Arquivo de Dezembro de 2009
Amarelos e laranjas: entendam-se!
30 de Dezembro de 2009Ontem, a meio da tarde, o mapa continental estava em alerta laranja. Ao princípio da noite já tinha passado a amarelo.
Agora, nesta notícia, pode ler-se no lead “Todos os distritos de Portugal Continental (…) estão hoje sob aviso laranja devido à previsão de vento e chuva forte e agitação marítima, segundo o Instituto de Meteorologia (IM).”. Porém, no seu desenvolvimento, a notícia não confirma o título. Ora estamos de amarelo, ora passamos para laranja, não se percebendo se Santarém é laranja ou amarelo.
Se à coisa (os alertas) em si, por repetição excessiva, já poucos ligam, que dizer quando os próprios organismos não convergem na cor do alerta? Entendam-se!

fotografia
29 de Dezembro de 2009
foto: daqui
Qual é a admiração?
29 de Dezembro de 2009
foto: eberhard steuer
Anda aí muita gente a vociferar contra a chuva, a dizer que a chuva é demasiada, que nunca mais para de chover, etc…
Se bem me recordo, nos meus tempos de jovem/estudante, a chuva aparecia no Outono e prolongava-se até ao final do Inverno. Entremeada com umas abertas (boas), a chuva era uma constante. Muitas roupas molhadas, muita lama, muitas desculpas arranjadas à conta das chuvadas. E não tínhamos alertas amarelos nem vermelhos. Eram outros tempos, é verdade, mas chovia e bem. Tal como agora. Como hoje.
O problema é que a malta já não estava habituada.
Venha de lá a chuva, que as albufeiras e os corpos agradecem.
Fiquem com esta poema de José Gomes Ferreira:
“Chove…
Mas isso que importa!,
se estou aqui abrigado nesta porta
a ouvir a chuva que cai do céu
uma melodia de silêncio
que ninguém mais ouve
senão eu?
Chove…
Mas é do destino
de quem ama
ouvir um violino
até na lama.”
Revista de 2009 (9)
29 de Dezembro de 2009O ano que agora termina foi dominado por um extenso ciclo eleitoral, em que os portugueses foram por três vezes chamados às urnas.
Deste ciclo destaco a vitória, em Junho (Europeias), do PSD, que não teve a capacidade de alcançar nas legislativas (Setembro) e manter nas autárquicas (Outubro).
A nível local, realço a vitória do PS em Beja e Aljustrel, municípios considerados bastiões comunistas e que, por razões distintas, passaram para as mãos dos socialistas. Em Beja, à derrota de Francisco Santos (PCP) junta-se o desaparecimento autárquico do PSD local, liderado por João Paulo Ramôa, que não elege verador na Câmara Municipal e vê a bancada social-democrata na Assembleia Municipal perder dois eleitos. Ainda no PSD, a derrota de José Raúl dos Santos, em Ourique, sendo esperada, foi considerada humilhante, para quem vinha de deputado à Assembleia da República e havia conquistado a liderança da distrital de Beja do PSD.
Saliente-se, ainda, o facto de o PCP manter a maioria absoluta na Assembleia Municipal de Beja, mercê das inerências dos Presidentes de Junta de Freguesia.
Também em Beja, destaque-se o surgimento de um movimento independente a concorrer às autárquicas. Um movimento que, nascido do nada, em cinzas se transformou, obtendo menos votos (203) que os expressos em branco (214).
Unidade!
28 de Dezembro de 2009Ao ler e ouvir alguns dos (outrora) incondicionais apoiantes de Manuela Ferreira Leite, fico com a certeza de que a líder está a atingir um dos objectivos a que se propôs: a unidade do PSD.
Sim, a pouco e pouco o PSD vai-se unindo … contra Ferreira Leite.
Será Pacheco Pereira o último a perceber isso?
televisões
28 de Dezembro de 2009Domingo #151
27 de Dezembro de 2009Baile Popular
26 de Dezembro de 2009Quem São?
Voz e guitarras: João Gil
Voz: Paulo Ribeiro
Voz e campaniça: Zé Emidio «Adiafa»
Voz e percussões: João Paulo «Adiafa»
Voz: Luís Espinho «Adiafa»
Guitarras: Mário Delgado
Bateria: Alexandre Frazão
Contrabaixo: Miguel Amado
Partipação especial na voz: Ana Sofia Varela
Para abrir o apetite (e também aqui)





