Arquivo da Categoria ‘A minha cidade’

HMB – Passatempo

16 de Fevereiro de 2019

1 – A que se refere a sigla HMB?
2 – Em que ano iniciaram a sua carreira?
3 – Diga o nome de um dos êxitos dos HMB.

Respostas para joaoespinho@gmail.com com indicação do nome do/a concorrente (1).
O/A vencedor/a será contactado/a por mail com as indicações para obtenção do prémio*. Não serão aceites respostas deixadas nas caixas de comentários nem no facebook. Não serão publicados os nomes dos vencedores. O bilhete de oferta será entregue na bilheteira a partir das 20H00 de hoje.

(1) Os dados recolhidos não serão usados para qualquer outro efeito.
* bilhete grátis

Passatempo ENCERRADO. Obrigado aos participantes, parabéns aos vencedores.

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“Koalas” chegam à Base Aérea de Beja

15 de Fevereiro de 2019


foto: Juan Carlos Pando

A Base Aérea N.º 11, em Beja, vai acolher a cerimónia de receção do novo helicóptero da Força Aérea, o AW119MK II – “Koala”, no dia 18 de fevereiro.
A cerimónia, que terá início pelas 15h30 no hangar da Esquadra 552 – “Zangões”, será presidida pelo Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho.

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O futuro do Museu Regional de Beja

14 de Fevereiro de 2019


Organizado pela Associação de Defesa do Património de Beja.

NOTA: o debate realiza-se dia 20 e não como inicialmente divulgado.

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Amor é…

14 de Fevereiro de 2019

Quando tens encontros secretos com o amante e não o confrontas com as traições e promessas não cumpridas.

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Beja – uma traição

12 de Fevereiro de 2019

Foi uma conjugação de astros: o governo é do PS, a Câmara Municipal de Beja é do PS, a CIMBAL é do PS. E com este alinhamento de astros, os socialistas traem Beja e os seus cidadãos. Leiam e comentem o que escreve a Associação de Defesa do Património de Beja:


Museu Regional de Beja!!!

O Conselho de Ministros aprovou em Decreto-Lei na passada semana a passagem da tutela do Museu Regional de Beja para a Delegação Regional da Cultura do Alentejo, com sede em Évora. Hoje, dia 11 de Fevereiro de 2019, estiveram no Museu a senhora Delegada da Cultura do Alentejo e os representantes da CIMBAL para agilizar o processo de transferência.
Deste modo a CIMBAL transfere não só o edifício como todo o acervo do museu para aquela delegação. Quando se pensava que a transferência desta instituição cultural passaria, um dia, para a Câmara Municipal de Beja, acabou por ir parar a outras mãos.
A adpBEJA – Associação para Defesa do Património Cultural da Região de Beja tem muitas questões a colocar ao destino deste filho mau amado que foi sempre o Museu. Parece que se andou a passar a bola de umas mãos para outros, como se queimasse.

O que pensam os bejenses disto?”
Se isto não é uma traição, digam-me o que é.

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Paulo Arsénio e o Diário do Alentejo

9 de Fevereiro de 2019

Durante a “novela” em que se transfomou o “saneamento” de Paulo Barriga da direcção do Diário do Alentejo, houve um profundo silêncio por parte dos diversos actores afectos ao Partido Socialista e com responsabilidades directas em todo este processo. O silêncio que mais me incomodou, e que se transformou num sublime acto de cobardia, veio da parte de Paulo Arsénio, presidente da Câmara de Beja. Um silêncio que, para alguns, resulta do seu feitio apaziguador, tolerante, isto é , a característica do tal “bom moço” que um dia decidiu candidatar-se (e ganhar) à presidência da CMB.
Se é verdade que qualquer político deve manter-se em silêncio sempre que o discurso o possa beliscar ou prejudicar, no caso de PA a coisa tinha ares de uma certa estranheza. Campeão de “posts” no Facebook, onde se auto-elogia pela obra que está a ser feita, que vai ser feita, ou que ele quer venha a ser feita, no caso do Diário do Alentejo, o silêncio do presidente da Câmara de Beja não foi nada inocente. Incapaz de reconhecer publicamente o trabalho feito por Paulo Barriga, Paulo Arsénio deu a entender que queria passar pelas gotas de água sem se molhar. Foi por pouco tempo. Com tanta coisa a acontecer na cidade e no concelho, Arsénio decide, ontem, num dos seus escritos na rede social, promover um trabalho (video) do actual Director do DA ( o tal que ganhou o concurso por ser barato e saber fazer videos). Paulo Arsénio pode escrever o que entender, a página no FB é sua, mas não se pode esquecer que é presidente de uma Câmara e que está sujeito ao escrutínio dos munícipes. E que as eleições se ganham nas urnas, precisamente no mesmo local onde elas se perdem.
Mais uma vez, está mal!

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Beja – 1985

1 de Fevereiro de 2019

Foi na madrugada de 31 de Janeiro para 1 de Fevereiro de 1985. Atentado bombista das FP25 no Bairro Alemão.
Alguém se recorda?

