Arquivo da Categoria ‘A minha cidade’

Costa em Beja

19 de Janeiro de 2022


foto: Hugo Guerreiro

Dizem que vai com o Pedro do Carmo tomar café ao Luís da Rocha. Paulo Arsénio estará presente mas não tenciona beber café. Já a presidente da Assembleia Municipal de Beja repartirá com Costa uma empada ou uma queijada de requeijão.
Não se sabe quantos quadros da CIMBAL estarão presentes nesta célere passagem pela meia-laranja.
Enfim!

Share

Demissões no Hospital de Beja

18 de Janeiro de 2022

Doze chefes de equipa das urgências do hospital de Beja apresentam demissão

Os chefes de equipa de Medicina Interna consideram que “as condições atuais não permitem assegurar cuidados aos doentes com a qualidade e segurança devidas”

No Expresso:

“Doze chefes de equipa das urgências do hospital de Beja apresentaram hoje demissão dos cargos alegando não terem condições para tratar dos doentes com qualidade e segurança, sobretudo devido à falta de médicos e sobrecarga de trabalho.

No pedido de demissão, a que a agência Lusa teve acesso, os 12 chefes de equipa de Medicina Interna consideram que “as condições atuais não permitem assegurar cuidados aos doentes com a qualidade e segurança devidas” no Serviço de Urgência (SU) do hospital de Beja, gerido pela Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA).

Por isso, os especialistas apresentaram a demissão dos cargos “até que seja feita uma reavaliação da situação” do SU, “com resolução da carência de recursos humanos médicos e reapreciação das competências dos chefes de equipa”.

Os médicos referem que a decisão de apresentarem a demissão foi tomada agora “em virtude de uma situação ‘arrastada’ de declínio das condições de trabalho e de organização” do SU, “para a qual foi solicitada a atenção do conselho de administração” da ULSBA, “por inúmeras vezes, sem qualquer resposta efetiva”.

Os chefes de equipa demissionários consideram “aceitável um prazo de duas semanas para agendamento de uma reunião entre os elementos interessados” e avisam que, “na ausência de resposta, estão previstas medidas adicionais”.

Os 12 chefes de equipa também já pediram escusa de responsabilidade civil, juntamente com mais quatro médicos especialistas do hospital de Beja.

Segundo os médicos demissionários, a pandemia de covid-19 “veio agravar as condições, já de si precárias, em que o trabalho é desenvolvido” nas urgências do hospital.

A “sobrecarga de trabalho trazida pela pandemia atingiu maioritariamente o serviço de Medicina Interna”, cujos elementos viram a sua carga laboral diária e semanal aumentar por vários motivos.

A criação do “Serviço de Urgência Covid-19”, onde “a observação de doentes está praticamente à responsabilidade exclusiva da equipa de Medicina Interna”, do serviço “Medicina Covid-19”, com “consequente expansão do número total de camas à responsabilidade” desta especialidade, da consulta de “Follow-up-Covid-19”, nos mesmos pressupostos, tal como “outras solicitações extra”, são alguns dos motivos invocados.

Os médicos destacam que, durante este período, o serviço de Medicina Interna “sofreu” uma “redução” de elementos, “ao invés de um reforço”, apesar de ter “aumentado a abrangência da sua área de intervenção”.

Segundo os signatários, “só em 2021, os assistentes hospitalares do Serviço de Medicina Interna realizaram uma média de 600 horas extraordinárias” e, atualmente, apresentam “grande desgaste físico e mental”.

A par destas problemáticas, os 12 médicos também salientam a inexistência de um diretor do SU, a indefinição do papel de chefe de equipa, “a ausência sistemática, e cada vez mais frequente, de elementos do atendimento geral, sobrecarregando a especialidade de Medicina Interna”, e a “referenciação sem critério” de utentes dos centros de saúde e dos serviços de urgência básica para o SU do hospital de Beja.

Lamentam “a necessidade crescente de transportes pela Medicina Interna a partir do SU” para outros hospitais, o “que deixa muitas vezes” a equipa daquela especialidade “desfalcada, com apenas dois elementos (e pontualmente com um)”.

