Arquivo da Categoria ‘Geral’

Da língua de Camões – «Há anos “atrás”»

13 de Novembro de 2018

«Entrámos para o euro há dez anos atrás», «Deveriam ter sido tomadas medidas adequadas há muito tempo atrás»: este tipo de frases ouve-se cada vez mais, havendo quem considere correcta a utilização da palavra atrás como forma de intensificar a ideia de passado.

Ora, expressões do tipo «há anos atrás», «há meses atrás», «há muito tempo atrás» estão incorrectas. Nem podemos sequer considerar que há uma redundância aceitável.

Nestas frases, o verbo haver significa «existir» e usa-se para indicar a existência de um período que decorreu desde o momento em que se passou a acção referida até ao momento em que a frase é proferida. O verbo haver no presente do indicativo («há») indica o tempo presente, indica o que acontece no presente (e não atrás), o que acontece ou o que existe no momento em que se está a falar: no caso da expressão «há dez anos», tal significa que no momento em que a frase está a ser proferida (hoje) existem dez anos, completaram-se dez anos desde que algo aconteceu. (leia aqui)

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Portugal e a Primeira Guerra

12 de Novembro de 2018

A participação de Portugal na Primeira Guerra resultou de “um projeto político radical” contestado pelo Exército e pela sociedade, defende o historiador António José Telo, criticando a visão histórica “cor-de-rosa” e “falsa” que subsiste sobre este período .

“As ideias que existem são bastante erradas. Os manuais escolares continuam a dizer que Portugal entrou na Guerra a pedido da Inglaterra. Não é bem assim. Na realidade, a Guerra provoca uma profunda divisão na sociedade portuguesa […] e a esmagadora maioria, quer do mundo político, quer da opinião pública, alinha com os chamados anti-guerristas”, disse o historiador, em entrevista à agência Lusa.

O professor catedrático de História na Academia Militar trabalha, desde 2014, numa linha de investigação ligada à evocação dos 100 anos da Primeira Guerra Mundial, do Ministério da Defesa, tendo já publicado dois livros: um sobre o Corpo Expedicionário Português (CEP) em França e outro sobre a guerra no Atlântico português. (ler Portugal tem uma visão “cor-de-rosa” e “falsa” sobre a Primeira Guerra)

NOTA: Hoje, 12 de Novembro, pelas 21H00,na Biblioteca Municipal de Beja, terá lugar uma conferência subordinada ao tema “A Infantaria do Baixo Alentejo na Grande Guerra“.

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Diário do Alentejo

9 de Novembro de 2018

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Correio Alentejo

9 de Novembro de 2018

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Foi em 1989

9 de Novembro de 2018

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Não podemos ignorar

9 de Novembro de 2018

Guerra no Iémen. Há 10 milhões de crianças a precisar de ajuda urgente.

Não podemos não olhar.

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Polígrafo

8 de Novembro de 2018

O POLÍGRAFO é um projeto jornalístico online que tem como principal objetivo apurar a verdade – e não a mentira – no espaço público.

O POLÍGRAFO recusa-se a contribuir para disseminar rumores no espaço público.

Sempre que errar na análise, o POLÍGRAFO assumi-lo-á de forma clara e corrigirá o lapso com o devido destaque.

Para ler aqui

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PSD – para quando eleições?

3 de Novembro de 2018


Nos estatutos do PSD pode ler-se:

Artigo 76º
(Mandatos)
1. Os mandatos dos órgãos eletivos do Partido são de dois anos, contando-se a sua duração a partir da data da eleição.”

Os actuais órgãos distritais e concelhios de Beja foram eleitos em 7/11/2016.
Pergunto: para quando as eleições? Ou volta a repetir-se o que aconteceu há 2 anos?
Há algum jornalista por aí que coloque a questão, já que os militantes são mantidos afastados ?
Continuamos no rumo errado..

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Diário do Alentejo

3 de Novembro de 2018

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Merkel – o fim de uma era?

30 de Outubro de 2018

Ontem poderosa, hoje vulnerável, Angela Merkel marca indelevelmente a história recente da Alemanha e, obviamente, da Europa. Durante dezoito anos liderou a CDU e ontem anunciou que não será recandidata ao lugar. Isso não a impede de continar a ser a chanceler. Até 2021, caso não haja eleições antecipadas.
Porém, a política dá muitas voltas e não acredito que Merkel abandone a actividade política.
O futuro da CDU pode ser determinante para o que vai ser o futuro da Alemanha e, por tabela, da Europa. A ascenção da direita populista e neo-nazi do AfD dá-nos sinais que considero muito alarmantes. Vamos esperar e ver como vai o SPD reagir à saída de Merkel. Uma coisa é certa: quando deixamos um lugar vago, alguém o irá ocupar. Poderá a Alemanha ser o travão aos populismos emeregentes na Europa? Quem irá ocupar o lugar (e o espaço) deixado vago por Merkel? Está a Europa preparada para perder uma estadista como Merkel?
Questões…

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Correio Alentejo

28 de Outubro de 2018

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Diário do Alentejo

26 de Outubro de 2018

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