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Confrarias

31 de Janeiro de 2019

Bebem-se uns copos, provam-se uns petiscos e, no final, mandam-se uns vivas à república ( ou talvez à monarquia). Pelo meio, arrotam-se umas ideias sobre os projectos do Portugal 2020. E assim nasce uma Confraria. (leia aqui). Viva!

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Bruno Ferreira despede-se do Diário do Alentejo

28 de Janeiro de 2019

Com uma crónica que vale a pena ler, pela sua acutilância, pelas verdades que não oculta, pela realidade que “destapa”.

Começo pelo fim. Diz Bruno Ferreira:
“E assim terminam 10 anos de colaboração com este que, pelas mãos do Paulo Barriga e da sua equipa, se tornou num órgão de referência no Alentejo, com especial enfoque no Baixo Alentejo, e em toda a sua diáspora. Sim, porque eu não confundirei, nunca, o Baixo Alentejo com o que quer que mais seja. Terei vincada em mim, enquanto respirar, essa identidade. Ensiná-la-ei aos meus filhos, partilhá-la-ei com os meus amigos. Sou Baixo Alentejano. Por mais Costas, Passos, Cavacos ou Sócrates que apareçam a tentar branquear a história, a identidade, a cultura desta região e das suas gentes.
Vou ter saudades deste namoro com o DA. Vou ter saudades de ler os sumarentos editoriais do Paulo. Vou ter saudades de conhecer as notícias, o contraditório, a procura das verdades, o jornalismo na sua verdadeira essência, ao virar de cada página. Nunca me foi dito, mas sempre me pareceu que este jornal partilhava das minhas (e eu das dele) convicções sobre o que foi, é e deve ser o Baixo Alentejo. Da mesma forma que denunciava a desfragmentação consistente de uma cidade milenar e, consequentemente, de toda a sua região. Talvez por isso, pela assunção dessa liberdade de pensamento, tudo ficará por aqui. Até um dia. Obrigado Paulo, pela confiança na minha pena. Continuarei a acompanhar-te por onde andares a pensar, a investigar, a escrever. Obrigado também aos leitores por estes dez anos. Até já.”

E na sua crónica, um diálogo:

“- Pai, onde é que tu nasceste?
– O Pai nasceu em Beja, filho.
– Em Beja nascem bebés, Pai?
– Quando o Pai nasceu, sim, filho, nasciam bebés em Beja.
– Foi em casa da avó?
– Não, foi no Hospital, amor.
– E havia Hospital em Beja?
– Pois havia. E chegou a ser um belo Hospital. Iam pessoas de todas as terras do Baixo Alentejo para serem tratadas, para irem ao senhor doutor, para terem filhos…
– O que é o Baixo Alentejo, Pai?
– Filho… o Baixo Alentejo foi a região em que o papá nasceu.
– Mas tu não és só Alentejano?
Mais do que Alentejano o Pai é Baixo Alentejano. Era o nome que se dava antigamente à região de Beja. E o pai vai ser sempre Baixo Alentejano. Mesmo que agora tu já não aprendas isso na escola, amor.
– E porque é que já não existe esse Baixo Alentejo, nem o Hospital de Beja, e os bebés já não nascem em Beja, Pai?
– Filho… porque tem havido muitos Governos que…
– O que é que são Governos, Pai?
– O Governo é como se fosse o chefe; o chefe de Portugal.
– A sério? Ele é que manda em tudo em Portugal?
– Em quase tudo, sim, filho. Ele e mais uns quantos ajudantes. E esses senhores não gostam que Beja tenha um Hospital; que nasçam bebés em Beja; que exista o tal Baixo Alentejo, e tudo o que fica perto de Beja eles mandam fechar. Olha a estrada: quando vamos visitar a avó, a Beja, como é que é a estrada?
– Ena! Aquela estrada aos altos e baixos, que parece as ondas do mar, Pai? Até fico enjoado! É naquela estrada em que eu e o mano acordamos sempre com o carro todo a abanar, pois é, Pai?
– É essa sim, filho. Chama-se IP8, mas é um velho caminho, o Pai já lá passava quando tinha a tua idade e já essa estrada era velha, cheio de buracos, sem bermas… – É muito perigosa, pois é, Pai?
– É sim, filho. Por isso é que temos de ir devagarinho e chegamos sempre tão tarde a casa da avó.
– E se tu escrevesses uma carta ao chefe de Portugal? Para ele tratar bem de Beja? Eu gosto muito de ir a Beja, Pai.
– Ainda bem, amor. O Pai também gosta muito de estar em Beja, e é muito bom que tu, sendo lisboeta, também gostes de Beja. O Pai já escreveu essa carta ao chefe de Portugal, amor. A explicar que Beja, e as pessoas todas que lá vivem, e que vivem em todas as terras nessa região, que já são velhinhas…
– Como a avó, pois é? A avó precisa dum hospital porque já está velhinha…
– Sim, a avó e todas as pessoas. Foi o que o Pai disse ao chefe: Beja precisa de um hospital, de uma estrada, de um comboio, do aeroporto a funcionar…
– E o que é que o chefe disse, Pai? Vai fazer essas coisas? Se ele é chefe, é só ele dizer para fazerem essas coisas que são mesmo importantes para a avó e para todas as pessoas que vivem em Beja e no Alentejo de Baixo, pois é?
– Baixo Alentejo, amor. Era assim que se chamava. E que para o Pai irá chamar-se sempre.
Sim, mas o chefe disse o quê à tua carta?
– Nada, filho… o chefe não disse nada, amor…Olha, traz ali o jornal ao Pai, trazes?
– Sim, Pai. Este? O Diário do Alentejo?
– Esse mesmo, meu amor. Andá cá sentar-te ao colo do Pai e vamos ler o jornal.