“Sendo que se um deles estiver” no Serviço de Urgência Covid-19, “resta apenas um elemento de Medicina Interna para dar resposta a toda a urgência não covid-19 (e durante o período noturno a todo o hospital)”.

Os médicos também criticam “a inexistência de contratação de internistas externos para colmatar as falhas na escala ou por motivos de baixa médica, sendo estas exclusivamente asseguradas pelo ‘staff’ interno ou não sendo asseguradas de todo”.

O documento com o pedido de demissão foi assinado pelos 12 chefes de equipa e enviado à presidente do conselho de administração, Conceição Margalha, ao diretor clínico de Cuidados Hospitalares, José Aníbal Soares, e ao diretor do Serviço de Medicina Interna, José Vaz.

Outros seis médicos do hospital de Beja subscreveram o documento em sinal de solidariedade para com os 12 chefes de equipa demissionários.”
(aqui)

Share

O que vai mudar?

10 de Janeiro de 2022

“A Voz da Planície sabe que, ao que tudo indica, Luís Godinho não vai continuar como diretor do Diário do Alentejo (DA). Para resolver esta situação, tendo em conta que a ligação contratual de Luís Godinho a este semanário termina no final deste mês, o Conselho Intermunicipal da CIMBAL tomará, hoje, a decisão do procedimento a seguir.”

Sem abertura de concurso, o DA será aquilo que o PS quiser. E que terá, não duvido, o apoio do PCP.
Aguardemos.

Share

Alegrias e tristezas de um desfecho anunciado

28 de Dezembro de 2021

Escreve Paulo Barriga:

Li uma espécie de artigo no Lidador Notícias que dava conta do acórdão final da secção social do Tribunal da Relação de Évora sobre o litígio laboral que me opõe, há coisa de três anos, à entidade proprietária do Diário do Alentejo, a Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo. O que a pressuposta notícia tem de valor é isso mesmo, a decisão.
É verdade, a Cimbal perdeu. Mas perdeu por fundamentos que escaparam completamente, porque não procurou informar-se, ao dito jornalista: os factos “não deixam dúvidas quanto à culpa elevada da empregadora, ao elevado grau de censurabilidade e ao nível elevado de ilicitude da conduta da empregadora”.

Que é como quem diz: “a conduta da ré, que os factos documentam, é severamente censurada pela comunidade jurídica, sendo catalogada como uma verdadeira ‘praga de recibos verdes’, onde a precariedade impera e em que é difícil ao trabalhador escapar a este tipo de situações.
O trabalhador ou aceita os termos propostos para a contratação ou fica sem acesso ao emprego”. E é isto, agora, passados três anos e cinco tribunais depois, como foi sempre isto e apenas isto que se impôs desde a primeira hora.
Já me perguntaram se estou “contente” com o desfecho da “novela”. E a minha resposta tem sido esta: sim! E não! Ao mesmo tempo.
Estou contente, claro, porque procurei na Justiça a justiça que não encontrei fora dela. E ela fez-se, a Justiça!
Simultaneamente, enquanto cidadão e contribuinte, senti-me vexado. Vi-me espoliado dos meus direitos enquanto trabalhador, despedido de forma vil, ameaçado, vítima de calúnias e de intrujices, coagido. Por muito boa que seja a decisão final dos tribunais, quem poderá esquecer e ficar feliz com tanta e tamanha infâmia?
E como esquecer? Esquecer as pressões inenarráveis dos meus patrões, ainda para mais autarcas eleitos e com deveres de defesa do bem público? As suas tentativas de intercedência política na vida editorial do jornal que dirigia? A “visita histórica” e “amiga” que um deputado da nação se deu ao luxo de promover para me pôr na linha?
O concurso maquiavélico, viciado, para não dizer pornográfico, para diretor do DA engendrado pelo secretário da instituição e pelos seus fantoches de mão? A campanha de difamação das redes sociais e nos blogues que contra mim promoveram?
A campanha difamatória que fomentaram junto dos meus atuais “patrões” com o intuito de me prejudicarem a mim e à minha família? E a mentira? É muito difícil conviver com ela. Fica atravessada na goela. Jamais me esquecerei das
caras deslavadas de Jorge Rosa e de Fernando Romba, no Tribunal de Trabalho de
Beja, perante uma juíza de direito, impávidos, profissionais do ilusionismo, a afirmarem que quase nem me conheciam, que não sabiam quem dirigia de facto o DA, que desconheciam se eu tinha assento no jornal ou se me relacionava com as pessoas que lá trabalhavam… sinto pena e sinto vergonha por eles. Ao mesmo tempo.

