapas” registados via satélite, pode ser uma coisa muito bonita e tida como muito moderna, mas não resolve o problema da mobilidade das pessoas que vivem numa cidade onde, infelizmente, os transportes públicos não cumprem o objectivo para que foram criados.

foto: joão espinho