Infelizmente não é para rir. É o retrato fiel da degradação do Ensino Superior em Portugal. Com uma Escola Superior Agrária , a qual só consegue captar jovens das antigas Colónias vamos formar quem ?
Peço desculpa mas a senhora identificou um facto e não vislumbro uma pinga de racismo no dito. Esperemos que no futuro, tendo em conta o tempo que isto já dura, não sejam acusados de auxílio à imigração ilegal.
@Joao Espinho. Faço minha a resposta que Quasimodo lhe deu
Acha bem que esteja instalada uma Escola Agrária, paga com o dinheiro dos contribuintes Portugueses, que face ao fraco nível Científico, não tem qualquer procura de jovens Portugueses?
O que diz das miseráveis Bolsa de Estudo que os jovens Portugueses recebem ?
O que dizer da megalomania da construção de um Lar com mais de 500 quartos ?
Não me move quaisquer sentimentos racista , sendo indiferente se vêm de Angola , do Canadá, de Moçambique, da Noruega. Agora que face ao péssimo desempenho científico e académico de alguns cursos do Politécnico, designadamente da Agrária , é inquestionável que só são captados alunos das ex-colonias.
@Espinho não seja o idiota útil. Muito menos tente ensaiar uma defesa ao melhor estilo “woke”. A @Viviana não disse nenhuma mentira, não querer ver é outro assunto.
Você desde que tomou o Ventura de ponta, cada vez se assemelha mais ao Rui Tavares! Chiça penico.
O autêntico drama em que se arrasta penosamente a Escola Superior Agrária de Beja é confrangedor.
Ainda por cima numa região em que a agricultura está numa fase de desenvolvimento nunca vista, com investimentos e novas tecnologias impensáveis há uma década atrás.
Como e porque que é que numa escola que tem a maior parte dos doutorados da agora Universidade Politécnica de Beja, nada se faz para alterar este deprimente status quo?
30 de Julho de 2026 às 17:06:52
Infelizmente não é para rir. É o retrato fiel da degradação do Ensino Superior em Portugal. Com uma Escola Superior Agrária , a qual só consegue captar jovens das antigas Colónias vamos formar quem ?
30 de Julho de 2026 às 17:11:55
@viviana – não seja racista.
31 de Julho de 2026 às 0:39:54
Uma instituição completamente parada no tempo, muito especialmente quando comparada com outros politécnicos.
31 de Julho de 2026 às 10:17:35
Peço desculpa mas a senhora identificou um facto e não vislumbro uma pinga de racismo no dito. Esperemos que no futuro, tendo em conta o tempo que isto já dura, não sejam acusados de auxílio à imigração ilegal.
31 de Julho de 2026 às 12:21:43
@Joao Espinho. Faço minha a resposta que Quasimodo lhe deu
Acha bem que esteja instalada uma Escola Agrária, paga com o dinheiro dos contribuintes Portugueses, que face ao fraco nível Científico, não tem qualquer procura de jovens Portugueses?
O que diz das miseráveis Bolsa de Estudo que os jovens Portugueses recebem ?
O que dizer da megalomania da construção de um Lar com mais de 500 quartos ?
Não me move quaisquer sentimentos racista , sendo indiferente se vêm de Angola , do Canadá, de Moçambique, da Noruega. Agora que face ao péssimo desempenho científico e académico de alguns cursos do Politécnico, designadamente da Agrária , é inquestionável que só são captados alunos das ex-colonias.
1 de Agosto de 2026 às 10:38:03
@Espinho não seja o idiota útil. Muito menos tente ensaiar uma defesa ao melhor estilo “woke”. A @Viviana não disse nenhuma mentira, não querer ver é outro assunto.
Você desde que tomou o Ventura de ponta, cada vez se assemelha mais ao Rui Tavares! Chiça penico.
9 de Agosto de 2026 às 11:39:43
O autêntico drama em que se arrasta penosamente a Escola Superior Agrária de Beja é confrangedor.
Ainda por cima numa região em que a agricultura está numa fase de desenvolvimento nunca vista, com investimentos e novas tecnologias impensáveis há uma década atrás.
Como e porque que é que numa escola que tem a maior parte dos doutorados da agora Universidade Politécnica de Beja, nada se faz para alterar este deprimente status quo?