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Saneamento, mentiras e vídeo

25 de Janeiro de 2019

Editorial de Paulo Barriga

    Ao Pedro Ferro, meu bom mestre e eterno amigo.

“Saneamento, mentiras e vídeo

É em si, estimável leitor, e apenas em si que penso nesta hora de abalar. Porque foi a pensar em si, e apenas em si que nos lançámos há oito anos na tarefa de “refundar” o “Diário do Alentejo”. Aqueles a quem restar um pedaço de lembrança reconhecerão que não se comete grande exagero quando se fala em “refundação” para referir o que aconteceu nos últimos anos ao último jornal público do País. Até então, e desde o momento em que os municípios do Baixo Alentejo se associaram, no início dos anos 80 do século XX, para adquirir o título, que o “Diário do Alentejo” se transformou num autêntico pasto para a piromania político-partidária regional. À sua vez, e dependendo dos equilíbrios das forças em parada, comunistas e socialistas disputaram-no, usaram-no, instrumentalizaram-no. Com mais ou menos pudor. Com mais ou menos decência. E só um milagre eleitoral, como aquele que ocorreu em 2009, em que PS e CDU obtiveram o mesmo número de autarquias e o PSD se constituiu como fiel da balança através do município de Almodôvar, se pôde interromper a alternância sectária que até então grassou no jornal. É daí que vem a direção agora cessante, posta, pela primeira vez, por intermédio de um concurso público que valorizou o currículo dos proponentes e a natureza do projeto editorial. E a natureza do projeto que hoje finda, isso o saberá melhor do que ninguém o bom e fiel leitor, assentou apenas num pressuposto: no jornalismo, enquanto força motriz fundamental dos sistemas democráticos. Simbólica, é um facto, mas a primeira iniciativa que se tomou nesse sentido foi, após a apresentação do novo diretor aos jornalistas, convidar os presidentes de câmara a abandonar a sala da redação. Nesse dia inaugural ficaram logo muito bem definidas as fronteiras. E ainda melhor o ficaram quando se prescindiu de todos os cronistas políticos que asseguravam uma espécie de equilíbrio podre entre as partes conflitantes. O combate político sanguíneo e o comunicado partidário de gaveta deram, desde então, lugar às pessoas. Às suas realizações, aos seus conseguimentos individuais e coletivos, aos seus méritos, às suas aspirações, às suas necessidades. A cultura tomou o lugar da desgraça. As aldeias, mesmo as mais ínfimas e remotas, tornaram-se para nós o centro do mundo. A história de vida do indivíduo anónimo passou a importar. A identidade de um povo impôs-se às clubites e às partidarites. A valorização das pessoas em si, em vez do enaltecimento do poder que algumas pessoas em particular detêm, foi, pode dizer-se agora, a matriz editorial deste projeto. O seu fundamento. A sua razão de ser. Um jornal, qualquer que seja, porque tenta fixar a história num tempo presente, é necessariamente um álbum de erros. Já um bom jornal, sabendo o erro como companheiro inevitável, tenta escapar-lhe o mais possível, investigando, confrontando, parando para pensar e para questionar. Foi o que fizemos (ou tentámos fazer). Isso, lá fora, valeu-nos prémios e reconhecimento. Cá ao perto, pressões indizíveis e censura. Ao termos estabelecido a nossa própria agenda, absolutamente marginal à agenda oficial, experimentámos algo de libertador para o jornalismo que talvez nunca antes tenha sido experimentado em Portugal. E isso deixa-me tão feliz nesta hora de abalar como o facto de o ter tido e sentido, estimado leitor, sempre por perto.”

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Expliquem-me lá…

18 de Janeiro de 2019


Então eu estou a financiar uma obra? Os munícipes estão a pagar por uma coisa que não existe? Sim, a EMAS cobra aos munícipes para financiar obras… onde é que isto vai parar?

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Antes de o ser já o era

14 de Janeiro de 2019


De acordo com notícia da RPax, Luís Maneta será, a partir de 1 de Fevereiro, o novo director do Diário do Alentejo.
O blog Praça da República sabe, de fonte pouco segura, que um dos primeiros trabalhos de LM no DA, será um documentário em vídeo com as conversas tidas entre o próprio e quem o convidou para substituir Paulo Barriga.
É caso para dizer que o DA vai ser um sucesso junto dos apaniguados do PS. Ou estarei enganado?

PS: aproveito para dar os parabéns ao Luís Maneta e desejar-lhe sucesso e capacidade para não transformar o DA num boletim municipal.

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