Arquivo de Março de 2018

Os russos na blogosfera

23 de Março de 2018

Do Tumblr (onde tenho um blog) recebi a seguinte informação:

“Dear ####
As part of our commitment to transparency, we want you to know that we uncovered and terminated 84 accounts linked to Internet Research Agency or IRA (a group closely tied to the the Russian government) posing as members of the Tumblr community.
The IRA engages in electronic disinformation and propaganda campaigns around the world using phony social media accounts. When we uncovered these accounts, we notified law enforcement, terminated the accounts, and deleted their original posts.“”

Segue-se uma lista de cerca de 20 blogs que eu seguia.
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Vamos ter que abrir a pestana com mais energia.

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Bom fim de semana

23 de Março de 2018


foto: joana seixas

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Correio Alentejo

23 de Março de 2018


Parabéns ao Correio Alentejo pelo seu 12º aniversário.

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Sabores no barro 2018

23 de Março de 2018

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Poesia

21 de Março de 2018

Ternura
Desvio dos teus ombros o lençol,
que é feito de ternura amarrotada,
da frescura que vem depois do sol,
quando depois do sol não vem mais nada…

Olho a roupa no chão: que tempestade!
Há restos de ternura pelo meio,
como vultos perdidos na cidade
onde uma tempestade sobreveio…

Começas a vestir-te, lentamente,
e é ternura também que vou vestindo,
para enfrentar lá fora aquela gente
que da nossa ternura anda sorrindo…

Mas ninguém sonha a pressa com que nós
a despimos assim que estamos sós!

David Mourão-Ferreira, in “Infinito Pessoal”

Foto: raft & lea

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Nilza de Sena

21 de Março de 2018

nilza
foto: RVP
“Não é preciso concordar com tudo o que ali se escreve, mas parece-me importante destacar o texto do blog “Mais Beja“.
Aqui fica:
“A deputada é como um cata-vento. Apanha o vento e roda. Se não houver vento, não roda. Ou seja, lê as notícias sobre a região e, posteriormente, emite “protestos” ou “comunicados” sobre os problemas da região, alguns com décadas, e que nunca foram resolvidos, nem quando o seu partido esteve no poder.
Se o político deve estar junto das pessoas, como é que alguém, que não nasceu no Alentejo, nunca cá trabalhou, nem vive na região, pode escutar, ajudar, entender ou apoiar quem representa?
Vem ao Baixo-Alentejo, de belo salto alto, um dia por mês, visita uma aldeia ou vila de nome que nunca ouviu falar, discursa sobre um problema que já tem décadas, tira fotos com enorme sorriso, entra no seu belo carro, e “abala” para fora das fronteiras do distrito, prometendo voltar passado 1 ou 2 meses, a outro local, para dizer o que todos nós sabemos, sem apresentar medidas ou soluções realistas para mudar o que está errado.” (continue a ler aqui)

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Primavera

20 de Março de 2018


foto: Michael Kenna

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Então? Vamos assinar a petição?

19 de Março de 2018

Clica aqui assina e depois valida com o link que vais receber por mail. Basta-te 1 minuto para seres diferente e melhor do que aqueles quer ignoram o nosso Distrito.
Aceitas o desafio?

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A história repete-se

18 de Março de 2018

Em Setembro passado, a Câmara Municipal da Marinha Grande divulgou um “estudo de viabilidade da abertura do aeroporto de Monte Real ao tráfego civil” que dava luz verde ao projecto.

O documento prevê um custo estimado de 20 milhões de euros para adaptação das infraestruturas existentes: reforço da pista, um terminal de passageiros, placas de estacionamento, hangar de manutenção, controlo de acessos, reservatórios de combustível, reforço do pessoal na torre de controlo e das capacidades de luta contra incêndios.

Quanto aos dados, o estudo aponta para cinco mil movimentos por ano e cerca de 600 mil passageiros. A evolução a longo prazo prevê cerca de nove mil movimentos anuais e a presença de 1 a 1,2 milhões de passageiros.

Leia aqui (e respectivos comentários)

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Diário do Alentejo

16 de Março de 2018

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Bom fim de semana

16 de Março de 2018

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Um murro no estômago

16 de Março de 2018

Esta é a história de Marielle Franco. Esta é a história que interessa, a história que indigna e revolta.

“Os favelados e as faveladas sabem exatamente qual é o barulho dos tanques à porta”. Este era o discurso muito critico da atuação das forças policiais e militares. Ela era Marielle Franco. Negra. Jovem. Lésbica. Vinda da favela. Vereadora na câmara do Rio de Janeiro. Lutadora. Lutadora pelos direitos das mulheres. Lutadora pelos direitos dos negros. E uma estrela em ascensão na putrefacta política carioca e brasileira.
Foi morta com quatro tiros na cabeça, da forma mais cobarde possível, na noite de quarta-feira, no carro em que seguia. Numa emboscada que vitimou também o seu motorista (uma assessora que também seguia na viatura sobreviveu). Antes, tinha participado numa iniciativa cívica com o nome “Jovens Negras Movendo Estruturas”.
Os tiros não terão sido disparados a mais de dois metros.

A linha de investigação aponta num sentido: tratou-se de uma execução.
Quatro dias antes de ter sido morta tinha denunciado nas redes sociais a atuação da Polícia Militar, referindo especificamente o 41º batalhão da PM e os excessos cometidos no sábado passado em Acari, uma favela na zona norte da cidade do Rio de Janeiro.
De que excessos falamos? Da morte de dois jovens negros, a tiro, um deles à saída de uma igreja. Contra isso se indignou Marielle. Contra o facto do dito batalhão ser considerado responsável pela morte de mais de 400 pessoas nos últimos cinco anos.
Agora, o Brasil grita ‘basta’ e a população vem para as ruas.

Voltemos à história de Marielle. Engravidou adolescente. Deixou os estudos. Conseguiu anos depois uma bolsa para voltar a estudar e entrar na universidade. Tirou sociologia. Entrou na política. Candidatou-se pela primeira vez em 2016 e conseguiu 46 mil votos, tornando-se vereadora.
Marielle Franco. Nome lindo do triste estado de um país que insiste em andar desafinado.
in Expresso

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