Arquivo da Categoria ‘Geral’
Almarte 2017
16 de Maio de 2017Mértola – Festival Islâmico 2017
15 de Maio de 2017
O Festival Islâmico é uma iniciativa da responsabilidade da Câmara Municipal de Mértola, em parceria com as instituições locais, que se realiza de dois em dois anos e já na vai na nona edição.
O programa está disponível aqui
Correio Alentejo
12 de Maio de 2017Tolerância
12 de Maio de 2017Diário do Alentejo
11 de Maio de 2017A maior caça ao voto de sempre!…
11 de Maio de 2017
Escreve Pinho Cardão no Quarta República:
Um esquema de admissão que vai levar dezenas de milhar de trabalhadores a entrar na função pública sem concurso, ou com concurso feito à medida, privilegiando, em total desrespeito pela lei, um conjunto de cidadãos e sonegando o direito de concorrer a todos os outros que têm o direito de procurar trabalho no estado ao abrigo da legislação em vigor.
Claro que um cidadão que entra no desempenho de funções públicas mediante concurso entra pelo seu próprio valor e não tem que dizer obrigado a ninguém. Mas um cidadão que arranja emprego permanente à custa de um procedimento singular e ao arrepio das normas em vigor, tende a ficar agradecido a quem lho concedeu. O governo sabe isso muito bem e o calendário das admissões não engana. Até às Autárquicas, alguns entrarão; até às Legislativas, entrará o resto. Não há admissões grátis.
PS: E que dizer de os Sindicatos da Função Pública poderem entrar no processo de admissão? Nunca se foi tão longe na forma de recomendar prosélitos e impedir outros de entrar. A geringonça vai fazendo o seu caminho. Cuidando dos seus e de si, que os outros nada lhe interessa”
Aguenta-se?
10 de Maio de 2017
Ursula von der Leyen é, desde 2013, a Ministra Federal da Defesa do governo de Angela Märkel. Com larga experiência política, von der Leyen tem sido apontada como sucessora de Märkel à frente da CDU.
Porém, os acontecimentos na passagem de ano em Colónia, transformaram-se numa enorme dor de cabeça para a ministra que tutela as Forças Armadas Alemãs.
Nas investigações ao ocorrido, onde numa primeira fase se acusaram refugiados e “cidadãos de cor”, veio a descobrir-se que os radicais de extrema-direita estiveram por trás dos ataques em Colónia.
E onde estavam também esses extremistas? No interior das Forças Armadas.
Foram encontrados diversos objectos com a simbologia nazi em instalações militares alemãs, o que levou o Chefe das Forças Armadas a ordenar buscas em todas as unidades.
E o que se decobriu? Por enquanto as pistas são as que um Tenente (Franco A.) deixou. Porém, as investigações estão a revelar ter havido, por parte das chefias, conhecimento e encobrimento das actividades extremistas dentro das casernas. No cume da pirâmide está a ministra da Defesa. Ouvida ( desde hoje de manhã) na Comissão Parlamentar de Defesa, von der Leyen vai tentar escapar-se e sair “limpa” desta questão. Vai ser difícil.
Na Alemanha costumam rolar cabeças, quando estas se transformam em “politicamente responsáveis” por determinados acontecimentos ou comportamentos.
Será que a Ministra se aguenta?
Um chapadão nas trombas da saloiada
10 de Maio de 2017
Escreve Nanã Sousa Dias:
“Portugal no Festival da Anglovisão!!!!
Parabéns, Salvador, Luísa e restante equipa técnica! Obrigado por manterem Portugal fora da saloiada que é este Festival da Anglovisão!
Desculpem lá mas foi o maior chapadão nas trombas desta saloiada europeia, que vi nos últimos anos!!!!!
18 canções de vários países europeus, das quais, 17 foram cantadas em inglês e apenas uma na língua-mãe, a canção portuguesa!!!!! E porquê? Porque a canção/interpretação, da canção portuguesa, são tão boas que dispensam qualquer truque/facécia/falácia, para a trazer para a ribalta. Aliás, foi a única canção cantada na língua-mãe, apesar de todos sabermos que a língua portuguesa não é fácil de assimilar pelos nossos “compadres” europeus.
Não sei quem foi o responsável pela cenografia mas, dou-lhe os meus parabéns por ter percebido que a canção é de tal modo forte, de bom gosto e parcimónia, que não necessitava de truques nenhuns de luminotécnica, para sobressair! Muito obrigado por terem mantido a coisa suficientemente discreta!
Quanto ao resto, achei alguma piada ao facto de 94,4% das canções terem sido cantadas em inglês, língua que, muito provavelmente, vai deixar de ser representada na União Europeia, muito brevemente. Portugal foi o único país deste “Festival da Anglovisão” que se apresentou com uma canção cantada na sua única língua oficial, facto pelo qual quero dar, mais uma vez, os parabéns aos manos Sobral!
Outras coisas que gostaria de destacar e que, pelos vistos, passaram despercebidas aos nossos comentadores escalados para o serviço, na RTP, talvez por estarem “deslumbrados” com tanto jogo de luz, bem como tanta mamoca e pernoca ao léu:
1 – Na canção da Finlândia, vimos apenas dois artistas em palco, uma cantora e um pianista, sentado num piano de cauda e de cuja cauda saía fumo, bastante fumo! O que não saiu daquele piano de cauda foi UMA ÚNICA NOTA!!!!! Não se ouviu uma única nota a sair daquele piano, apesar do jovem lhe cascar e bem! Ora, diria eu, que não percebo nada disto….se se deram ao trabalho de lá colocar o piano, e se o homem se fartou de percutir aquelas teclas, o que é que faltou? Esqueceram-se de lá colocar um microfone? Não era suposto haver um microfone porque estavam a receber o instrumental em multipistas e esqueceram-se de abrir a via do piano? O gajo não tocava a ponta dum corno mas, como era o compositor ou arranjador da canção, fizeram-lhe a vontade de o colocar em palco com um piano de cauda, muito embora já estivesse combinado que não lhe iam abrir a via do piano para o gajo não “fecundar” toda a actuação? Muito gostava eu de ouvir uma resposta que me elucidasse!!!!
2 – Na canção da Eslovenia, composta pelo próprio cantor, que muito foi bajulado pelo apresentador, no sentido de ser um magnífico instrumentista, arranjador e compositor, além dos seus skills de cantor, o que eu ouvi foi uma cacofonia ridícula, na primeira modulação da canção. Notas completamente fora da harmonia, na primeira subida de tom!!!! Ora, há muitos anos que não ouvia uma coisa destas, num festival da Eurovisão. E pergunto eu….não há NINGUÉM atento, durante os ensaios, gravações, no próprio país? Depois, em Kiev, não há ninguém que dê uma dicazinha, discretamente?
E pronto, não me vou alongar, porque se o fizesse, iria cascar na canção da Letónia e no visual da cantora, ao melhor estilo Chewbacca e outras saloiadas que se viram por lá.
Mais uma vez, Salvador e Luísa Sobral, obrigado pelo vosso talento, bom gosto e parcimónia e parabéns a ambos e à vossa equipa técnica, por darem uma demonstração de como fazer as coisas certinhas e como deve ser. Obrigado também pelo facto (maior) da canção ser cantada em português!”









