Arquivo da Categoria ‘A minha cidade’

Beja merece o Facebook que tem

18 de Novembro de 2017

É uma absoluta perda de tempo ler os comentários da página do Beja Merece+ no Facebook.
Ontem estive quase duas horas nesse exercício de perda de tempo. “Aquilo” é um verdadeiro espelho da cidade e da região. Centrada numa guerra (estúpida) entre Beja e Évora, onde postais da Associação de Defesa do Património de Beja servem para humilhar pessoas, onde se põe em causa o carácter de outras, sem que se faça uma discussão séria sobre os passos que se devem dar a seguir (já!), aquela página é “Beja no seu melhor”. Faz amanhã uma semana que estávamos em festa. Estavam contentes (muitos), estávamos desiludidos (poucos), mas era previsível o que aconteceu. A página do Facebook do BM+ é uma mesa de café onde se vomitam ódios, enquanto se bebe uma bica e se come uma queijada impregnada de veneno. O Bruno Ferreira desistiu de frequentar aquela mesa, outros se seguirão. Os administradores da página têm as suas vidas e não têm tempo para pôr termo às verborreias que por lá vão aparecendo. Os frequentadores, com motivações diversas, não conseguem travar os seus impulsos, carecendo de bom senso quando desatam a teclar sobre tudo e sobre nada.
Parece-me, pois, se quisermos que o BM+ continue a sua luta, que se deve repensar muito séria e urgentemente sobre a forma de comunicação daquele movimento cívico. Parar, reformular e depois seguir em frente.
Assim, como está, aquilo não é nada. Vale zero!
Tenho dito.

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Beja Acessível

17 de Novembro de 2017


O grupo “Beja Acessível” solidariza-se com o movimento Beja Merece +

João é um jovem que utiliza cadeira de rodas e muletas para se deslocar.
João vive em Beja e não tem viatura própria.
Por razões da sua vida pessoal João precisou de ir a Lisboa.
A Rodoviária Nacional ou Rede Nacional de Expressos não lhe dava garantia de transporte.
A CP, Comboios de Portugal sim.
Mas a que preço?

Bom…Como entre a automotora que procede de Beja com destino a Casa Branca, e o comboio que procede de Évora com destino a Lisboa, só existe um intervalo de oito minutos para estabelecer a ligação, João não dispunha de tempo suficiente para fazer o transbordo. Primeiro grande obstáculo e impedimento.
João contornou-o recorrendo a um amigo que o transportou de carro até Évora.
Uma vez lá, o amigo e o revisor colocaram João no comboio com destino a Lisboa.
À chegada à capital esperava-o um elevador para descer do comboio com a sua cadeira de rodas, serviço que João solicitou com 15 dias de antecedência.
Foi uma viagem difícil, com sobressaltos e com muitos obstáculos para ultrapassar.
A verdade é que não podemos cercear a autonomia dos nossos cidadãos, não podemos continuar a alimentar relações de dependência que ferem a dignidade daqueles que deles necessitam a e a eles têm direito.

Viajar, seja por que motivos for, por necessidade e por puro prazer, é um direito que a todos assiste.
Logo é um serviço que o Estado deve e tem que garantir.

Os bejenses aqui presentes estão hoje indignados (e com razão) por terem de viajar de automotora ou por não terem já sequer disponível a automotora.

E o que dizer àqueles que nem a isso têm acesso?

Estamos em pleno século XXI!

Beja têm que dispor de transportes condignos para que TODOS, inclusive aqueles que como João têm alguma limitação na sua mobilidade, para que TODOS, repito, possamos estar ligados e em contacto com o Mundo.

Não são as pessoas que têm deficiência, mas sim o envolvimento físico, comunicacional ou os preconceitos que limitam as pessoas a viver em plenitude.

E, amigos, já perceberam que estamos a falar de INCLUSÃO, e o mesmo será dizer de LIBERDADE, de CIDADANIA, de DIREITOS HUMANOS. .

Por isso, o nosso grupo de reflexão “Beja Acessível” se solidariza com o “Beja Merece +”, sugerindo que de futuro sejam exigidos comboios adaptados ao transporte de pessoas com deficiência ou com mobilidade limitada.

A vossa luta é a nossa luta!

