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Nelson Brito trai Baixo Alentejo

4 de Setembro de 2020

Em 24 de Julho, no Correio Alentejo, diz Nelson Brito: “Não temos razões para nos sentirmos menorizados em relação ao resto do Alentejo – bem pelo contrário! Actualmente, é no Baixo Alentejo que o PS tem maior expressão, seja no número de presidentes de câmara, vereadores e presidentes de junta eleitos, seja no número de eleitos do PS nas várias assembleias municipais, que terão direito a voto no colégio eleitoral que elegerá o presidente da CCDR. Este é o tempo do Baixo-Alentejo!”

Só passou um mês, tempo suficiente para que caísse a máscara ao presidente da Federação socialista do Baixo Alentejo.

Leia-se o que escreve Ceia da Silva, esse exemplo do caceteirismo regional:

Portanto, Nelson Brito é mais um a engrossar a lista de traidores socialistas. Costa tem sido um bom professor. E ainda havia quem acreditasse no NB.
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Cassette – actualização

31 de Agosto de 2020

O partido comunista diz que a Festa do Avante! tem sido “pretexto para uma gigantesca operação reacionária que mais que a Festa, visa atacar o PCP e sobretudo abrir caminho à limitação do exercício de direitos e liberdades dos trabalhadores e do povo”.
O PCP continua empedernido, transformando-se numa autêntica pedra lapidar. Não sei se o comunicado comunista fala em imperialismo, em classe trabalhadora ou, voilá, em amplas liberdades democráticas.
Enfim, nada de novo. Avante!

ACTUALIZAÇÃO: A DGS já divulgou o parecer técnico sobre a Festa do Avante!. Consumo de bebidas alcoólicas será proibido depois das 20h00, exceptuando as que acompanham a refeição e a lotação total do evento é de 16.563 pessoas em simultâneo no recinto, metade dos 30 mil que o PCP tinha anunciado. (LER AQUI)

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Então, Nelson?

29 de Agosto de 2020

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Alvito já tem

25 de Agosto de 2020

A partir de hoje, uma empresa para produção de vídeos e documentários. Chama-se Mundobtuso, Lda. Votos de muitos e nada obtusos sucessos. (aqui)

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Serpa – a teimosia do PCP

25 de Agosto de 2020

Será que a Câmara Municipal de Serpa não tem a verba necessária para comparticipar na despesa da obra, ou trata-se unicamente da habitual teimosia comunista?
Avante!

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A teia socialista

18 de Agosto de 2020

O PSD denunciou uma “teia de relações partidárias” entre a administração de saúde e segurança social no Alentejo e exigiu o apuramento de responsabilidades pela morte de 18 doentes com covid-19 em Reguengos de Monsaraz.
Em comunicado, o partido social-democrata fala numa “teia de relações partidárias que se estabelece com a Administração Regional de Saúde e o Centro Distrital da Segurança Social” e exige o apuramento de “responsabilidades políticas municipais e distritais” na morte dos 18 idosos num lar de Reguengos de Monsaraz “por alegada falta de cuidados médicos adequados”.

“A ocupação generalizada das estruturas da administração local e regional por parte do Partido Socialista é uma prática que atinge no Alentejo uma dimensão insuportável”, sublinha o partido.

Também o facto de a presidência da Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão da Silva coincidir com a presidência da Câmara Municipal de Reguengos revela, segundo o partido, “a promiscuidade política que domina as relações institucionais naquele município do Alentejo”.

Ler aqui.

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Farsa

10 de Agosto de 2020

Os candidatos a presidentes das cinco comissões de coordenação e desenvolvimento regional (CCDR) deverão ser escolhidos em meados deste mês. O processo tem sido negociado entre PS e PSD e envolve diretamente António Costa e Rui Rio.

O processo de eleição dos presidentes das CCDR não passa de uma farsa. Para além dos joguinhos amorosos entre Costa e Rio, desconheço qual a relevância deste acto eleitoral. Veja-se o caso do Baixo-Alentejo: alguém acredita que esta região vá beneficiar em algo com a eleição semi-directa do presidente da CCDRA?

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Avante!

10 de Agosto de 2020


foto: Ana Baião

A discussão sobre a Festa já vai longa.
Faça-se a Festa. Servirá como teste para outros eventos idênticos. Caso a coisa corra bem, e com os comunistas as coisas correm sempre bem, não há razões para, futuramente, impedir/inviabilizar que se organizem Festivais que costumam mobilizar milhares de espectadores. O limite máximo será, sempre, 100 mil.
Se a coisa der para o torto, os homens do regime encontrarão uma desculpa.
Avante!