E a hipocrisia (ou será pura maldade)? Que outra coisa se poderá dizer de quem convive diariamente connosco durante anos a fio e prepara em surdina um concurso para o nosso próprio lugar? Lançado à medida de um concorrente pré-selecionado?

Promovido quando me sabiam ausente, porque em férias? Sem um alerta, sequer, ainda que em cima da hora? Uma farsa que denunciei ao Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja, processo que acabou arquivado porque, do ponto de vista “formalista-legalista”, estava bem maquinado.
São sabidos, todos os malandros. Mas sobre a suasapiência ficou o reparo em jeito de censura do procurador responsável pelo processo:

    “Trata-se de um tipo de procedimento que nunca se conseguiu furtar totalmente à ideia de utilização maniqueísta, destinado a dar cobertura a desígnios previamente formados pela entidade adjudicante e envolvendo uma noção de favorecimento e prejuízo do interesse comum”.

Talvez ainda haja algumas pessoas que não consigam interpretar na perfeição o termo “favorecimento”, mas eu explico em duas palavras mais acessíveis: compadrio e amiguismo. Que são os alicerces da máquina de corrupção que nos consome em “prejuízo do interesse comum”. Foi disto que fui vítima.

Corrupção que gera impunidade que gera abuso de poder que gera a carta que o então presidente da Cimbal e da Câmara Municipal de Mértola, enviou, pelo email de Luís Lança Silva, a todos os membros do Conselho de Administração da Cofina e a todos os diretores e editores da revista Sábado, com quem atualmente colaboro. Retiro apenas
algumas pérolas de algo que nem aos porcos se pode dar: sou vingativo, insidioso, pouco sério, nada rigoroso, um tipo que usa a pele de jornalista como disfarce, um mesquinho violador dos deveres fundamentais da profissão, sensacionalista e interesseiro. Mais: segundo a sabedoria redentora, impoluta e fiável de Jorge Rosa já na altura, em
agosto último, eu tinha perdido o processo de trabalho que me opunha à Cimbal. E por isso me vingava, depois de reclamar, sem sucesso, “chorudas quantias do erário público”. Como esperar que o mesmo homem que mentiu em tribunal sob juramento tivesse agora algum pudor em reincidir?
Mas sim, respondendo à pergunta que ultimamente mais me têm colocado, estou contente. Contente, em especial, por não ter mais de lidar de perto com esta gente. As tristezas não pagam dívidas, não é verdade?”

Share

Questões natalícias

19 de Dezembro de 2021

1- Qual foi, este ano, a empresa adjudicada para fornecer os cabazes de Natal da Câmara Municipal de Beja?
2- O Luís Maneta ainda é o director do Diário do Alentejo? Acumula com outras funções numa Câmara Municipal de distrito vizinho?
3 – A CMB tem chefe da Divisão de Educação? Como é que ficou o concurso para provimento desse cargo?

Tenham um bom Domingo.

Share

Iluminações de Natal

5 de Dezembro de 2021


Em Beja?
Não. À minha cidade as coisas chegam sempre atrasadas, ou não chegam.
Estamos no centro do Sul.
Nota: as iluminações foram inauguradas no dia 8/12, pelas 17h30.
O sul ficou mais iluminado.

Share

Hospital de Beja – a morte anunciada

21 de Novembro de 2021

Escreve Bruno Ferreira no seu Facebook:

“Acabo de ser contactado por um profissional do Hospital de Beja que, por motivos óbvios, não vou identificar.

