Arquivo da Categoria ‘A minha cidade’

Arsénio com vitória amarga

27 de Setembro de 2021

Paulo Arsénio continua, até 2025, à frente dos destinos do concelho mas sem maioria. Os socialistas voltaram a ganhar a Câmara, mas perderam, por dois votos, a maior União de Freguesias de Beja, a de Santiago Maior e São João Baptista. Nuno Palma Ferro elegeu-se vereador, recuperando este lugar para o PSD, que concorreu coligado com mais quatro forças políticas, perdido há 12 anos. 
(notícia RVP)

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Dia 26 voto

24 de Setembro de 2021

Expresso aqui, publicamente, o meu apoio à candidatura de Nuno Palma Ferro à Câmara Municipal de Beja.
Não percam tempo a fazer extrapolações a este meu apoio.
E faço um apelo: dia 26 exerçam o vosso direito de voto. Faça chuva ou faça sol, todos os votos contam.

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Chuva encerra escola Mário Beirão

23 de Setembro de 2021


foto: Radio Pax

As chuvas causaram, nesta quinta-feira, inundações em várias salas e obrigaram à suspensão das aulas na Escola Básica de Mário Beirão, em Beja, que está sem coberturas em algumas zonas por estar a ser removido amianto do edifício.

Devido às inundações causadas em várias salas pela “chuvada” que se abateu nesta madrugada sobre a cidade de Beja, “não estão reunidas as condições para o funcionamento da escola”, disse à agência Lusa o vereador da Câmara de Beja Arlindo Morais.

Também não estão reunidas as condições para a escola poder funcionar sem coberturas devido à tempestade e por estarem a decorrer operações de retirada de água, limpeza e reparação dos estragos causados, acrescentou.

Por isso, explicou, o município e a direção do Agrupamento de Escolas n.º 2 de Beja, do qual faz parte o estabelecimento de ensino, decidiram suspender esta quinta e na sexta-feira as atividades letivas de todos os níveis de ensino na Escola Mário Beirão de Beja, ou seja, desde o pré-escolar ao 3.º ciclo.

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As virgens socialistas

22 de Setembro de 2021

Parece que os apoiantes do governo, e demais acéfalos acoplados, se sentiram muito ofendidos com o cartaz com que o Beja Consegue brindou a recepção de António Costa à capital do nosso distrito.
Esteve bem a candidatura de Nuno Ferro. É a reacção normal de quem sente a sua cidade e sabe que a mesma tem sido ignorada pelas governanças socialistas.
Apesar de uns apregoarem “sentir Beja”, o que é uma verdadeira falácia, outros sentem-na verdadeiramente e não ficam calados.
Aproxima-se o fim de um mandato que nunca sentiu Beja, apesar do “CENTRO DO SUL”. Haja mudança!
(foto: daqui)

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Costa em Beja

21 de Setembro de 2021

Não sei se é o SG do PS se é o Primeiro-Ministro que vai estar esta noite em Beja, para um comício de propaganda
Costa vai dizer, seguramente, que se o PS ganhar, os cabazes de Natal da Câmara vão ser adquiridos no mercado local, como forma de impulsionar o comércio tradicional, invertendo a atitude do actual executivo, que contratou uma empresa de Castro Verde para o efeito.
Não vai falar de estradas nem de comboios, mas vai prometer milhões para a aquisição de lâmpadas Led e de pedras, estas para concluir os percursos acessíveis no CH de Beja. Estão previstos orgasmos intelectuais por parte das arsenetes do costume.
No final, Paulo Arsénio vai oferecer-lhe um porquinho do Luís da Rocha.

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Câmara de Beja – interrogações

20 de Setembro de 2021

Entrámos na última semana de campanha para as autárquicas.
Apesar de considerar que foi uma campanha pobre em ideias, a mesma revelou, porém, que ainda há quem queira mudar o rumo bipolar do nosso concelho. Já percebemos que esta alternância PS/PCP é sempre mais do mesmo. Se uns estavam sempre em festa, outros acabaram com os festejos e rumaram para 5 Reis.
Este ano colocam-se várias questões:
1 – Conseguirá o PS manter uma votação que lhe permita vencer com maioria absoluta? Não me parece.
2 – Onde é que o PCP vai buscar eleitores que lhe permitam chegar à presidência da Câmara? Não vai, pois não os há.
3 – A coligação liderada pelo PSD conseguirá somar os votos dos eleitores do CDS+IL+ todos aqueles que fugiram para Arsénio em 2017? Julgo e espero que sim.
4 – Uma última questão: que “Chega” vai votar nestas eleições? O das últimas legislativas? Ou o das últimas presidenciais? Esta a grande incógnita.

Não se esqueça, dia 26 de setembro não deixe as suas decisões nas mãos dos outros.