Melhores transportes para pessoas com deficiência significa melhores transportes para TODOS nós!

Solidarizamo-nos com a luta que sabiamente têm sabido levar a cabo de forma participada e democrática!

Beja merece + , Beja merece ser uma cidade ACESSÍVEL!

Beja Acessível no Facebbok

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Do mosto à palavra – VOL1 é lançado Sábado

17 de Novembro de 2017

“Do mosto à palavra” é um exemplo do que se deve e pode fazer pela literatura. Bem hajam! ” Paulo Abreu Lima nesta entrevista.

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Beja – concerto solidário

16 de Novembro de 2017

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Sobre a reunião magna

13 de Novembro de 2017

Muito positivo, diria mesmo um sucesso, o facto de terem estado no Pax Julia mais de 500 pessoas.
Significa que há gentes preocupadas com a sua terra e a sua região, estando motivadas em abraçar as causas do movimento Beja Merece +.
O vídeo é bom, a melodia apelativa, e tem tudo para se tornar viral nas redes sociais. Pode também o vídeo entrar nas casas de todo mundo, assim se saiba utilizar as ferramentas de que dispomos na WWW (YouTube, Facebook, Twitter, Tumblr, G+, Linkedin, Stumble Upon, etc…).
Muitos foram ao Pax Julia para ouvir e ver o vídeo, a maioria foi para ouvir, e se possível discutir, as soluções que pudessem surgir para encontrar formas de tirar a região do isolamento e esquecimento a que foi votada.
As intervenções tiveram interesse, não obstante as limitações de tempo e a inflexibilidade por parte do moderador da mesa. Foi pena não se ter podido ouvir falar mais sobre saúde, mas as pessoas estavam ali para falar de comboios, aviões e estradas.
Propostas houve algumas, de imediato aceites pela assembleia, sem necessidade de votações.
Porém, a proposta que poderia agitar um pouco a discussão, não chegou a ser discutida. Refiro-me à criação de uma “Associação Beja Merece +”, isto é, legalizar o movimento.
Sabia-se que iria haver forte oposição, mas lamenta-se que as duas ou três vozes contrárias à criação da referida Associação, tenham arrastado a Assembleia para uma votação cujos resultados, sabia-se de antemão, seriam esmagadores, pois o voto de braço no ar não permite, muitas vezes, que se esteja votar conscientemente. Parece-me que não fomos devidamente esclarecidos sobra as vantagens e desvantagens de uma Associação. Houve, e haverá sempre, quem seja contra o associativismo, assim como haverá quem o considere uma “expressão e exercício de liberdade e um exemplo de vida democrática”.

Não houve tempo para discutir a proposta? Claro que não, assim como também não houve vontade de o fazer. Mas este “incidente” não pode, nem deve, impedir que discussão se faça, em ambiente menos efusivo e onde se possam confrontar os argumentos pró e contra.
Agora o “Beja Merece+” ganhou uma nova legitimação e quem lá esteve não pode virar costas às acções que se avizinham.
Como eu tive oportunidade de dizer, a culpa do estado a que chegámos não pode ser unicamente assacada aos governos, aos partidos, aos municípios. A culpa é, essencialmente, nossa, dos bejenses, dos baixo-alentejanos, que preferimos, a maior parte das vezes, o conforto do sofá , o silêncio conivente, o medo de falar, o receio de expressar opiniões, a enfrentar e confrontar quem tem o poder de decidir.

Beja merece+ e é por isso que vamos lutar.

O Vídeo no YouTube: Partilhem:

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Beja Merece + | Vídeo Oficial

13 de Novembro de 2017

É urgente que o video seja colocado na plataforma youtube.

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Hoje com #Bejamerece+

12 de Novembro de 2017

Não fiquem em casa. Participem.
Até logo.

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E tu vais ficar em casa?

9 de Novembro de 2017

É necessário levantar bilhete (gratuito), por uma questão de controlo da sala, segundo as regras do Teatro. Por favor levantem os bilhetes, que já estão disponíveis, até à hora de início, ou de preferência antes, para se saber se é necessário abrir o 1º balcão.
OBRIGADO BEJA!
OBRIGADO BAIXO ALENTEJO!

