Arquivo da Categoria ‘A minha cidade’

Bring Tesla Gigafactory to Portugal

27 de Março de 2017

ATENÇÃO BEJA! – TESLA no ALENTEJO!
Quinta-feira, dia 30, às 10:00, na Biblioteca Municipal de Beja.
Está a decorrer um roadshow nacional TESLA nas Capitais de Distrito. Beja é a única que ainda não tem assistência! Não esquecer que o Alentejo é a região apontada pelo Grupo de Trabalho TESLA para construção da Giga Fábrica em Portugal!

Está a decorrer um roadshow nacional TESLA nas Capitais de Distrito. Beja é a única que ainda não tem assistência!
O evento acontece esta quinta-feira, dia 30, às 10h, na Biblioteca de Beja. vai apresentar conclusões do movimento de cidadãos especialistas sobre as razões que fazem de Portugal o país ideal para acolher um investimento com a dimensão da Giga Fábrica da TESLA na Europa; bem como o “Premium Book” de fotografia, que será oferecido à Tesla, ao Sr. PR, ao Governo, e a figuras reconhecidas.
Participa! Vem conhecer o projecto.
Partilha!
Quinta-feira, dia 30, às 10:00, na Biblioteca Municipal de Beja.

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Com paladares e aromas alentejanos

26 de Março de 2017

A Chiado Editora, a Hall Paxis e a Herdade Monte Novo e Figueirinha têm o prazer de anunciar a primeira edição do Prémio Literário Do Mosto à Palavra, nas categorias de Poesia e Prosa.

Sob a temática “Alentejo“, os textos a concurso poderão ser submetidos até 10 de Maio para o endereço electrónico geral@chiadoeditora.com com a indicação expressa no campo de assunto: //DO MOSTO À PALAVRA 2017 //.
(mais…)

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Quem paga a coima?

24 de Março de 2017

Serão os funcionários do Partido que afixaram os cartazes?

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Gaspar ameaça

24 de Março de 2017

Leia na edição de hoje do Diário do Alentejo

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Em Beja acontece

20 de Março de 2017

Ou, como diz a propaganda, “Beja mexe!”. A estratégia de curto e médio prazo do município é, sem dúvidas, pôr as pessoas a mexer daqui para fora. Os projectos estruturantes, como a desertificação do centro histórico, já não podem ser ocultados. Quanto mais avançamos no tempo, melhor percebemos como o PCP está a ganhar a sua batalha de matar a cidade. E, desculpem que vos diga, já nada, ou muito pouco, há a fazer. Aos nossos filhos resta-lhes sair daqui. Pessimista? Não! A olhar para a terra onde nasci a desaparecer, pergunto-me se ainda haverá alguma solução. E não encontro respostas.

fotos: João Espinho

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Zara?

18 de Março de 2017


foto: joão espinho

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Paxgás – GALP – Câmara – Esclarecimento

17 de Março de 2017

A Câmara de Beja esclarece:

“A Câmara Municipal de Beja, face às reclamações recebidas dos nossos munícipes, respeitantes a valores constantes na fatura de gás natural, da GALP, por via da Paxgás, informa o seguinte:

O Município de Beja, nos termos da lei, e como outros, cobra às empresas, que utilizam o subsolo, a Taxa de Ocupação do Subsolo (TOS).

Porém, os valores emitidos e cobrados pela Paxgás – GALP, nas faturas enviadas aos seus clientes, foi uma decisão da exclusiva responsabilidade da empresa que, apesar de concessionária de um serviço público, visa a obtenção de lucro.

Esta situação é tão mais grave na medida em que a Câmara Municipal estabeleceu um acordo com a Paxgás – Galp, de forma a que esta pudesse recuperar os seus créditos, num prazo de oito anos, não sobrecarregando os seus clientes com montantes como os que está a impor de uma só vez (num ano), ao arrepio do citado compromisso assumido com o Município.

Felizes os contemplados com gás natural, pois nós, os que vivemos no renovado Centro Histórico, continuamos com as antigas, e mais caras, botijas.

(mais…)

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Real Thaw 2017

15 de Março de 2017


foto: joão espinho

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Beja – cidade romana

12 de Março de 2017

“Forum da cidade romana de Pax Iulia. Tudo a postos para que as obras terminem.”
(aqui)

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O regresso dos pilares

10 de Março de 2017

Sines, aeroporto e Alqueva são os três pilares estratégicos para desenvolver quer o concelho, quer o distrito de Beja, defende José Pinela Fernandes, líder concelhio do PSD.

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Beja – sobre o Palácio da Justiça

10 de Março de 2017

Coisas que poderiam ser realizadas através de processos mais transparentes, mas…
Vamos por partes:

Escreve Luís Palminha:

1. O Ministério Público considerou que em Beja não existiam alternativas de edificado para receber todas as valências previstas para este novo Palácio de Justiça.
– Sobre este ponto, discordo, mas aceito que a via mais fácil é a ocupação de um lote vazio do que a reconversão/expropriação/negociação. O que não falta em Beja são volumes de edificado, que aliados a um bom programa de requalificação, responderiam a estas funções e dariam um novo uso a edifícios que estão quase a ruir ou se encontram deixados quase ao abandono e que constituem hoje em dia um risco para a saúde e segurança pública. [Ex: Antiga fábrica e silos junto à Estação de Comboios; Antiga Casa Pia; Actual edifício que serve de Comando Territorial da Guarda Nacional Republicana]

2. O protocolo celebrado entre o Ministério da Justiça e a Autarquia colocou sobre responsabilidade da Autarquia a elaboração dos projectos de Arquitectura e Especialidade. A Autarquia optou pela aquisição destes serviços através de ajuste directo à empresa “J. M. Carvalho, Arquitetura e Design, SA – com sede em Braga“.

– Ok, percebo, estamos cheios de pressa em apresentar trabalho e usamos o argumento da “celeridade” do processo de adjudicação directa para contratar um atelier de Arquitectura. Mas, SUBLINHO, não colocando em causa a qualidade do projeto desenvolvido e o mérito profissional do arquiteto escolhido, ninguém…, volto a repetir NINGUÉM EM BEJA QUESTIONOU A AUTARQUIA na decisão de ajuste directo a este Atelier de Braga?
Nem Partidos Políticos de Beja, nem Comunicação Social de Beja, nem sequer a própria Ordem dos Arquitectos – que lamentou a inexistência de concurso público para o projecto do Palácio da Ajuda em Lisboa – Já em Beja… nada, ninguém. Das duas, uma. Ou há conivência, ou há um total desinteresse e este é partilhado por todos os actores locais.
Na minha inocência fui à Plataforma Base procurar o histórico de adjudicações ao referido Atelier e eis que encontro uma coincidência – Pura coincidência o histórico de Adjudicações Directas de Beja e Serpa. (Podem consultar aqui)

3. Porquê a escolha do “lado mais nobre” da Cidade de Beja para implantação deste serviço?
Por diversas vezes já tentei abordar o tema do desequilíbrio da Cidade de Beja, pois a mesma vive debruçada sobre o seu “lado mais nobre”.
Escolas Secundárias, Piscinas Municipais Descobertas, Piscinas Cobertas, Instituto Politécnico, Hospital, Parque de Campismo, Parque de Merendas/Mata (e futuro parque de Campismo), Parque de Feiras e Exposições, Grandes Superficies, Serviços Técnicos da Câmara, Bombeiros, Terminal de Autocarros, Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja, Registos, Principais unidades Hoteleiras…
Serei o único Bejense a questionar tudo isto?

(foto daqui)

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Chegou-lhe agora a pressa?

10 de Março de 2017

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