Tudo o que ouvi é demasiado dramático. O Hospital de Beja está em alerta vermelho em vários serviços, especialidades, e comodidades. A saber:

OTORRINO
: havia em Beja um único médico especialista em otorrinolaringologia, sendo público que estava na iminência de se reformar. Chegado esse momento, Beja ficou sem esse serviço. Os doentes serão referenciados para Évora e Lisboa. Esta é uma especialidade que tem uma elevada procura por parte da população, e que se ocupa das doenças do ouvido, das fossas nasais, da faringe e laringe, (incluindo doenças oncológicas), bem como dos distúrbios do equilíbrio e da voz. A população do Baixo Alentejo deixou de ter acesso a todos estes serviços.

UROLOGIA: existe apenas um urologista no Hospital de Beja. E que está, igualmente, prestes a entrar na idade de reforma. Também esta especialidade se anuncia como estando prestes a chegar ao fim, em Beja.

CARDIOLOGIA: existem apenas 2 cardiologistas no hospital de Beja (marido e mulher). Quando vão de férias, não há serviço de cardiologia (que é, apenas e só, a especialidade que trata uma das principais causas de morte no Baixo Alentejo).

PNEUMOLOGIA: existe apenas 1 pneumologista no hospital de Beja. Quando vai de férias o serviço encerra.

HEMATOLOGIA: existe apenas 1 hematologista no hospital de Beja. Nas suas férias o serviço encerra.

ENDOCRINOLOGIA: já não existe esta especialidade básica no Hospital de Beja.

GASTROENTEROLOGIA: não existe internamento; apenas se realizam exames elaborados por tarefeiros.

PEDIATRIA: neste serviço, o internamento dá-se em enfermarias de três camas, e tem capacidade de 12 crianças, com 12 pais. Uma casa de banho. Tendo em conta que a maioria das crianças são internadas por patologias infecto-contagiosas, é gritante oferecer uma única casa de banho a todos estes utentes.

CIRURGIA GERAL: é uma especialidade essencial e indispensável em qualquer Hospital Distrital. Em Beja encontra-se em forte decadência, com muitos profissionais a reformarem-se, e outros em idade da reforma. Parece haver a possibilidade de deixar de receber médicos para formação na especialidade. O que será da especialidade? O que será dos Baixo Alentejanos?

OBSTETRÍCIA: funciona maioritariamente com recurso a médicos tarefeiros. Não existe nenhum estímulo para fixar profissionais de saúde no Hospital de Beja. Fui informado que um médico estrangeiro que tem estado a desempenhar funções no serviço está prestes a deixar o Hospital porque a sua mulher, igualmente estrangeira, não encontra emprego em Beja. O Hospital não manifestou a menor disponibilidade para conseguir emprego para a mulher do médico e perde, assim, um jovem quadro que quereria fixar-se em Beja definitivamente.

INTERNAMENTO: as condições são cada vez mais precárias no Hospital de Beja, dando razão à urgência da ampliação do Hospital, projectada e reivindicada já há 40 anos. Na maioria dos internamentos existem 25 camas e uma única casa de banho o que, em contexto pandémico, é ultrajante. Num dos serviços do Hospital, a segunda casa de banho existente, destinada a todos os profissionais de saúde (médicos, enfermeiros e auxiliares) não pode ser usada há 2 meses para cuidados de higiene, uma vez que infiltra a sala de Raio-X que existe no piso zero. Os profissionais de saúde estão, assim, há dois meses privados de condições básicas de higiene.

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA: Beja continua a ser o único Distrito do País sem recurso a este equipamento apesar de, segundo as notícias, o concurso já está a decorrer, prevendo-se que o equipamento chegue ao Hospital no fim de 2022. No resto da Europa, qualquer região dispõe deste importante aparelho, quase considerado como básico no contexto de saúde actual. No Hospital de Beja solicitam-se cerca de 30 destes exames básicos por semana. Essas pessoas vão todas para a clínica Affidea em Évora. De quem é o negócio?

Entretanto são já conhecidas as Vagas de Formação Específica, ou seja, de Internato Médico para este ano, e a diferença verificada entre Beja e Évora é enorme, nunca tendo sido tão desequilibrada.

