Arquivo da Categoria ‘Geral’

Tertúlia

11 de Setembro de 2013

tertulia

A Associação de Jovens Habi(li)tar Alentejo (AJHA), em conjunto com a Associação Alentejo de Excelência, vai organizar uma tertúlia intitulada “Inovação na prática: melhores empresas, mais empregos no dia 14 de Setembro às 18h00 em Beja, seguindo-se de jantar networking.

Programa:
18.00h – Abertura – Carlos Sezões (Presidente da Associação Alentejo de Excelência)
18.10h – Maria da Graça Carvalho (Eurodeputada, Especialista em Ciência e Inovação)
18.30h – Debate
19.00h – Encerramento – Nídia Amorim (Presidente da Associação de Jovens Habi(li)tar Alentejo – AJHA)
19.30h – Networking / Jantar
Local: Restaurante Vovó Joaquina, Rua do Sembrano 57, 7800 – 487 Beja
Preço Jantar: 15€
Inscrições e Informações: habilitaralentejo@gmail.com | Confirmar presença até dia
12-09-2013 | Organização: Associação Alentejo de Excelência e AJHA

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11.9

11 de Setembro de 2013

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Calendário escolar 2013 – 2014

9 de Setembro de 2013

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Bom dia!

9 de Setembro de 2013

de regresso ao trabalho

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Hoje na Praça

6 de Setembro de 2013

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Hoje no Diário do Alentejo

6 de Setembro de 2013

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Rescisões – Sessão de esclarecimento em Beja

5 de Setembro de 2013

Sobre o programa de rescisões por mútuo acordo na Função Pública, irá decorrer uma Sessão de Esclarecimento em Beja, no Auditório da Escola Secundária Diogo de Gouveia, dia 23 de Setembro de 2013, pelas 10H00.

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Ainda sobre os comboios

2 de Setembro de 2013

Destaco este comentário feito aqui:

“Só para que não haja dúvida alguma, que nada tenho contra os cobradores de bilhetes da CP. Uma profissão digna, honesta e respeitável; essencial não só para que os comboios continuem a funcionar, como sobretudo para ajudar e auxiliar os passageiros. O que eu queria referir, é o ambiente de “fim de festa” que se verifica no troço entre Beja e Casa Branca. Consequente à decisão de não eletrificar esta linha. E que visa sem dúvida criar todas as condições para num futuro mais ou menos próximo, justificar o seu encerramento. Outra atitude que também visa afastar os potenciais clientes, é paragem do comboio na estação de Alvito. A qual fica fora da referida povoação e na sua zona industrial. E que já há muito tempo havia sido encerrada, deslocando-se as pessoas desta vila para o efeito à de Vila Nova da Baronia. Agora a C.P. brinda os seus passageiros, além de serem obrigados a ficar uns quantos minutos parados numa estação fantasma, onde regra geral não entra e nem sai ninguém. A levar com o cheiro pestilento e tóxico da fábrica de reaproveitamento de azeite que para ali foi deslocalizada de Brinches, por as pessoas desta vila não a quererem lá por esse mesmo motivo. Por último, salientar mais uma vez a estranheza pelo silencio conivente dos autarcas dos concelhos servidos por este troço, que continuam calados, impávidos e amorfos, com todo este grave atendado as interesses sociais e económicos da região e das populações que deveriam servir e defender. Em vez de como seria seu dever e obrigação, exigir a eletrificação da linha de ferro, o tipo de serviço idêntico ao da linha para Évora, voltar de novo tal como passado a acoplar os comboios de Beja e Évora em Casabranca e até exigir um ramal de S. Matias para o Aeroporto de Beja ou do Alentejo com vista ao seu futuro aproveitamento. Como lhe queiram chamar, que neste aspeto não sou sectário, quero apenas o mesmo para todos os alentejanos, sejam de Évora ou de Beja.”

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Uma arruada

1 de Setembro de 2013

arruada

São os dicionários abundantes no significado do vocábulo “arruada”. Tendo dificuldades em encontrar a palavra mais adequada vou de omissão em omissão, já excluí procissão porque leva padre e sacristão, fixo-me, então, em arruada – passeio por uma rua, apregoando qualquer coisa. E depois desta explicação, caro leitor, vou mostrar-vos o que escrevi:
Umas moçoilas, belas, belas com as suas saias curtas e vermelhas, blusas brancas da cor da alegria, pareciam ter sido deixadas pelo céu, no início da rua.
A tarde corria dócil e serena. O sol sumia-se preguiçosamente, talvez com o intuito de assistir ao evento, acabando por deixar o horizonte pejado de esporões de um vermelho carregado. Indiscretas, umas lufadas de vento atravessavam a rua e faziam subir a saia da beldade. Deixando a perna nua, logo umas mãos delicadas a ajeitavam no seu devido lugar. Teimoso, o vento fazia repetir a cena, sem parar. Estas ninfas de braço no ar executavam envolventes movimentos ao som de uma música emitida por potentes altifalantes colocados num carro pequenino (este carro era usado exclusivamente para este fim. Se eleito o candidato trocava-o, de imediato).
À cabeça do cortejo, os candidatos principais distribuíam papelinhos e sorrisos largos e compridos (e eu que queria usar o termo melancolia, assim, não consigo). Logo a seguir vinham os moços de recados e mandados e por fim os indiferenciados. A assistir, o Povo, vago, distante, desinteressado. Pois que não havia de mostrar tal apatia, habituado que estava a só romaria.
Vão, agora, todos jantar. O prato é borrego assado, com vinhos do Alentejo, mais palavras ocas e indefinidas, mais promessas de salvação. Gargantas roucas, mãos doloridas, de tantas palmas e ovações. O director da campanha manda terminar.
Amanhã há nova missão, é preciso poupar energias.
Manuel Dias Horta in Diário do Alentejo

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Fascismo encapotado

31 de Agosto de 2013

PIROPOS08

Ou como o BE nunca me enganou.

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E o homem sabe

30 de Agosto de 2013

Onde fica Almodôvar? Duvido…..

madv

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Rui Veloso em Cuba

29 de Agosto de 2013

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foto: joão espinho

dia 1 de Setembro, Domingo. Feira Anual de Cuba. A não perder.

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