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Do mosto à palavra

8 de Novembro de 2017

Tendo o Alentejo, como ponto de partida e inspiração, o prémio literário “Do Mosto à palavra”, foi um sucesso inegável, confirmando assim que um copo de vinho, uma folha de papel e uma caneta, são a simbiose perfeita para acordar as vozes da literatura actual.

Após tamanha vaga criativa, a Chiado Editora decidiu editar a Antologia “Do Mosto à Palavra”, com o objectivo de eternizar os melhores textos. O sucesso desta primeira Edição do prémio literário “Do Mosto à Palavra”, traduziu-se na recepção de centenas de textos a concurso mas, mais do que a quantidade, foi a extraordinária qualidade literária dos mesmos, que agora merecem ser dados a conhecer ao mais solícito amante de literatura.

Em conjunto com a Hall Praxis, a Herdade da Figuerinha e a Chiado Editora, apresenta a Antologia “Do Mosto à Palavra”, sugerindo assim uma prova requintada à palavra com um copo de vinho como amante.

Levantem-se os copos, brindemos à literatura e ao nosso Alentejo!

(Luís Raimundo – Chiado Editora, escrito ao abrigo do
antigo acordo ortográfico.)

Momentos musicais a cargo de Paulo Abreu de Lima, Luís Espinho e Buba Espinho

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Alentejo, meu Alentejo

2 de Novembro de 2017

Escreve Maria Helena Palma:

