Arquivo de Agosto de 2004
ESCREVER COM CAL
18 de Agosto de 2004Alguém tem dúvidas?
Que o Sul está a dar cartas? Na blogosfera, pois claro.
Nasceu o AZUL E BRANCO DA CAL.
E que bem se escreve ali.
As boas-vindas à Caiadora, parabéns pelo sucesso do parto (sim, um blog é um filho) e votos de que a cal com que escreve nos continue a surpreender.
DIÁLOGO
18 de Agosto de 2004BLOGGER-CAFÉ
17 de Agosto de 2004BLOGGER-CAFÉ
17 de Agosto de 2004Este nome diz-vos alguma coisa?
Não diz?
Pois, andam distraídos. Não participam nas cumplicidades da rede.
Eu dou uma ajuda:
BLOGGER-CAFÉ é uma iniciativa que deu ontem os seus primeiros passos.
Têm aí uma agenda?
Apontem: 6 de Novembro/2004
Onde? Em Beja, pois claro!
Em breve mais notícias do Blogger-Café! (tenho que fazer um banner! lá vou eu criar mais uns cabelinhos brancos).
ENIGMA -19-
17 de Agosto de 2004ESCLARECIMENTO
17 de Agosto de 2004O Praça da República não é um espaço para troca de “mimos” entre leitores.
Comentários aqui deixados por anónimos, com insinuações e “mimos” a outros leitores, são apagados.
E podem falar em censura que eu me estou perfeitamente borrifando (para utilizar um termo mais higiénico do que aquele que me apetecia escrever).
Peixeiradas façam-nas onde quiserem. Aqui, não!
CHINELO
16 de Agosto de 2004MENSAGEM
16 de Agosto de 2004SERPA – FEIRA ANUAL
16 de Agosto de 2004Célia -35-
16 de Agosto de 2004A sua segunda chamada foi mais calma. Não havia ninguém por perto, tinha algum tempo para me contar o que vão ser os seus próximos meses, em que se prepara para a grande caminhada, a caminhada de uma vida, que nem ela sabe bem o que será.
Recordou-me que o país para onde vai fica na Europa, que não estamos longe, que em qualquer altura poderemos olhar-nos, enfim, Célia, no meio daquilo a que ela chama destino, ainda sofre de optimismo, apesar de eu lhe fazer ver que tudo mudou, a partir do momento em que ela assumiu o compromisso de acompanhar o homem com quem vive.
“O que mais me custa, João, não é o não saber o que vou encontrar. É saber aquilo que posso vir a perder”. Célia deixa a capital, onde já se movimentava e tinha os seus contactos, onde “tinha mais por onde escolher”, onde estava a tentar realizar-se. Perante o desafio (ainda não me contou se foi entre a espada e a parede) de seguir a vida confortável que um diplomata tem numa capital europeia a deixar-se ficar por cá, “mais pobre por fora, mas enriquecida por dentro”, Célia, mais uma vez, tomou uma decisão. Diz que era a que tinha que tomar, mas que sabe que não é a que ela queria para si.
Nunca a questionei das razões dessa decisão. Sei que a resposta nos magoaria.
Mas sempre a conheci assim. Tomado o rumo, não há retrocesso.
Célia vai agora “fazer caixotes, embalar livros, comprar roupa”, coisa que tem feito com certa regularidade ao longo da sua vida.
O que eu lhe achei sempre de mágico é que Célia faz tudo isto com o mesmo carinho com que faz precisamente o contrário. Quando rompe, quando se despede, quando refaz caixotes, quando tenta “rasgar as cortinas do passado”.
Não me admirou pois a sua última frase deste primeiro longo telefonema: “Não deixes que as nuvens escondam a luz do Sol”.
Não deixarei!




