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20 de Agosto de 2008A cidade parecia um deserto.
Só encontrei duas razões:
1ª - estavam todos a ver o jogo da selecção
2ª - anda toda a gente extenuada com os eventos da Anibeja.
Sejam quais forem as razões, a cidade está um deserto.
A cidade parecia um deserto.
Só encontrei duas razões:
1ª - estavam todos a ver o jogo da selecção
2ª - anda toda a gente extenuada com os eventos da Anibeja.
Sejam quais forem as razões, a cidade está um deserto.
Que me vão interessar nos próximos dias:
- A contratação, por parte da autarquia bejense, de profissionais que garantam, no 1º ciclo do ensino básico, as previstas actividades de enriquecimento curricular ( língua inglesa e outras línguas estrangeiras, no âmbito artístico e desportivo, etc.). Estamos a 1 mês do início do ano escolar. Espera-se que a abertura decorra com normalidade;
- Ponto de situação da venda de apartamentos na Colina do Carmo e cumprimento do contratualizado.
Tornarei públicas as informações que obtiver.
O vereador Caixinha - um dos timoneiros da cultura comunista bejense - reagiu da seguinte forma às críticas que o PS/Beja manifestou relativamente ao atraso das obras de beneficiação no Castelo de Beja e que levaram ao primeiro adiamento da data de reabertura do referido monumento: “a autarquia não comenta manobras de diversão política por parte do PS” (aqui).
Se bem me parece, manobra de diversão política é o facto de a autarquia não responder politicamente pela sua incompetência e pela inaptidão em lidar com críticas justas.
Manobra de diversão política é, também, a permanente forma que a autarquia encontra para se desculpar nos atrasos das obras que, como se sabe, provocam as inavariáveis derrapagens orçamentais. Seria interessante que a autarquia revelasse quantas obras sofreram já adiamentos e quanto é que eles custaram ao erário público. Isso é que seria uma grande diversão.

Em 16 de Julho, como deputado municipal, questionei o executivo da Câmara Municipal de Beja:
A resposta chegou agora, mas através de uma rádio local.
É esta a forma como o PCP trata os eleitos municipais que não são da sua cor. E depois ainda vêm com o discurso de que os outros é que são arrogantes.
Segundo o jornal Público:
“Os italianos comprometem-se (…) a investir na instalação de uma nova empresa em Beja, a AWPortugal, para subcontratar fornecedores nacionais para encomendas relativas a outros seus helicópteros que não os portugueses e a fazer encomendas anuais de 35 milhões de euros à Ogma, durante cinco anos, que já fabrica a cauda do EH-101 e poderá continuar a fazê-lo.” (aqui)
A confirmar-se, é uma boa notícia. As pressões para a opção Alverca não terão tido sucesso. A escolha da EMBRAER pela cidade de Évora pode ter servido de alavanca para esta opção bejense por parte da Agusta Westland (AW).
Vamos aguardar por mais informações.
Tentando minimizar os efeitos da política de exclusão levada a cabo pelo executivo camarário bejense, a companhia de teatro Arte Pública prepara-se para estrear, em Beja, um espaço que servirá de “sala de ensaios, sala-estúdio ou lugar para acções de formação ou workshops”.
É de louvar esta iniciativa, principalmente porque estamos numa cidade onde a maior parte dos agentes culturais sobrevive à custa da subserviência e da bajulação e onde o cartão-militante ajuda a abrir as portas ortodoxas da cultura autárquica. Porém, sabe-se, Gisela Cañamero não terá vida fácil. Mas a persistência costuma dar frutos.
(notícia aqui)


foto: joão espinho
Ao ver os locais onde vão decorrer as iniciativas integradas na Anibeja 2008 (”para dar alguma coisa às pessoas”*), verifico que a Praça da República foi, de forma inacreditável, ignorada.
Um porta voz da autarquia* disse que a edição deste ano da Anibeja decorre em duas grandes praças da cidade: o Parque da Cidade e o Jardim do Bacalhau.
Primeiro estragaram a Praça, agora enterraram-na!
De facto, esta gente nunca teve uma boa ideia. “Vão dar uma volta”, disse ele*.
(não me pronuncio sobre a pobreza da programação; teria que fazer comparações e, então, a desgraça seria ainda maior)
*José Murteira, da CMB.
DÓ - Essa tal de Associação de Utentes de Saúde do Distrito de Beja, para além de ser uma coisa inventada pelo PCP, representa que utentes? É que utentes de saúde seremos todos nós, certo? Mas nem todos se sentem representados nessa Associação. Eu diria mais: poucos serão os que têm alguma coisa a ver com essa Associação. Vai daí, o seu porta-voz, de nome Paulo Conde (será o quadro do PCP de Ferreira e que tem ultimamente assento na CM Beja?), decide ir mendigar aos presidentes de Câmara umas assinaturas peticionárias. “Se assinarem, assinam; se não assinarem não assinam!”, diz o referido. Pois! É, seguramente, utente de saúde.
RÉ - A Expo 2008 Saragoça é dedicada ao tema “Água e Desenvolvimento Sustentável”. Beja vai estar ali representada. Com vinho e arte sacra. O calvário é grande e a cruz pesada. Não se pode exigir mais. Prevê-se forte afluência às iniciativas da autarquia bejense. Mesmo que nada venha referido nos media, está garantida reportagem no próximo Boletim Municipal. Para consumo interno, pois claro!
SOL - Rui Sousa Santos refere “desatenção” da concelhia de Beja do PS relativamente aos ataques do PCP em matéria de saúde. Eu gosto deste termo: desatenção. Parecendo nada dizer, diz muito. Ou quase tudo.
“REQUALIFICAÇÃO DO MERCADO MUNICIPAL: transformação do Mercado Municipal num espaço comercial de produtos de qualidade da nossa região, que possa competir em termos de instalações, acessibilidades, qualidade dos produtos e técnicas de comercialização, com o que de melhor existe no país”.
in Programa Eleitoral da CDU - Bej@.com futuro- Autárquicas 2005
Chegou agora a Beja.
As declarações do vereador Ramalho sobre o estado do Mercado Municipal só podem ser entendidas por estarmos em plena silly season.
São incapazes de reconhecer a inaptidão genética de que sofrem para resolver os problemas que criam. São brilhantes em sacudir a água do capote. Magníficos em imputar as culpas aos outros.
Façam deste homem o cabeça de lista.
Façam-no Presidente.
(ler aqui)
O PCP está a apoiar a formação de uma Associação dos Utentes do Mercado Municipal de Beja. Para reivindicar, junto da autarquia bejense, o cumprimento do programa eleitoral da CDU para aquele equipamento municipal.
É mentira, não é?
(ler aqui)