Alentejo, meu Alentejo …
“No rescaldo do programa Prós e Contras acerca do Alentejo, várias foram as emoções que senti, e vários os pensamentos que me assolaram. De louvar o tempo de antena que foi dado a uma região tradicionalmente esquecida, para relembrar aos poderes públicos que existe um território a sul de Lisboa, por onde velozes automóveis circulam para chegar ao Algarve, ou a Espanha. Grata ao Bruno Ferreira e ao Florival Baioa pela forma como defenderam a nossa “dama” chamada Beja.
Tendo por base a grande precocupação com a situação de seca actual, diferentes temas foram abordados pelos vários intervenientes, colocando o dedo na ferida, no que respeita ao despovoamento, à falta de condições de vida e desenvolvimento, de uma grande superfície do território alentejano, tendo mais uma vez ficado bem patente o desprezo e o alheamento a que os responsáveis governamentais votam um Alentejo que não gira em torno de Évora, e onde existem pessoas que por lá tentam construír as suas vidas, numa atitude perfeitamente estoicista.
Triste constatar que para o Governo, ou para quem o representa, o Alentejo se resume ao Alqueva, ao que em torno dele se tem feito, e que com um comportamento completamente autista e quiçá arrogante, afirma e proclama maravilhas, tendo a ousadia de referir que a auto-estrada chegou ao Alentejo que a linha ferroviária vai ter um enorme investimento, que um novo hospital vai ser construído, que grandes empresas se fixaram, mas … não afirmou em tempo algum que esses investimentos são apenas numa pequena parte do território alentejano: Évora. Triste também verificar que o debate, para o Sr.Ministro, não foi mais do que um discurso político, como melhor lhe conviu, fazendo a apologia do poder instalado, e obviamente, seguido no formato do discurso, por aqueles que a mesma cor têm vestida, e que não querendo crispação, apenas referiram também as “maravilhas” das suas regiões e dos seus interesses.
Não sou céptica quanto ao Alqueva, aliás reconheço a mais valia que foi para muitas regiões do Alentejo a sua construção, e toda a transformação que tem trazido, quer à paisagem, quer à economia alentejanas. A diversificação de culturas permitiu mudar o paradigma instalado durante várias décadas, e o regadio é sem sombra de dúvida uma aposta ganha. No entanto, sendo um investimento determinante para o Alentejo, e encontrando-se uma parte significativa deste investimento em território do Baixo Alentejo, como o Sr.Ministro referiu, não podem as respectivas populações ser votadas a um completo desprezo, porque o Estado já aqui investiu o que havia a investir …. enquanto, numa parcela do Alto Alentejo continua a investir, a desenvolver e a potenciar a instalação de indústria que irá contribuír para a fixação de pessoas, e fazer crescer a economia local. Num Alentejo que ocupa 31 551 km², não é justo que apenas se olhe para 7 393 km² do distrito de Évora, e se marginalizem 6 065 km² do distrito de Portalegre, e 10 229,05 km² do distrito de Beja, tão somente o maior distrito de Portugal, não esquecendo que os restantes 7.863,95 K2 pertencem aos distritos de Santarém e Setúbal. O Baixo Alentejo não se esgota no Alqueva. É muito mais do que isso. E o Alentejo não se esgota em Évora. É também muito mais do que isso. O distrito de Beja, tem tudo para ser um polo de desenvolvimento regional e nacional, bastando para tal, que exista real vontade política. Tem agricultura e algumas inerentes indústrias agro-alimentares, tem litoral com praias de grande qualidade, tem gastronomia, tem património histórico, tem uma cultura ímpar, tem gentes que querem trabalhar e empreender. Faltam condições para atraír investimento e fixar populações. Faltam infraestruturas de apoio fundamentais que possam potenciar o desenvolvimento do aeroporto, ainda que numa vertente de carga, de ensino, ou de desmantelamento. Falta investimento hoteleiro que só será realidade se os investidores virem forma de o rentabilizar. Falta um hospital com maior capacidade e melhores condições. Falta dinheiro a circular. Faltam tantas outras coisas que encadeiam umas nas outras, e que só com a economia regional a funcionar, poderão acontecer. E falta aquilo que vemos desaparecer cada vez mais, e que é o maior e o melhor capital de uma região: as pessoas.
Não é possível fixar populações quando não existem condições nem perspectivas de trabalho. Por isso, na região de Beja, são cada vez mais os jovens e os menos jovens que saem e não voltam. Espalhados pelo país, pelo mundo, os jovens do Baixo Alentejo, procuram oportunidades e constroem as suas vidas, muitas das vezes com o sentimento amargo de terem a sua região natal como madrasta. Ao falar-se de jovens empreendedores na região, é bom que se tenha a consciência de que os jovens empresários agrícolas existentes, na sua grande maioria, desenvolve explorações que já pertenciam às suas famílias, cujas estruturas estavam montadas, e que apenas dão continuidade àquilo que os seus pais e avós faziam, agora numa nova realidade de culturas e distribuição. Um jovem que queira iniciar actividade na agricultura de regadio, que não tenha património fundiário de família, muito dificilmente consegue levar avante o seu projecto, já que os valores de venda do hectare inflaccionaram de tal forma, que chegam a atingir 35.000 euros/ha, e existe ainda todo o restante investimento para efectuar, o que com recurso a financiamentos bancários, se torna perfeitamente inviável. Quando se fala de apoios, eles existem, mas se não forem bem analisados os requisitos e as obrigatoriedades, bem como um plano de exploração adequado e rigoroso, caír no caos é muito fácil. De facto, o regadio é excelente, tem um desempenho económico muito bom, mas apenas para quem já tinha património fundiário, ou para os grandes grupos que cada vez detêm mais hectares no Alentejo, ousando dizer que se num passado algo distante estávamos nas mãos de meia dúzia de famílias, agora arriscamo-nos a estar nas mãos de meia dúzia de grupos económicos.
Inerente a estas explorações agrícolas de grande dimensão, a evolução tecnológica que se impôs, com rega programada, vistoria das propriedades com drone, e todo um conjunto de medidas que se impõe para que os investimentos possam ter alta rentabilidade. A mão de obra permanente local é muito escassa, limitando-se na maior parte dos casos a alguns técnicos, e pessoal “todo o terreno”, que asseguram o dia a dia. Nas alturas de “pico” a mão de obra barata recrutada fora do país, povoa a região, para logo regressar aos locais de origem, e não acrescentando qualquer tipo de riqueza às localidades. São escassos os que permanecem e se radicam, com uma consequente integração na sociedade.
Preocupante, muito preocupante, a actual situação de Beja e do Baixo Alentejo. Uma região estagnada, cuja tendência descendente não vislumbra inversão, uma vez que os seus cerca de 23 400 habitantes do perímetro urbano, 35 854 habitante do concelho e 152 758 habitantes do Distrito, não são preocupação suficiente para o poder central, quando comparados com concelhos como por exemplo Amadora com 175 136 habitantes, Almada 174 030 habitantes, Sintra 381 728 habitantes, logo, mais eleitores e mais votos(dados retirados do Censos 2011).
Directamente relacionada com as pessoas está a habitação. Não sendo Beja uma região em expansão, a construção nova é praticamente nula, e apesar de a tão falada crise do imobiliário estar a ser ultrapassada nos grandes centros urbanos e no Algarve, a verdade é que em Beja o mercado está perfeitamente adormecido e sem crescimento. Foi recentemente publicado um artigo onde está bem patente a actual realidade do Alentejo face ao resto do país. Falamos apenas de índices de avaliação bancária, mas sendo a habitação uma parte importante das nossas vidas, um direito, e um barómetro da economia e do desenvolvimento, basta ler, para perceber as diferenças e tirar conclusões:
“A avaliação bancária subiu na média nacional, mas os valores para o Alentejo continuam a ser significativamente inferiores ao resto do país:
– Entre 1,5% e 2,1% na região de Lisboa e Açores e Madeira respectivamente, face a 0,8% no Alentejo
– Nos apartamentos o valor médio teve uma subida de 3,3% nos Açores, versus 0,7% no Alentejo.
– Os valores de avaliação no Algarve e na área da grande Lisboa foram de 26 e 22% superiores aos verificados no resto do país.
Perante estes valores verificamos a assimetria do País, continuando o Alentejo à margem do crescimento e do desenvolvimento.
Sr. Ministro, Srs Governantes, o Baixo Alentejo não é uma folha de excel, onde investimentos passados, não justifiquem investimentos actuais e futuros. O Baixo Alentejo é composto por pessoas que trabalham e querem trabalhar cada vez mais e melhor, e que merecem a vossa atenção. O Baixo Alentejo é composto por pessoas que precisam de cuidados de saúde sem terem que se deslocar 200 km de ambulância por estradas secundárias. O Baixo Alentejo tem massa crítica e pessoas competentes para colaborar no seu desenvolvimento e crescimento. O Baixo Alentejo é um património nacional, como qualquer outra região do país, que paga os seus impostos e cumpre os seus deveres. Não merecemos despezo. Não somos cidadãos de segunda, e por favor, não brinquem connosco ao afirmarem que está tudo muito bem, e que ficam escandalizados e ofendidos quando falamos do Alentejo real, daquele em que vivemos no dia a dia, e não naquele que os Srs. visitam em feiras e eventos, ou em fins de semana relaxantes, onde tudo vos é servido de bandeja em prato de excessivo optimismo.”