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Começa hoje (oficialmente) a campanha eleitoral

14 de Setembro de 2021


Esta terça-feira começa a campanha eleitoral para as eleições autárquicas do próximo dia 26. Uma campanha que decorrerá até ao próximo dia 24.

Aproveitando a dinâmica da propaganda, Paulo Arsénio anunciou que amanhã, dia 15 de Setembro, “os promotores do Hospital Privado do Alentejo fazem a apresentação do projecto em Beja para entidades convidadas juntamente com a Siemens, parceiro do projecto no que concerne ao equipamento da unidade.
Também foi anunciado ontem que a Câmara de Beja contratou 24 assistentes operacionais para as escolas.
Entretanto, não se sabe se a Divisão de Educação, Desporto e Juventude já tem chefe (está no segredo do Deus Arsénio). Esta foi mais uma das obras que PA não conseguiu concluir.

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Cuidado!

10 de Setembro de 2021

Amanhã, Sábado, dia 11 de Setembro, António Costa vai estar no Largo da Conceição, em frente ao Museu Regional, para visitar os percursos acessíveis criados por Paulo Arsénio.
Alerto para o perigo em que se encontram os referidos percursos. É que, ao mínimo descuido, pode ocorrer um incidente. E lá vai Beja continuar na lista negra do governo socialista.

NOTA: PS cancelou acções de campanha.

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Disparates

28 de Agosto de 2021

Que o cidadão comum desconheça o nome da coisa, aceita-se, mas que seja o presidente da Câmara de Beja a dizer “o Terminal Civil do Aeroporto de Beja”, demonstra ignorância ou, como lhe hei de chamar, desorientação.
Vá, sr. Presidente, emende lá o disparate. A malta perdoa.

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Mais do que mil palavras

23 de Agosto de 2021

Esta imagem reflete bem o estado do “centro do sul”. Uma cidade que colapsou, empurrada por um executivo camarário que nada fez para a erguer.
Apesar dos milhares de parágrafos em que se anuncia isto e mais aquilo. Sentir Beja é isto. Olhar com tristeza este amontoado de lixo e de ideias vazias.
Pode ser que no dia 26 de Setembro se recordem desta imagem e aí vamos colocar como legenda “a queda de um mito”.
Já falta pouco.

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Da arrogância

18 de Agosto de 2021

Paulo Arsénio está a precisar de uma bazuca de humildade. Discursando para os militantes socialistas, é a estes que ele tem de convencer a votar na sua recandidatura, decidiu “apontar baterias”
contra o PSD e o candidato Nuno Palma Ferro.
Esta atitude leva-me a crer que Paulo Arsénio não percebeu de onde lhe vieram os 7.728 votos que obteve em 2017. Não foi, seguramente, do eleitorado que vota sempre PS. Não deve ter percebido que os votos lhe vieram de diversas áreas, o tal voto útil, que funcionou para acabar com o mandato de João Rocha. Calculo que também alguns habituais eleitores do PCP tenham votado “útil”.
Após 4 anos de mandato, onde se assistiu a muito anúncio a obra por concluir, Paulo Arsénio, que vive numa bolha de felicidade, criada por indefectíveis (vulgo “arsenettes”), caminha, com boa passada, para perder a maioria absoluta. Se os ventos se virarem, arrisca-se a, inclusivamente, perder as eleições para o PCP.
Com tamanha falta de humildade, coloco a questão: merece Paulo Arsénio renovar o mandato como Presidente?

Declaração: também eu, em 2017, votei Paulo Arsénio, naquilo a que passei a chamar um voto inútil. Pode o PS, desta vez, estar descansado, pois não vai contar com o meu voto.

Leia: Paulo Arsénio diz que o PSD tem saudades de ver a CDU a dirigir a Câmara de Beja

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O festival dos 600 mil euros só para dois

13 de Agosto de 2021

Na edição de ontem da revista “Sábado“, escreve Paulo Barriga:

“O bolo é do programa Alentejo 2020 e metade foi sem concurso para duas empresas. Que até surgem como contratantes e contratadas ao mesmo tempo.

Ainda não “estalou” a bazuca e já os foguetes vão no ar. Em plena época pré-eleitoral, os municípios que compõem a Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (Cimbal) repartiram entre si 600 mil euros a fundo perdido, provenientes do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, para supostamente “ajudar” os agentes da cultura e os artistas locais que foram atingidos nos seus rendimentos pela crise sanitária. No entanto, apenas cerca de um terço dessa verba comunitária chegou ao seu legítimo destino. O grosso do bolo perdeu-se pelo caminho em artifícios contratuais e contabilísticos.

