Arquivo da Categoria ‘Blogosfera’

Beja, a cidade dos buracos

10 de Fevereiro de 2020

No blog “Mais Beja” pode ler-se:

“Beja tornou-se a cidade dos buracos: buracos na estrada, calçada, edifícios e principais atrações. Tudo tem buracos.

No caso das estradas, o problema é mais visível e sentido, porque quem cá vive, utiliza-as todos os dias. E o que tem sido feito por parte da Câmara Municipal de Beja? Apenas remendos (alguns realizados com areia, ao invés de brita e betume) e, por vezes, novo piso em poucos quilómetros nas estradas de acesso às aldeias. Várias estradas no interior da cidade, apresentam um estado de degradação acentuado, não sendo visível a reparação eficaz das mesmas.

A foto que ilustra esta publicação é da Rua Afonso III, sendo atualmente, a pior estrada em termos de conservação e uma das que apresenta mais tráfego. Além disso, em grande parte da via não existe calçada para os peões circularem, sendo obrigados a cirularem nas valas de escoamento da água ou lado-a-lado dos carros.

As acessibilidades viárias na cidade estão num estado lastimável, com um investimento escasso, para um problema tão grave.”

Share

Tendências

4 de Fevereiro de 2020

Aqui no blog tem sido como podem ver.

Share

O regresso de Xico Santos

4 de Novembro de 2019

Depois de ter perdido as eleições para JPV (2009), Francisco Santos desapareceu da circulação política local.
Agora vejo-o como comentador no Alvitrando, (ainda bem que assina com nome e não se esconde em anonimatos).
Espero que este regresso seja uma simples aparição, e que não espelhe alguma, mesmo que ténue, vontade de ocupar lugar no debate político bejense. É que eu, mesmo passados todos estes anos, jamais esquecerei os 4 em que o Dr. Santos foi Presidente da Câmara de Beja. Inesquecível e irrepetível.

Share

O blog

9 de Outubro de 2019

Escrevia um leitor, que assina Alberto, em comentário: “Pelo que observo, o seu blog está moribundo. Agora quer reanima-lo e a seu balão de oxigénio, chama-se Paulo Arsénio.”
Pronto, é só para dizer que nem tudo o que é, parece, ou o contrário, se quiserem.
Siga!

Share

Há 1 ano

1 de Agosto de 2019

Escrevia-se neste blog: “Dia 3 de Agosto, Beja será palco da partida da 2ª etapa da Volta a Portugal em bicicleta.
Partida às 12.15 da Avenida do Brasil.
Trânsito condicionado entre as 09H00 e as 13H00 na Avenida do Brasil, Avenida Vasco da Gama e ruas adjacentes.”

Sim, foi há 1 ano…

Share

Sabiam?

13 de Junho de 2019


Que este blog completou recentemente 16 anos?
Obrigado.

Share

Manutenção do blog

8 de Junho de 2019


Nos próximos dias podem verificar-se alguns problemas no acesso ao blog. Tentaremos ser breves.

Share

Torre dos Sinos quase a cair?

18 de Abril de 2019


foto: MAIS BEJA

Pelo seu interesse, destaco artigo publicado no blog “MAIS BEJA”:

“A Torre dos Sinos, faz parte da Igreja de Santa Maria e situa-se por trás da Capela de Nossa Senhora Rosário, que também tem outra torre, que é a Torre do Relógio. Nesta última, é possível ver a cabeça de um touro, símbolo da cidade de Beja, três relógios, um em cada face da torre e mais acima vários sinos.
Há pouco tempo, enquanto pesquisava informação sobre estas duas torres (quem observa de fora parece ser apenas uma torre, mas na realidade são duas), quando me deparei com fotos dos sinos da Torre dos Sinos, no Beja y Arrabaldes. As imagens que retratam a torre sineira são de 2012, e apresenta-nos um monumento num estado de quase colapso dada a elevada degradação dos sinos, bem como do material que suporta os sinos e a torre.” (leia aqui)

Share

A testosterona comunista

12 de Março de 2019

Escreve Pedro Correia no Delito:

“Jerónimo de Sousa acordou subitamente “feminista”. De tal maneira que se lembrou de criticar o fim do “almoço do Dia da Mulher” promovido pela Câmara de Almada, que foi liderada pelos comunistas durante 40 anos e é desde Outubro de 2017 gerida por Inês Medeiros, do PS. Aproveitando também para «criticar a direita, por alimentar discriminação das mulheres».

Julgo que a preocupação de Jerónimo devia orientar-se noutro sentido. Virando-se para o próprio PCP. Em 98 anos de história, nunca o partido da foice e do martelo teve uma mulher a liderá-lo. Nem sequer nas quatro décadas e meia que já levamos de regime democrático. Ao contrário do que sucedeu no PSD, com Manuela Ferreira Leite, ou no CDS, com Assunção Cristas.

Mais: no PCP nunca houve sequer uma mulher na liderança da bancada parlamentar. Pior ainda: agora que já se perspectiva a saída do secretário-geral, há dezena e meia de anos em funções, quem se aponta como possíveis sucessores, segundo o bem informado Expresso? Isso mesmo: quatro homens, nem rasto de mulher.

É com isto que Jerónimo, agora aparentemente convertido ao feminismo, devia andar preocupado.”

Share

Movimentado

14 de Janeiro de 2019

Normalmente, este assédio, só se dá nas vésperas de autárquicas.
Aproveito para informar que, durante este ano, vou levar a cabo algumas actividades para “festejar” os 16 anos de blog.

Share

Em transição para as Lavadeiras de Caneças

16 de Novembro de 2018


foto (daqui)

Escreve, e muito bem, Pinho Cardão: “O Ministro da Transição Energética, bonito nome, propôs a baixa de potência como medida de diminuir os custos com a electricidade.
Não sei se a medida trará qualquer poupança familiar.
O investimento em lanternas para não se andar aos trambolhões ou o custo advindo do aumento das avarias das máquinas de lavar por efeito da interrupção da laboração de cada vez que o disjuntor disparar não auguram qualquer proveito.
A não ser que, para melhorar o Ambiente que também tutela,o Senhor Ministro veja aí a forma de se voltar a lavar tudo à mão, fazendo assim ressurgir as Lavadeiras de Caneças. Mas como também a estas será necessário pagar…” (aqui)

Share

O fim de um blog

18 de Setembro de 2018

Voltaremos: queremos o futuro e queremos que se foda o futuro.
Acaba aqui o Escrever é Triste. Acaba sem choro, ranho ou ranger de dentes. Servimos, Tristes, a eunuca tristeza que Carlos Drummond de Andrade tão bem viu na conjugação do verbo escrever. Escrevemos, fotografámos, pintámos. Fomos aleatórios, contingentes, fortuitos. Sem rei, nem roque, sem mais objectivos do que encontrar nisso um estreitíssimo corredor lúdico. Sete anos servimos, sete anos fomos servidos. Abrimos a porta, há sete anos, só porque era bom abrir. Fechamos agora a porta, sete anos depois, só porque é muito bom fechar.

Share