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Resumo do Prós e Contras de 30 Outubro

31 de Outubro de 2017

Resumo do Prós e Contras de 30 Outubro de 2017 from beja.blog on Vimeo.

Via Luis Palminha/BejaBlog

Se tivéssemos que dar notas:
Ministro Capoulas Santos – nota negativa
Bruno Ferreira – nota máxima

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PSD Beja – O naufrágio anunciado

31 de Outubro de 2017

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Crónica que assino hoje na Rádio Pax:

Declaração de interesses: completo no final deste mês de Novembro, 38 anos de militância no PSD, não desempenho qualquer cargo nas estruturas directivas do partido e nunca tive cargos públicos ou privados por ser detentor do cartão de militante.
Ao longo destes 38 anos tenho assistido à entrada e saída de presidentes do PSD e tenho visto chegar e partir muitos militantes. Participei em incontáveis campanhas eleitorais pelo que assisti a inúmeras vitórias e também a algumas derrotas, algumas delas humilhantes.
Tenho-me mantido como militante de base, muitas vezes crítico das diversas lideranças, outras vezes mais apaziguado, mas sempre fui um militante inquieto.
Ao longo dos últimos anos tenho notado que o PSD – os seus militantes e simpatizantes, se remete a um estranho e preocupante silêncio.
No caso de Beja, distrito e concelho, o panorama é desolador. Recordo, tão só, dois factos dos quais poderemos tirar diversas ilações e avaliar quem terão sido os coveiros e cangalheiros do PSD em Beja. Sempre com o silêncio e beneplácito de muitas estruturas directivas e com um estranho desinteresse por parte da grande maioria dos militantes.
Vamos aos factos:
(mais…)
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