É preciso, com urgência, fazer alguma coisa. O Hospital de Beja definha de dia para dia. É fácil imaginar o que será deste – que já foi um dos Hospitais de referência de Portugal – quando for feito o mega hospital de Évora, (que fica apenas uma hora dos grandes hospitais da região de Lisboa) e que vai custar 400.000.000 de euros. Será que Beja e o Baixo Alentejo merecem este tratamento?”

Share

Que futuro?

22 de Outubro de 2021

Hoje há reunião de Câmara. A primeira após as eleições. Vamos ver quem cede o quê e a quem. E saberemos quem vai substituir Rui Marreiros na EMAS. (Aceitam-se palpites 😂)

Share

57 anos

21 de Outubro de 2021


A Base Aérea de Beja celebra hoje, 21 de Outubro, o seu 57⁰ aniversário.

Share

Vodka-laranja

16 de Outubro de 2021

Anda por aí um grande alvoroço por o PSD/Beja ter dado a mão ao PCP na Junta da União de Freguesias de SJB e Santiago Maior. O elenco ficará 3(PCP) e 2 (PSD).
Não percebo este alvoroço. Aqui por Beja o PSD sempre gostou de fazer alianças com o PCP. É conhecida a minha posição – frontalmente contra – pois nunca foi dado nada em troca, mais parecendo que os eleitos do PSD queriam ir, de qualquer forma, ao pote dos cargos remunerados. Nunca percebi o que é que o PSD andou a fazer e quais foram as propostas e posições dos seus eleitos nos executivos dos quais fez parte.
Também há 4 anos o PSD integrou o executivo da mesma Junta, desta vez dando a mão ao PS. Não me recordo de ter lido grandes opiniões sobre o assunto.
Passaram 4 anos, o PS foi o que se viu, perdão, o que não se viu, e o PSD continuou desaparecido. Os socialistas governaram como quiseram e desconheço se houve algum tipo de oposição nos diversos órgãos.
Chegados a Outubro de 2021, o que é que temos? Uma coligação liderada por Palma Ferro, que obteve uma boa votação, mas o PSD continua, pelo menos por aqui, a ser o que era. O líder concelhio, Pinela Fernandes, deve ter feito contas e pensou, para os seus botões, “sou um vencedor”. O tempo dirá quão consistente é essa vitória. Não sei o PSD/Beja tem aparelho, mas não estarei longe da realidade se disser que Palma Ferro, com pouco tempo de militância, não controla esse suposto aparelho, pelo que não o vejo a ser um impulsionador dessa coligação “vodka-laranja”. Aguardo pelos resultados das negociações para a Assembleia Municipal, mas de uma coisa tenho a certeza: o caminho é longo e tortuoso. Se o PSD não o souber trilhar com cedências e respectivas exigências, com responsabilidade, olhando para os cidadãos, dentro de 4 anos tudo voltará ao mesmo. PS e PCP a continuarem a ser aquilo que sempre foram, e o PSD a vê-los como os donos disto tudo, os cangalheiros do concelho de Beja.

Share

Mudanças

13 de Outubro de 2021

Autárquicas 2021: tomam posse os eleitos da Assembleia de Freguesia da UF de Beja de Santiago Maior e São João Baptista

Está marcada para hoje, a tomada de posse dos eleitos da Assembleia de Freguesia da União das Freguesias de Beja (UF) de Santiago Maior e São João Baptista. A cerimónia é às 18.00 horas, no auditório da Biblioteca Municipal de Beja e é pública.

Recordem-se os resultados das autárquicas 2021 que ditaram que a maioria dos votos fosse para a CDU, com 31,96% da votação. Em segundo lugar ficou o PS com 31,93% e depois o Beja Consegue! com 24,77%.

Estes resultados ditaram, também, a mudança da força política que estava à frente deste órgão, deixou de ser o PS, que governou nos últimos quatro anos com Jorge parente na liderança, para passar a ser a CDU a responsável, até 2025, pelos destinos desta UF de Beja, com Miguel Ramalho como número um.

A Assembleia de Freguesia fica constituída, 2021-2025, por 5 eleitos da CDU, 5 eleitos do PS e 3 do Beja Consegue!.
(Notícia RVP)

Share

Questão

4 de Outubro de 2021

Sem Facebook como é que Paulo Arsénio vai governar a cidade?
😂

Share