Red Carpet Day
10 de Fevereiro de 2008
Estendida a passadeira vermelha para os visitantes vindos do Arrastão, que distinguiu o Praça da República como Blog da Semana.
Obrigado, Daniel Oliveira!

Estendida a passadeira vermelha para os visitantes vindos do Arrastão, que distinguiu o Praça da República como Blog da Semana.
Obrigado, Daniel Oliveira!
Dando resposta a uma espécie de meme – “E o leitor, qual é a banda rock que o faz corar de embaraço?” – lancei-me na tarefa de vasculhar o que ouvi nos idos de 70. Devo dizer que, exceptuando algumas coisas que me vinham involuntariamente pelo éter, a coisa até nem me envergonha. É verdade que também ouvi a Suzy Quatro, os Slade, os Wallace Collection – quem não ouviu que lance a primeira pedra – mas fui crescendo nos meus teen’s a ouvir o puro Elvis, que me chegava por via da comunidade alemã em Beja e eu gostava muito de ir até lá a casa, boas aparelhagens, LP’s que não chegavam ou chegavam tardiamente à loja do tio Zeca e, se calhar, porque as boobs da Uschi me deixavam de olhos em bico e ouvidos apurados.
Cá fora ouvia-se (e dançava-se) Santana, Led Zeppelin, The Beatles, The Rolling Stones, Deep Purple, Black Sabbath, Creedence Clearwater Revival, Neil Young, The Doors,tudo água pura, sem conservantes mas com alguns corantes. É claro que também massacrava o single “Killing Me Softly with His Song”, da Roberta Flack, e às vezes lá vinham uns rapazes de nome T. Rex.
Depois chega a revolução antes da revolução. E oiço (não consegui ver nada) em Munique, no Estádio Olímpico, em Agosto de 1973, essa coisa chamada “The Dark Side of The Moon”. Nunca mais larguei os Pink Floyd. Com a revolução – a dos cravos – chegam os concertos e com eles o memorável “The Lamb Lies Down on Broadway”. Nunca mais larguei os Genesis (da era Peter Gabriel).
Pelo meio estão Frank Zappa, Lou Reed, Stevie Wonder, Eric Clpaton, Queen, Bob Marley, Jazz – muito jazz, com Cascais – e pouca, muito pouca mesmo, música portuguesa.
Para finalizar, deixo aqui duas peças. Essenciais.
Este meme é mesmo uma nostalgia, não é?
Completa hoje 2 anos de vida uma das melhores e mais activas lojas da blogosfera lusa.
Enviam-se os parabéns e votos de longa vida.
(Nota: O “Corta-Fitas” foi merecidamente agraciado em 2007 com uma Menção Honrosa e em 2006 com um Pelourinho de Prata, numa iniciativa do Praça da República)
Este blog estabeleceu uma parceria de colaboração com o jornal Correio Alentejo.
Os artigos publicados no blog aparecem de imediato linkados na edição online daquele jornal, o mesmo acontecendo às notícias diárias do CA, que aparecem linkadas aqui na Praça.
Esta é uma forma de provar que blogs e órgãos de comunicação social não têm que, obrigatoriamente, andar de costas voltadas. Mas nem todos (bloggers e jornalistas) conseguem alcançar isso.
O Praça estabeleceu igualmente uma parceria de colaboração com a organização da Ovibeja 25 anos, por enquanto só visível através da permuta de banners. Este blog estará na primeira linha da divulgação de eventos e noticiário sobre a grande feira do sul. Estejam atentos, pois haverá surpresas.

O Bruno Bertacini distingue o Praça com o selo que aqui orgulhosamente se ostenta.
Agradece-se e envia-se um abraço para o outro lado do oceano.
“Os blogues têm sido, em muitos lugares, um espaço raro de opinião livre. Uns são anónimos, outros assinados, uns são de políticos ou candidatos a políticos, outros de simples cidadãos, uns são individuais outros colectivos. Uns são excelentes e outros nem por isso. Mas se há blogues que têm sentido as pressões e as perseguições políticas (por vezes judiciais) são os blogues locais. Demasiados autarcas estão pouco habituados à crítica e à denúncia.”
Para ler no Arrastão.

O “Calçadão de Quarteira” distingue esta Praça com o selo É um blog muito bom, a gente sente-se orgulhosa e ostenta aqui o galardão. Com um grande muito obrigado.

Isto hoje não está para grandes escritas.
Não é por falta de assuntos:
– o boicote ao Blasfémias (ainda não percebi porque é que aqueles gajos continuam no Blogger);
– o protesto não-racista do jocasipe;
– as obras e buracos nas ruas da minha cidade;
– a continuada berraria da mãe da Jessica;
– a minha galeria Shapes actualizada;
– os novos aromas que nos chegam do Aliciante (com acesso também por aqui).
Mas não me apetece escrever.
Pronto, até logo!
Paulo Gorjão fechou o Bloguítica, mas aparece-nos agora no “o cachimbo de magritte“.
Com comentários.
Saúde-se!
Foi activada a moderação de comentários.
O professor Fafe/Julião/Rodrigo – verdadeiro troll – assim me obriga. Muda de nome como quem muda de cuecas, usa a artimanha dos anonymous proxy server, inunda as caixas de comentários com non-sense, para além de outras cobardes atitudes que me dispenso de revelar.
Desconheço-lhe as motivações. Mas já lhe percebi as intenções.
Quando ele acalmar, os comentários regressarão à normalidade.
Peço desculpas aos meus habituais leitores/comentadores.
Em baixo, algumas das investidas do troll:
(mais…)
Vem mesmo a propósito este artigo do Paulo Querido.
“Chamar “fascista censor” aos moderadores é um dos passatempos favoritos dos trolls, que deram novos usos ao termo fascista.
Isto em si já é trolling: estabelece propositadamente a confusão com o direito de resposta consagrado nas leis que regulam a comunicação social.”
Quem nunca teve um troll a parasitar no seu blog não sabe o prazer que dá cortar-lhes o pio!
1 – Este é, claramente, o post do mês!
2 – O Tomás Vasques, sempre atento, escreve, e muito bem: “Derrubar Muros e Fronteiras“. Recordei-me do tempo que perdi, dos incómodos que passei, quando em 2000 fui visitar a Polónia e a República Checa. Espiolhar passaportes e bagagens, verificar matrícula do carro e mais um sem número de burocracias. Para além, claro, do ar pouco simpático dos guardas fronteiriços. Pior que isto, só mesmo aquilo por que passavam polacos e checos que desejavam, tão só, sair dos seus países para visitar a Europa Ocidental.
Os saudosistas do Muro de Berlim levaram mais um murro no estômago.