Arquivo da Categoria ‘Geral’

Exemplo a recordar

7 de Setembro de 2015

Aristides Sousa Mendes

Numa ocasião em que vivemos uma crise civilizacional e humanitária, e em que alguns portugueses manifestam a sua repulsa em acolher refugiados, destaco um exemplo que devemos recordar e copiar: Aristides de Sousa Mendes.

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Médicos não querem vir para o interior

6 de Setembro de 2015

médicos2

in “Diário do Alentejo”

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o Verão quente de 1975

5 de Setembro de 2015

Alameda prec

Colar cartazes, perder-se nos cafés, conspirar nos bares, acabar a noite no cacau da Ribeira. Para além dos plenários e ocupações. Os portugueses, esses acabaram por preferir a alienação capitalista.

1 – Colar cartazes, pintar paredes
2 – Dos comícios às ocupações
3 – Uma tourada e uma Alameda
4- A visita de Sartre e uma história de torturas
5 -A revolução não se embaraçava com legalismos
6 – Cumprir ordens? Só as votadas pelos soldados
7 – Quando era a 5ª Divisão quem mandava
8 – Cercos e chaimites
9 – Lembram-se do cinema Universal?
10 – Antes o Trinitá que o Garganta Funda
11 – O roteiro dos cafés, cada um com a sua tribo
12 – A diferença entre a boîte e a discoteca
13 – Do Botequim ao Procópio
14 – E que tal nacionalizar o teatro também?
15 – Televisão? Dois canais, seis horas por dia
16 – A cantiga é uma arma e eu não sabia…
17 – Os Genesis e a alienação capitalista

Leia o artigo Quando a noite caía o PREC renascia

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Diário do Alentejo

4 de Setembro de 2015

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Passarinho Prisioneiro

4 de Setembro de 2015

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Atenção!

4 de Setembro de 2015

oral sex

Cancro de Bruce Dickinson, dos Iron Maiden, foi causado por sexo oral
O vocalista da banda britânica submeteu-se a sessões de quimioterapia e está livre do cancro na língua desde maio passado.

(ler aqui)

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Sobre a fotografia do pequeno Aylan

3 de Setembro de 2015

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Cartoon de Gallego & Rey

    “Nilüfer Demir, a fotógrafa que captou a imagem do menino turco à beira-mar, já sem vida e com o rosto voltado para o areal, relatou à agência de notícias Dogan, para a qual trabalha desde 2003, como foram os momentos antes de premir o botão da câmara fotográfica.

    “Quando vi Aylan Kurdi o meu sangue gelou. Mas, então, já não havia nada a fazer. Ali estava um cadáver com uma camisola encarnada levantada e calções azuis escuros. Não havia nada que eu pudesse fazer por ele. (…) A única coisa que podia fazer era premir o botão do obturador e fazer a foto naquele [preciso] momento.”

    Emocionada, a fotógrafa continuou o seu testemunho e contou como, a cerca de 100 metros, deu de caras com o irmão mais de velho de Aylan, Galip, também ele inanimado e com a camisola levantada. “Antes de premir o botão senti uma grande dor e tristeza. (…) O meu trabalho é tirar boas fotografias”, acrescentou, citada pelo espanhol ABC.

    E, perante a indignação internacional que, entretanto, surgiu em redor da respectiva imagem, a fotógrafa não hesitou em argumentar que foi bem-sucedida, uma vez que o retrato do pequeno Aylan sacudiu consciências globais.” (daqui)

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Estado não funciona no Chrome

3 de Setembro de 2015

chrome

Várias aplicações do Estado deixam de funcionar no Chrome (IRS, Balcão 2020) (ler aqui)

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Sírios no Alentejo

3 de Setembro de 2015

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Ilustração: Susa Monteiro

“O “Diário do Alentejo” apela a todos os seus leitores que, caso conheçam, nos ajudem a encontrar cidadãos sírios a viver no Alentejo. O intuito é a realização de uma reportagem. Caso tenham algum contacto, informação, solicitamos que nos enviem mensagem (via FB). Gratos, desde já, pela vossa colaboração.”

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Albernôa

2 de Setembro de 2015

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Lido no Facebook:

    ” A minha aldeia, Albernôa, tornou-se presentemente, na aldeia mais visitada do país. É extremamente gratificante ver quem nos visita, ficar perplexo com todas as infraestruturas que foram sendo criadas nos últimos 25 anos por quem de obrigação.
    Sinto que as pessoas ficam estupefactas e ao mesmo tempo orgulhosas que uma aldeia no interior do Alentejo proporcione tais níveis de deslumbramento ao apresentar um pavilhão multiusos capaz de albergar até um concerto do Tony Carreira, um balneário público com papel higiênico de dupla folha e onde até champô anti-caspa é facultado a quem desejar, uma sociedade recreativa onde todas as idades podem e devem confraternizar, um forno comunitário (que como sabemos é sinal de um povo solidário e altruísta), umas ruas arranjadas e alcatroadas (ruas estas, onde encontrar um buraco é tal como procurar agulha em palheiro), uma casa mortuária onde até os mortos se sentem confortáveis, um jardim público com espaços de ginástica e lazer, uma farmácia de fazer inveja às das aldeias mais próximas, um centro de saúde devidamente equipado, um jardim-de-infância recheado de crianças filhas da terra e outras, cujos pais devido ao desenvolvimento da mesma, escolheram para viver, uma caixa de multibanco em cada extremo da aldeia, pontos estratégicos de acesso à net, um quiosque onde o borda d’Água é rei e senhor, ….and the last but not the least, o nosso ex-libris de fazer inveja aos Quintos e às Minas de São Domingos, e porque não, nivelar por cima, de fazer inveja às Messejanas deste país,….. a nossa querida praia fluvial, criada no curso de água que “abraça” a aldeia. A água é limpa e cristalina, com areia branca e relvados que mais parecem campos de golfe. ( Casinhas de porquinhos, nem vê-las…!!! )
    Tal só foi possível de concretizar graças à limpeza extrema da ribeira da “nossa” vida, a Ribeira de Terges. Arrisco-me até a dizer que é mais limpa do que qualquer campanha eleitoral ou do que qualquer mesa de voto.
    Ahhhhhh…… É MENTIRA…!!!….a areia não é branca. Era para ser. Mas os camiões que a transportavam, com tantos sinais, tantos desvios e tantas rotundas, enganaram-se e seguiram…….para o Algarve !”

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E que tal

1 de Setembro de 2015

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O regresso ao trabalho? 🙂

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Cuba – Feira Anual

30 de Agosto de 2015

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Mais informações aqui

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