Só nos últimos dois meses, metade dessa importância, 300 mil euros, foi entregue, através de 15 ajustes diretos, a apenas duas instituições: a Associação Juvenil Lendias d’Encantar (LE) e a Companhia Alentejana de Dança Contemporânea (CADAC). Entidades a quem os municípios de Cuba, Castro Verde, Serpa, Aljustrel, Alvito, Almodôvar, Mértola, Barrancos, Moura e Vidigueira delegaram contratualmente por ajuste direto a realização do Festival BA – Programa Cultural em Rede no Baixo Alentejo, uma “operação” financiada a 100% pelo FEDER, através do Programa Operacional Regional “Alentejo 2020”.

Uma situação, no mínimo, estranha. Tanto mais que a CADAC é uma companhia sem estrutura nem elenco permanentes. E cujo objeto principal, a dança contemporânea, está longe de garantir a finalidade dos cinco contratos, no valor de 65 mil euros, que nos últimos meses estabeleceu com as câmaras de Cuba, Serpa, Alvito, Castro Verde e Aljustrel: prestar serviços de apoio logístico para a realização do Festival BA. Em claro conflito com o Código dos Contratos Públicos, no que respeita aos “requisitos mínimos de capacidade técnica” (artigo 165º). E em colisão com o nº 3 do Termo de Aceitação desta candidatura a fundos comunitários no que concerne à prevenção de “situações suscetíveis de configurar conflito de interesses”.

É que a CADAC para além de adjudicatária é também beneficiária destes contratos. Criada em 2018, a companhia produziu apenas duas coreografias. A última das quais, designada Óbice, foi montada a propósito do Festival BA, tendo a CADAC pago à própria CADAC perto de 10 mil euros para esta produção circular pelos concelhos do Baixo Alentejo até outubro próximo.

O mesmo acontece, aliás, com a LE, associação juvenil sem fins lucrativos que comporta a Companhia de Teatro Lendias d’Encantar. Desde junho até à pre- sente data, esta entidade firmou 10 contratos por ajuste direto com outros tantos municípios da região, no valor global de 235 mil euros, com a finalidade de “agenciar” os espetáculos artísticos do Festival BA, sendo, também ela, contratada e contratante – ao mesmo tempo.

Sem escrutínio
António Marques Revez, que é simultaneamente fundador e mentor da LE e da CADAC, recusou comentar a situação e não se mostrou disponível para revelar o destino que foi dado aos 300 mil euros. Mas a SÁBADO sabe, pelos próprios artistas envolvidos, que o cachê médio ronda os 1.400 euros por espetáculo, estando previstas 120 atuações, num valor global que ronda os 170 mil euros.

Para onde foram os restantes 130 mil, nem os autarcas desconfiam. O presidente da Câmara Municipal de Barrancos afirma mesmo que “nem tal lhe compete”. O mesmo acontece com o autarca de Moura, que diz ter contratualizado um “conjunto de espetáculos” e nenhum “de forma isolada”, desconhecendo os valores praticados.

De salientar que os 600 mil euros destinados a ajudar os artistas do Baixo Alentejo foram dispersos por 14 parcelas autónomas. A Cimbal, enquanto proponente da candidatura, embolsou 20,05% do montante total (€120.300), enquanto os 13 municípios que a integram receberam cada um €36.900. As câmaras de Beja, Ourique e Ferreira do Alentejo foram as únicas que não alinharam com a “solução” LE/CADAC, tendo elaborado os seus próprios programas culturais e contratado diretamente os artistas. Assim mesmo, todas elas disponibilizaram apenas 30 mil euros, retirando do objeto da candidatura, em benefício próprio, mais de 89 mil euros.
Já a Cimbal realizou até ao momento três contratos que podem eventualmente violar os princípios da transparência, da concorrência e da boa gestão dos dinheiros públicos. Um ajuste direto simplificado com a CADAC, no valor de 1.465 euros para aluguer de palco, luz e som para a cerimónia de apresentação do Festival BA, serviços próprios de que aquela companhia não dispõe.

Outro através de um procedimento de consulta prévia com a empresa Suporte Numérico, no valor de 54.823 euros, com vista à contratação de serviços de divulgação e comunicação do Festival BA. As restantes empresas convidadas a apresentar propostas, uma não respondeu e outra não só tem como atividade única o comércio a retalho de computadores e a instalação de programas informáticos em estabelecimentos comerciais, como apresentou uma proposta orçamental integralmente copiada da vencedora, exceto no preço, “tendo o critério de adjudicação sido o da proposta economicamente mais vantajosa”, de acordo com a Cimbal.

E, por fim, um procedimento de ajuste direto no valor de 14.400 euros supostamente estabelecido para a aquisição de “serviços de apoio técnico” ao Festival BA, mas que afinal se destinava a pagar remunerações em atraso que a Cimbal tinha para com uma colaboradora que rescindiu unilateralmente o contrato após ter sido contactada pela SÁBADO.”

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