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Correio Alentejo

7 de Agosto de 2020

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Haja Festa

5 de Agosto de 2020

Festival, Festa, 100.000 pessoas, pandemia, cumprir as regras?
Haja Festa! Esperam-se as presenças de António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa, os maiores festivaleiros do regime.

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ACOS contra desmantelamento da DGAV

4 de Agosto de 2020

A ACOS – Associação de Agricultores do Sul, tendo em conta os desenvolvimentos recentes relativamente a assuntos de saúde e bem-estar animal, vem manifestar publicamente total desacordo com a decisão do Governo de repartir as competências nesta matéria, entre o Ministério da Agricultura e o Ministério do Ambiente.
A ACOS, no âmbito das suas actividades, designadamente a sanidade animal, a conservação e o melhoramento de raças, o apoio técnico, a formação profissional em matérias de transporte e bem-estar animal, a comercialização de animais, entre outras, tem, desde longa data, mantido uma colaboração estreita com a Direcção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), com benefícios assinaláveis para a produção animal, sempre no respeito da legislação nacional e comunitária.
Temos a plena consciência que, a bem da saúde pública, a entidade responsável pela sanidade animal nacional não pode ser esvaziada de competências em matérias que lhe estão directamente associadas, como é o caso da protecção e do bem-estar animal, seja dos animais de produção, seja dos animais de companhia. Bem-estar e saúde animal, e consequentemente a saúde pública, são indissociáveis.
Estranho é que, num momento em que se fala cada vez mais da importância de termos uma abordagem holística de “Uma Só Saúde” (“One Health”), enquanto desígnio mundial, se decida, em Portugal, apartar a tutela dos animais de companhia da dos animais de produção. Esta tomada de posição, de natureza puramente política, a ser concretizada, não faz qualquer sentido e vem totalmente ao arrepio das directrizes internacionais, da legislação comunitária e da adequada gestão dos recursos públicos.
A saúde animal necessita de um organismo técnico e independente como a DGAV no Ministério da Agricultura, que centralize o conjunto de competências que já detém, mas que disponha dos recursos suficientes, humanos materiais e financeiros, para uma actuação consentânea com a sua missão e com a legislação em vigor.
Com um organismo fortemente capacitado e empenhado no desenvolvimento da agricultura e da produção animal nacionais, ganhamos todos em matérias de protecção e bem-estar animal, de garantia da segurança alimentar e de saúde pública. A soberania alimentar nacional e o bem-estar animal dependem de uma organização desta natureza, forte, competente, actuante e imune a arremessos de natureza político-partidária.

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Isto está tudo ligado

27 de Julho de 2020

Em editorial de 10 de julho do Diário do Alentejo (DA), Luís Godinho, director e simultaneamente líder da propaganda socialista, escrevia: “Seria incompreensível que numa ocasião tão significativa como esta – em que se desenha o próximo ciclo de fundos comunitários – o Baixo Alentejo não conseguisse apresentar um, ou mais, candidatos à presidência da CCDRA.” O mote estava dado.

Na edição seguinte do DA, o recém-eleito presidente da Federação socialista do Baixo-Alentejo é peremptório: “Já tenho vindo a trabalhar, inclusive com o atual presidente da federação, numa solução nova que implica um candidato a apresentar pelo PS do Baixo Alentejo à Ccdra. Não pode ser doutra forma. Mas que hipocrisia seria a minha se na pergunta anterior lhe respondo que nos falta liderança e afirmação e depois deixamos cair a oportunidade e o momento de afirmar a nossa região no sítio das decisões. É evidente que vamos ter um candidato e espero que possa ser vencedor.”

Em 24 de Julho, no Correio Alentejo, diz Nelson Brito: “Não temos razões para nos sentirmos menorizados em relação ao resto do Alentejo – bem pelo contrário! Actualmente, é no Baixo Alentejo que o PS tem maior
expressão, seja no número de presidentes de câmara, vereadores e presidentes de junta eleitos, seja no número de eleitos do PS nas várias assembleias municipais, que terão direito a voto no colégio eleitoral
que elegerá o presidente da CCDR. Este é o tempo do Baixo-Alentejo! Não se trata de um capricho, mas sim da obrigação que temos para com a afirmação do Baixo Alentejo no actual contexto, que atrás referi. É nossa obrigação defender que o próximo presidente da CCDR seja um baixo-alentejano, porque é justo que o seja, porque é oportuno que o seja e porque tenho a certeza que os baixo-alentejanos não esperam outra coisa de nós.”

Pronto, a máquina está a funcionar, as contas estão feitas, resta agora saber o mais importante: conseguirá Nelson Brito reunir o consenso necessário entre todos os autarcas socialistas do Baixo-Alentejo? E, já agora, só uma curiosidade: a desistência de Hélder Guerreiro não tem nada a ver com isto, pois não?

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