Arquivo da Categoria ‘Geral’

Diário do Alentejo

23 de Junho de 2017

Entre dezembro de 2015 e o final do ano de 2016 o distrito de Beja perdeu 1 104 pessoas. Os números resultam de uma estimativa sobre a população residente em Portugal divulgada esta semana pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). (Leia a reportagem completa na edição do Diário do Alentejo desta semana.)

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Correio Alentejo

23 de Junho de 2017

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Começou o ping pong

21 de Junho de 2017

Jaime Marta Soares diz que trovoada seca foi duas horas depois de ter começado o incêndio em Pedrógão Grande. PJ quer ouvi-lo..
Há uma coisa que me pareceu estranha: a rapidez com que a PJ veio a público afirmar que o incêndio não tinha mão humana.

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EATT2017

21 de Junho de 2017

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Não desviem as atenções

20 de Junho de 2017

Anda por aí muita gente crispada com a Judite de Sousa e com o jornalixo da TVI.
Foquem-se no essencial, porra!

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Sem propriedade não há limpeza

20 de Junho de 2017

Escreve um leitor: “O Sr. Paulo Nascimento focou um aspecto muito importante. Diria que estão ai enumerados 50% dos problemas.

Outra grande parte do problema é o parcelário. Continua sem ser feito, sem previsões para estar concluído e com multas constantes da CE.
A grosso modo, de Castelo Branco para cima, ninguém sabe quanto é, de quem é, desde quando é a propriedade dos terrenos.
E sem propriedade não há limpeza, não há obrigatoriedade de nada, não há responsabilidade de ninguém. A floresta fica 9 meses em auto-gestão, sem zelo algum.
No rescaldo do incêndio começa o levantar mútuo de dedos acusatórios.
Começam as chuvas, o assunto fica novamente na gaveta. Há anos que isto é assim. Um autêntico ciclo vicioso que se propaga há anos.
Porque? o partido que se atrever a mexer nisso vai ficar muitos anos sem se sentar no cadeirão. Vai haver muita expropriação, muito usucapião, muita reivindicação de posse… etc. Um caos jurídico.

Outro aspecto que importa mencionar são as constantes negociatas dos meios aéreos. E não me venham com a FA que isso é para encher parangonas de jornais. Falo sim em cadernos de encargos completamente ignorados sem penalizações, horas extras não negociadas e pagas a peso de ouro, horas não executadas pagas na mesma, contratação de pilotos sem habilitações e sem pronunciarem uma palavra de português.
Centralização estúpida e sem nexo nenhum da protecção civil em tudo e mais alguma coisa… enfim às vezes pergunto-me como é que não arde mesmo mais área.”

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De que bombeiros precisamos?

19 de Junho de 2017

O Paulo Nascimento deixou, em comentário, a seguinte questão:
Num país de risco elevado, e com muitos e violentos incêndios todos os anos, como é que a esmagadora maioria dos bombeiros são voluntários ?

E adianta a alternativa:

“Criar uma força de Bombeiros à imagem das outra forças de segurança, tal como a PSP, GNR e Forças Armadas com presença alargada em todo o território nacional.
Assumir a nível central a responsabilidade dessa força de Bombeiros profissionais e retirar o fardo financeiro e administrativo das câmaras municipais, com um comando militarizado ou semelhante a nível nacional.
Integrar ou extinguir nessa estrutura as unidades de bombeiros existentes noutras estruturas , GIPS da GNR, FEB (força especial de bombeiros).
Alargar o serviço de INEM a todo o país com mais homens e meios próprios tal como a PSP ou GNR e retirar essa responsabilidade aos bombeiros voluntários ( eu sei que isto tem implicações económicas negativas para essas corporações).
Colocar a Proteção Civil no seu devido lugar, como estrutura de apoio e não como unidade de comando dos bombeiros.
Esta estrutura nacional de bombeiros profissionais só atuaria em casos de emergência, deixando as corporações de bombeiros voluntários com os serviços não urgentes, (consultas, transportes de doentes.. etc …) e como apoio aos bombeiros nacionais.
Uma estrutura destas teria um nível de formação e prontidão incomparavelmente superior ao que existe hoje, tal como acontece nos países desenvolvidos.
Esta aberração nacional de dependermos quase em exclusivo de voluntários tem de acabar. Com a crise recente, muitas corporações quase fecharam portas porque perderam muitos dos seus efetivos para a emigração, muitos deles com altos níveis de formação como bombeiros.
Ainda hoje existem muitas corporações em dificuldades por falta de efetivos, como por exemplo Mértola , situada numa zona crítica, e que ao que sei têm apenas dois motoristas com carta de pesados, ou tinha até há bem pouco tempo.
A isto se juntam os cortes nos orçamentos e nas receitas das corporações voluntárias que levaram muitas das quais a uma situação de rutura e que só não fecham porque as câmaras as seguram in extremis.
Sou bombeiro voluntário há 25 anos, tenho as formações em dia, mas como voluntário tenho de conjugar com a minha atividade profissional, no dia em que não conseguir, terei de escolher entre os bombeiros e a minha profissão, e tal como muitos deixarei de ser bombeiro, por muito que me custe.
E como voluntário, sou o primeiro a reconhecer que faz falta uma estrutura profissional em todo o país, e não apenas nas cidades ricas que podem pagar bombeiros sapadores, E como eu muitos voluntários dirão o mesmo.”

foto daqui

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Diário do Alentejo

19 de Junho de 2017

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O discurso vai ser o mesmo

18 de Junho de 2017

Há uma notória incapacidade para acabar com a saga anual dos incêndios. E ninguém é responsabilizado. Um país de incendiários? E os outros? Neste momento só nos resta ser solidários com os Bombeiros e seus familiares. E exigir medidas efectivas para prever a anual calamidade.

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Faleceu o pai da reunificação alemã

16 de Junho de 2017

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UE – fim do roaming

15 de Junho de 2017

O fim do “roaming” na União Europeia, anunciado em 28 de maio de 2006, torna-se realidade hoje, 15 de Junho, depois de 10 anos de negociações e de inúmeros avanços e recuos.
Atenção: é só nos países da UE (leia aqui)

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Beja – Base Aérea recebe exercício multinacional

14 de Junho de 2017

ba11

A Força Aérea Portuguesa irá acolher, de 19 a 30 de junho, na Base Aérea N.º11, em Beja, o exercício European Air Transport Training 2017 (EATT 2017). Este exercício multinacional surge no âmbito do Programa Europeu de Transporte Aéreo da Agência Europeia de Defesa (EDA) e será executado pelo Centro Europeu de Transporte Aéreo Tático (ETAC) e apoiado pelo Comando Europeu de Transporte Aéreo (EATC).

Portugal, como país anfitrião do EATT 2017, irá contar, com 1700 militares de França, Alemanha, Itália, Holanda, Polónia, Roménia e Reino Unido, que ficarão sediados na BA11, em Beja, estando as suas ações planeadas para o interior Centro/Norte de Portugal Continental.

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