Arquivo da Categoria ‘A minha cidade’

Festival B

18 de Junho de 2018

Poderia ser sarcástico e dizer que se assiste a uma enorme excitação entre os bejenses com o aproximar do Festival B.
Vão-me desculpar, e podem dar-me as porradas que entenderem, mas tenho que fazer uma pergunta: o que é que o Festival B traz de novo a Beja? Como as perguntas são como as cerejas, aqui vai mais uma: alguém está à espera que a cidade se encha de forasteiros para vir assistir a um suposto casamento entre o cante alentejano e o fado?
Bem, uma coisa boa vai ter. Os bejenses que estavam a pensar em ir ver Muse ou Bruno Mars no R&R, já rasgaram os bilhetes, pois não querem perder pitada do B.
Pronto, já sei, para o ano é que é. Vamos ter a versão B do saudoso Festival do Amor, fazendo jus ao logotipo do festival.
Era só isto ( por enquanto).
Se quiser, pode consultar o programa aqui.

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Piscinas de Beja – uma promessa

14 de Junho de 2018


Constantemente adiada.
(leia aqui)

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Ó Vítor, então?

11 de Junho de 2018

Diga às pessoas que Beja deve a subida no ranking ao aumento das exportações das empresas privadas. É que, no seu executivo, a única coisa que aumentou em Beja foi o número de pombos.
Vá, não se pique.

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Beja

8 de Junho de 2018

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PCP anda picado

8 de Junho de 2018

Leia aqui

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Beja – água da torneira

5 de Junho de 2018

“O que não provoca a minha morte, faz com que eu fique mais forte”

Leia “Câmara quer todos a beber água da torneira excepto… ela própria” (aqui)

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Um pequeno equívoco

4 de Junho de 2018

Concordo, em parte, com Moita Flores. Mas saberá ele que na Base de Beja existe um Terminal Civil, que utiliza as pistas, os serviços de controle de tráfego aéreo, assim como os serviços de assistência e socorros (vulgo bombeiros) da própria Base? Ou será que ele sabe isso e quis dizer outra coisa?

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Uma nesga de luz numa semana negra

3 de Junho de 2018

Editorial do Diário do Alentejo 1/6/2018

A que passou, fica para a história como uma das mais negras semanas para as aspirações do Baixo Alentejo. Quem diz do Baixo, diz do Alto e diz do Alentejo Litoral. Que de Alentejo apenas levam o nome. Já que a chichinha, o filé-mignon, essa fica sempre no Alentejo do costume. Ora esta semana ficou a saber-se que o novo palácio de justiça de Beja, cujas obras deveriam ter começado em 2017, segundo palavras saídas da boca da própria ministra da tutela, somente vai arrancar lá para 2022, se fizer bom tempo até lá. Comboios que aguentem a viagem de Beja até Lisboa, sem se desconchavarem pelo caminho, é coisa que logo se verá, o que nunca acontecerá antes de 2022, disse o próprio primeiro-ministro, acrescentando um arrepiante “eventualmente” quando se referiu à eletrificação da linha férrea. O ministro da Economia até teve a ousadia de, em plena Câmara Municipal de Beja, comunicar que não havia nada para ninguém até 2020. O ministro da Defesa também por aí andou a ver os helicópteros no ar, mas disse logo que, quando for para poisarem, vão para Sintra. Por fim, ficou a saber-se que 93 por cento dos fundos comunitários reprogramados para a região ficarão em Évora, para variar. Grande parte deste dinheiro é para gastar na construção de um novo hospital que, entre os profissionais do setor, é considerado um verdadeiro “eucalipto” para a restante saúde da região. Foi, de facto, uma semana escura e levada da breca. Uma semana a juntar aos meses e aos anos de desinteresse político pela região por parte do poder central e ao consecutivo e abundante e descarado desinvestimento público nestes territórios. Mas se lá de cima não seria de esperar grande coisa, já cá de baixo… É verdade que os políticos e os empresários locais aproveitaram a Ovibeja para tirar umas quantas selfies com o Presidente da República e para lhe entregar uma carta com as suas angústias sobre o desenvolvimento regional. Mas o documento era de tal forma mansinho que até Marcelo se divertiu com tamanha moleza. Ao contrário, mais de 26 mil cidadãos assinaram uma petição, um pedacinho mais rija, que foi entregue na Assembleia da República sem que a quase totalidade dos eleitos locais tivesse demonstrado grande interesse pelo assunto. O que não deixa de ser elucidativo. O atual status quo exige prudência (ou será obediência?). Está muito em cima da mesa e já se percebeu que, mais uma vez, o Baixo, o Alto e o Alentejo Litoral não têm cartas para ir a jogo. A situação é “aviltante”, disse-o a presidente da Câmara de Portalegre quando tantos outros se calaram. Denunciando a “descriminação evidente” que há na distribuição dos dinheiros públicos destinados ao Alentejo, Adelaide Teixeira trouxe uma nesga de luz a uma semana e a um povo que dela bem precisava. Apenas isso, apenas luz.

Texto Paulo Barriga
Ilustração Susa Monteiro

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Beja – Festival B

31 de Maio de 2018

Consulte o programa aqui.
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PAX IULIA 2018

19 de Maio de 2018


foto: joão espinho


foto: joão espinho

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5º Festival Beja Romana

16 de Maio de 2018

Consulte aqui o programa.

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À atenção dos eleitores do Baixo-Alentejo

15 de Maio de 2018

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